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Verão em Vila Velha: Caranguejo do Assis apresenta novas opções no cardápio

As novidades do estabelecimento incluem pratos novos e reformulados, sobremesa, drinques, menu por peso e espaço kids climatizado

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O Bar e Restaurante Caranguejo do Assis, em Vila Velha, está com novidades em seu cardápio para a temporada de verão! Com forte tradição na gastronomia de frutos do mar, o estabelecimento aposta em inovações que incluem novas entradas, pratos reformulados, sobremesas e drinques refrescantes.

Entre os lançamentos está a Paella de Frutos do Mar (R$ 350 – serve 2 pessoas). Preparada com iguarias como lagosta, camarão, polvo, sururu, siri e lula, a paella promete trazer à mesa os sabores marcantes que são a cara da estação e muito procurados em restaurantes à beira-mar. Outro destaque criado pelo local é o Polvo Tropical, uma entrada leve, feita com vinagrete de maçã verde e hortelã (R$ 82,50). “Queremos proporcionar aos clientes uma experiência única, com pratos cuidadosamente elaborados e combinações que surpreendem”, afirma Dyonatan Giovanelli.

Paella de Frutos do Mar. Foto: Bruno Coelho

Outra novidade da casa é a seção “Peça no Quilo”, que permite ao cliente escolher a quantidade desejada de porções. O pedido mínimo é de 300 gramas, e as opções do menu por peso incluem: peixe frito (R$ 82,50/kg); camarão com casca fresco (no alho e óleo ou manteiga – R$ 140/kg); polvo salteado na manteiga (R$ 140/kg) e lula salteada na manteiga (R$ 140/kg).

No menu principal estão novidades e receitas reformuladas que agradam a diferentes paladares. O Badejo Especial dispõe de posta de badejo frita, acompanhada de camarão, batata frita e vinagrete (R$ 160). Já o Espaguete com Vegetais leva brócolis, tomate cereja e caponata de abobrinha (R$ 63 – individual), e o Risoto Vegano de Palmito é elaborado com tomate confitado, pimenta-do-reino, salsa e crispy de alho-poró (R$ 68 – individual).

Espaguete com vegetais. Foto: Bruno Coelho

Os amantes de carnes têm uma seção exclusiva com opções como o Filé Paris, feito com filé mignon na manteiga especial, arroz piemontese gratinado e batata frita (R$ 190 – serve 2 pessoas), o Filé à Primavera, um suculento filé mignon feito na manteiga de ervas e alho, acompanhado de legumes grelhados (R$ 190 – serve 2 pessoas) e a Alcatra Real, um filé de alcatra grelhado com tomate confitado, crispy de alho-poró, batata frita e arroz biro-biro (R$ 190 – serve 2 pessoas).

Filé Paris. Foto: Bruno Coelho

Já a nova sobremesa, Banana Cítrica, combina banana em calda de laranja, doce de leite, sorvete de creme e crumble crocante (R$ 36 – individual). E entre os drinques reformulados estão o Carajillo 43, uma mistura entre Licor 43 e café (R$ 35) e o Peracanga, feito com Campari, Licor 43 e suco de laranja (R$ 36,50).

O restaurante também investiu na climatização e estruturação do espaço kids, pronta para receber crianças de 03 a 10 anos, com monitores, banheiro e fraldário, além de monitoramento em tempo real por câmeras, com as imagens exibidas nas TVs do salão.

Drinque Peracanga e sobremesa Banana Cítrica. Fotos: Bruno Coelho

Caranguejo do Assis

Funcionamento: 11h às 00h

Endereço: Av. da Praia, 290 – Praia de Itaparica, Vila Velha 

Informações: (27) 3289-8486

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Gastronomia

Vai um polvo ai? Versões para apreciar em restaurante de Vila Velha

Do petisco ao prato principal, Caranguejo do Assis oferece combinações com ervas, vegetais, queijos e frutos do mar

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Com sabor marcante e textura característica, o polvo conquistou espaço na gastronomia e permite diferentes possibilidades de preparo, das entradas aos pratos principais. No Caranguejo do Assis, em Vila Velha, o ele aparece em diversas receitas do cardápio, com combinações que exploram sua versatilidade e diferentes formas de apresentação.

Mas, para chegar à mesa com a textura ideal, o polvo exige atenção especial durante o preparo. O controle do tempo e da temperatura de cozimento é fundamental para evitar que a carne fique borrachuda ou perca sua suculência. Técnicas adequadas de cocção e finalização fazem toda a diferença no resultado, permitindo preservar a maciez e valorizar o sabor natural do ingrediente.

Então bora lá conhecer cinco opções diferenciadas desse restaurante tradicional de Vila Velha e que configuram entre as mais pedidas!

Opção 1: Polvo na Manteiga

Acompanhado de pães, essa é uma receita tradicional que tornou o restaurante referência no preparo da entrada. Valor R$ 135,00

Opção 2: Polvo na Cestinha de Parmesão

Vai bem como petisco ou entrada, combinando o polvo salteado na manteiga de ervas com tomatinhos, cebola roxa, alcaparras, coentro e creme de leite, servido em uma cestinha crocante de parmesão. A receita aposta no contraste entre a maciez do polvo e a crocância do queijo. Valor R$ 87,00

Primavera do Mar

Opção 3: Polvo Tropical

Explora uma combinação com maçã verde e hortelã, trazendo notas cítricas e aromáticas ao prato. Valor R$ 135,00

Opção 4: Primavera do Mar

Reúne camarão, polvo e lula grelhados, acompanhados de brócolis, palmito, tomate-cereja e alho frito, valorizando a combinação entre frutos do mar e vegetais. Valor R$ 230,00 (serve até duas pessoas)

Opção 5: Arroz do Mar

Reúne badejo, polvo e camarões salteados na manteiga de ervas, com arroz preparado no caldo de peixe e vinho branco. A proposta é concentrar diferentes sabores do mar em um único prato. Valor R$ 230,00 (serve até duas pessoas)

Arroz do Mar

O chef Renato Faben explica que o principal desafio está em alcançar o ponto correto de cozimento. “O polvo é um ingrediente que exige técnica e atenção. O controle do tempo de cocção é essencial para garantir uma carne macia, porque, quando o preparo não é feito corretamente, ela pode ficar com uma textura borrachuda. Trabalhamos com técnicas que respeitam as características do ingrediente e permitem chegar ao ponto ideal, preservando sua suculência e seu sabor”, explica.

O chef também destaca a importância das combinações e da finalização. “O polvo tem um sabor muito próprio e combina com diferentes ingredientes. A manteiga de ervas, os vegetais, as frutas, os elementos cítricos e até o parmesão permitem criar contrastes de sabores e texturas. A apresentação também faz diferença: podemos trabalhar o ingrediente em uma entrada, com uma montagem mais delicada, ou em pratos principais, acompanhado de outros frutos do mar. É um ingrediente que oferece muitas possibilidades dentro da cozinha”, completa.

Fica a dica para curtir neste findi hein!

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Gastronomia

Outbac-K: receitas inéditas e experiências exclusivas inspiradas na cultura sul-coreana

O Outback apresenta receitas inéditas com ingredientes importados, ação com a Sephora e uma plataforma de experiências que inclui o sorteio de viagens para a capital sul-coreana

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A febre coreana chegou de vez ao Brasil. Impulsionado pelo sucesso do K-pop, dos doramas e de toda a força da K-Culture, o interesse pelo país que está ditando tendências globais ultrapassou as telas e passou a influenciar hábitos, consumo e experiências. É nessa onda que, até o dia 29 de novembro, o Outback Steakhouse embarca na campanha Outbac-K: Os Sabores da Coreia do Nosso Jeito, que transforma um dos maiores fenômenos culturais da atualidade em uma experiência para os clientes da marca.

No salão, o grande destaque da campanha é a Outbac-K Experience (R$ 159,90), uma jornada desenhada como um verdadeiro banquete completo para dividir entre amigos e vivenciar uma verdadeira imersão de sabores do Outbac-K. A experiência reúne a K-Ribs com as clássicas costelas suínas macias, envolvidas em um saboroso BBQ Gochujang, molho coreano levemente adocicado com toque Outback. Essa Ribs tem um acompanhamento à escolha.

A Outbac-K Experience traz ainda uma porção generosa de K-Chicken coberta pelo molho Orange Sweet Chilli, combinação agridoce que equilibra pimenta suave e notas cítricas de laranja. Conta também com uma salada asiática fresca, além de três unidades do icônicoK-orean Dog, o famoso cachorro-quente no palito que virou símbolo das feiras de rua de Seul e presença constante nas séries e novelas coreanas, servido com uma crosta crocante à base de yakisoba e recheado com queijo derretido.

O K-Chicken também chega como uma opção de aperitivo para compartilhar, sendo uma porção generosa servida com o molho cítrico por R$ 84,90 no salão e no delivery. E para levar a experiência Outbac-K para casa, os consumidores podem pedir a K-Box, criada para compartilhar, a partir de R$ 199,90. O combo reúne costelas ao molho BBQ Gochujang, 400 gramas de Fried Chicken, seis mini K-orean dogs, batatas fritas e quatro opções de molho.

A campanha também conta com drinques exclusivos, com ingredientes tradicionais do oriente. O K-Frozen custa R$ 38,90 e combina saquê, chá verde matchá, mel e Yuzu, fruta cítrica aromática muito popular na Coreia. Para quem busca opções sem álcool, o Mocktail K-Bubble sai por R$ 34,90 e mistura chá de lichia, toque de Yuzu e tônica com bubbles de morango que estouram na boca. Ambas as bebidas participam do tradicional happy hour do restaurante com 50% de desconto.

Experiências além da mesa

Um dos pilares de Outbac-K é a conexão entre os universos da gastronomia e da beleza, duas das expressões mais populares da cultura sul-coreana na atualidade. Para isso, o Outback desenvolveu uma ação com a Sephora que amplia a campanha para além dos restaurantes e cria pontos de contato com os consumidores.

Como parte da promoção nacional, clientes que consumirem a partir de R$ 100 nos restaurantes da rede ou plataformas de delivery poderão cadastrar a nota fiscal no site oficial ou via WhatsApp para receber um número da sorte e concorrer a quatro viagens para a capital da Coreia do Sul com acompanhante. Os participantes também poderão participar de sorteios instantâneos de gift cards de R$ 150 da Sephora e vouchers de R$ 50 para consumo no Outback – serão 3 mil prêmios instantâneos.

No Espírito Santo, o menu Outback-K está disponível até 29 de novembro nas unidades do Shopping Vitória, Shopping Vila Velha, Shopping Mestre Álvaro (Serra) e pelo delivery.

Menu Korean Ribs

Período: até 29 de novembro

Disponibilidade: Oferta válida para as unidades do Shopping Vitória, Shopping Vila Velha e Shopping Mestre Álvaro (Serra) e delivery (App Meu Outback e plataforma Ifood).

Informações: https://www.outback.com.br

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Gastronomia

Cooperativa Vinícola Garibaldi apresenta vinhos que podem pautar o futuro do setor

Em masterclass na ProWine São Paulo, o enólogo Ricardo Morari conduziu a degustação de seis rótulos elaborados com uvas testadas desde 2016 na Serra Gaúcha

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Vinhos mais leves, frescos e com menos álcool, perfil que ganha espaço entre consumidores do mundo inteiro, estão no centro da pesquisa que a Cooperativa Vinícola Garibaldi conduz há dez anos com novas cultivares. Os resultados desse trabalho foram levados à masterclass “Os Vinhos do Amanhã: Novas Cultivares e Oportunidades para a Vitivinicultura Brasileira na Experiência da Cooperativa Vinícola Garibaldi”, realizada na quarta-feira (7), como parte da ProWine São Paulo, no Fórum 1 do Expo Center Norte. Diante de sommeliers, apreciadores e profissionais do setor, o enólogo Ricardo Morari apresentou seis vinhos elaborados com variedades da Itália, da Romênia, da Geórgia, da República Tcheca e da Hungria, cultivadas na área experimental da cooperativa em Santa Tereza (RS).

A apresentação começou pelo cenário que motivou a pesquisa. O aumento das temperaturas, a cobrança por menos defensivos no campo e menos aditivos na vinícola e a retração do consumo nos países que historicamente mais bebiam vinho mudaram o tipo de produto procurado nas prateleiras, com mais espaço para brancos, rosés, espumantes e tintos menos concentrados. “A natureza vem nos entregando o oposto do que o mercado procura. O calor dá origem a uvas com mais açúcar e a vinhos mais alcoólicos e concentrados, enquanto o consumidor pede frescor, leveza e menos álcool”, afirmou o enólogo.

Nesse quadro, a Serra Gaúcha parte de uma posição favorável. Morari recordou a avaliação feita por um professor espanhol, durante um evento da Associação Brasileira de Enologia, de que o Brasil seria um oásis diante das mudanças do clima. “Há países investindo em tecnologia para retirar parte do álcool do vinho. Aqui, conseguimos tintos equilibrados, frutados e com frescor na faixa de 12% a 12,5% de álcool, de forma natural. Nos brancos e nos espumantes, essa vocação é ainda mais clara, mas precisamos estar atentos, porque tudo muda muito rápido”, ponderou.

O enólogo Ricardo Morari. Crédito: Augusto Tomasi

Dez anos de observação no campo

A busca por essas variedades começou em 2016, quando a Cooperativa Vinícola Garibaldi implantou, em uma área de pouco menos de um hectare em Santa Tereza, localidade de clima mais quente que o da cidade de Garibaldi, 50 fileiras de videiras, cada uma dedicada a uma cultivar. As mudas vieram de um viveiro parceiro na Itália e muitas delas não tinham histórico no país, o que exigiu o registro das variedades junto ao Ministério da Agricultura. Passados dois ou três anos, as que melhor se adaptaram passaram às microvinificações, lotes de cerca de 35 litros que permitem medir o potencial enológico de cada uva antes de qualquer decisão comercial.

Na safra 2026, foram 22 microvinificações. O acompanhamento vai da poda à colheita e inclui produtividade por planta e por hectare, análises físico-químicas e comportamento diante das doenças fúngicas. A escolha também passa pela renda de quem planta. “Quando falamos em sustentabilidade, não é somente o meio ambiente. É a sustentabilidade da cooperativa, o econômico tem peso, porque para cuidar do meio ambiente o produtor precisa ter condição financeira e, para isso, é fundamental que sua produção no vinhedo seja rentável”, observou o enólogo.

Vinhedos Experimental da Cooperativa Vinícola Garibaldi

Na taça

A degustação começou pela Soreli, branca italiana ligada a um projeto de pesquisa da região de Udine, com o qual a cooperativa tem parceria, e aparentada com a Friulano. Classificada como PIWI, grupo de variedades com resistência genética a doenças fúngicas, a uva acumula pouco açúcar e mantém acidez elevada, combinação que resulta em vinhos leves e indica aptidão para espumantes. Nas primeiras microvinificações, o aroma lembrava pêssego em calda, característica que chamou a atenção do enólogo desde o início. As mudas já estão sendo preparadas, a ampliação do plantio está prevista para o início do próximo ano e o primeiro vinho deve sair em dois ou três anos.

Próxima a chegar ao mercado, a romena Busuioaca de Bohotin tem cacho parecido com o do Moscato, mas de película colorida, e deu origem a um rosé com 11% de álcool, notas florais, toque de morango e um leve vegetal. O desempenho no campo, com cerca de 30 toneladas por hectare e boa sanidade, levou cooperados a implantar os primeiros vinhedos da variedade. O rótulo será envasado no início de dezembro e chega às lojas em janeiro de 2027, passando a integrar a linha In Veritas.

A georgiana Alexandrouli completou o grupo das inéditas. Em três anos de microvinificações, a uva entregou um tinto de pouca cor, com 11,7% de álcool, tanino presente, boa acidez e aroma fino e frutado, perfil que a Cooperativa Vinícola Garibaldi trabalha para um clarete. “Sabemos que o grande consumidor ainda procura vinhos com mais cor e mais corpo. Colocar um clarete no mercado é um desafio e uma aposta que vamos fazer”, afirmou Morari.

Os dois últimos vinhos da degustação já estão no mercado. O Garibaldi In Veritas Pálava vem de uma uva criada na República Tcheca nos anos 1970, a partir do cruzamento entre Gewürztraminer e Müller-Thurgau, e traz no rótulo o número da fileira em que foi cultivada pela primeira vez, a de número 50. Premiado em concursos no Brasil e no exterior, entre eles com ouro no Concours Mondial de Bruxelles de 2025, o vinho combina florais e de frutas brancas, lembrando um toque de tutifruti, com frescor e acidez.

A degustação teve, ainda, espaço para o Muscaris, também variedade de PIWI. Encerrou a apresentação o Garibaldi In Veritas Irsai Oliver, elaborado com uma cultivar húngara de ascendência moscatel, lançado na safra 2025 e premiado com ouro no Bacchus, na Espanha, neste ano. Com 10,8% de álcool, o vinho tem notas de flor de laranjeira e pêssego e uma película resistente que dificulta a entrada de doenças.

Foto principal: Daniela Radavelli

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