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Para rir: Espetáculo ‘Gostava Mais dos Pais’ traz Lucio Mauro Filho e Bruno Mazzeo ao Teatro da Ufes

Comédia será apresentada nos dias 10, 11 e 12 de abril

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Embora o humor corra nas veias de Bruno Mazzeo e Lucio Mauro Filho, carregar o DNA de dois ícones da comédia brasileira e ainda seguir a mesma profissão não é algo trivial. Esse é o fio condutor do espetáculo “Gostava mais dos pais”, que desembarca em Vitória para apenas três apresentações no Teatro Universitário da UFES, nos dias 10, 11 e 12 de abril. Os ingressos estão à venda com valor a partir de R$ 30 (meia/mezanino).

Com mais de 85 mil expectadores em São Paulo, Belo Horizonte, Rio, Belém, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Florianópolis e Salvador, o espetáculo lotou todos os teatros por onde passou. Na peça, os atores celebram a amizade de longa data e as dores e delícias de sucederem a Chico Anysio (1931 – 2012) e Lucio Mauro (1927 – 2019). Além da divertida homenagem a Chico Anysio e Lucio Mauro, o espetáculo propõe uma reflexão bem-humorada sobre a adaptação à era digital e a preservação da identidade diante da pressão da herança paterna.

“Esse espetáculo é, antes de tudo, a celebração da grande amizade que nossos pais passaram para nós. Nossas trajetórias se entrelaçaram por conta própria, repetindo uma feliz parceria deles, mas do nosso jeito, no nosso tempo”, resume Lucio. “Na peça nós os usamos para falar sobre a passagem do tempo e a tentativa de entender o nosso lugar nesse mundo novo”, completa Bruno.

O embrião do projeto nasceu antes da pandemia, quando estavam em turnê com “5x Comédia”, espetáculo que rodou o país. Debora Lamm foi convidada para assinar a direção, enquanto Aloísio de Abreu e Rosana Ferrão respondem pelo texto, escrito a partir de questionamentos levantados pela dupla de protagonistas.

Os atores interpretam cerca de dez personagens e várias versões de si mesmos numa série de esquetes que entrecruzam as suas histórias de vida com temas contemporâneos, como as barreiras impostas ao humor e a dificuldade de encontrar os seus lugares na era digital, a cultura do cancelamento, a instantaneidade das viralizações e as fake news.

“Uma das finalidades do humor é fazer as pessoas olharem para coisas que estão acontecendo na sociedade sob outra perspectiva. E a nossa peça faz uma reflexão sobre a linha tênue que define os limites da comédia e da nossa responsabilidade de estar em sintonia com o nosso tempo. O humor também envelhece”, pondera Lucio. “Rir de si mesmo é humor esperto. Numa mistura de autoficção e variados personagens, os meninos fazem um divertido panorama de suas próprias trajetórias, abraçam a crise da maturidade em meio ao declínio do patriarcado e, simultaneamente, emocionam ao falarem da importância da amizade e parceria que perpassam os anos”, observa Debora Lamm.

“É uma reflexão também sobre o desejo de não remar contra a maré e ao mesmo tempo entender os novos tempos. Ou seja, nós não somos youtubers, nós não sabemos fazer um TikTok. Então, o que a gente faz? Será que ainda vai ter espaço para o que a gente sabe fazer”, questiona Bruno. “Enxergar o novo é a chave. E também buscar um equilíbrio entre a bagagem que acumulamos e podemos oferecer aos projetos, sempre mantendo as portas abertas para as novidades”, complementa Lucio.

O título faz alusão a uma situação que os atores vivenciaram inúmeras vezes quando interpelados na rua. Ela tece mil elogios, mas finaliza o encontro com a frase: “Gostava mais do seu pai”. Ainda assim, nenhum dos dois se furta em fazer piada dessa “herança”. Uma das cenas brinca com o aposto “filho do Chico Anysio”, frequentemente associado a Bruno em entrevistas na TV, enquanto o minimalista e sofisticado cenário concebido por Daniela Thomas exibe uma sequência de imagens de arquivo que ilustram o episódio. Lucio, por sua vez, diverte-se com o fato de que não consegue escapar de seu próprio sobrenome.

Espetáculo ‘Gostava Mais dos Pais’ com Lucio Mauro Filho e Bruno Mazzeo

Quando: 10, 11 e 12 de abril

Horários: Sexta e sábado, às 20h, Domingo, às 17h

Local: Teatro Universitário da UFES (Av. Fernando Ferrari, 514 – Goiabeiras, Vitória)

Classificação etária: 14 anos.  Entrada e permanência de crianças/adolescentes menores de 16 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis.

Duração: 80 minutos

Ingressos:

Plateia A – Inteira: R$ 160,00 | Meia: R$ 80,00

Plateia B – Inteira: R$ 140,00 | Meia: R$ 70,00

Mezanino – Inteira: R$ 60,00 | Meia: R$ 30,00

Venda on-line: https://bileto.sympla.com.br/event/115327/d/360652

Venda sem taxa: presencial no Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo) a partir das 15h

Foto: Francio de Holanda

Teatro

Gregorio Duvivier chega a Vitória com o espetáculo “O Céu da Língua”

Após reunir 218 mil espectadores, espetáculo será apresentado de 04 07 de novembro no Teatro Universitário da Ufes

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Quem tem medo de poesia? Gregorio Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido.

A comédia “O Céu da Língua” explora de forma leve e criativa a presença quase invisível da poesia no cotidiano, e chega em Vitória para quatro dias de apresentações, do dia 04 a 07 de novembro, sendo duas por dia,  no Teatro Universitário UFES. Os ingressos estão à venda através do site Sympla.

A direção é da atriz Luciana Paes, parceira de Gregorio nos improvisos do espetáculo Portátil. No palco, com cenografia de Dina Salem Levy, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier, irmã do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua lábia desafiadora.

Apresentação da peça O Céu da Língua no Teatro Guaíra. Foto: Annelize Tozetto

Sinopse

Gregorio Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria, mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. Afinal a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo em seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. Mas disse pra quem? E por que? Disse porque a palavra inaugura um mundo. Daí o termo o Céu da Língua: foi a língua, afinal, que nos pariu. Nos pariu como povo, mas também como humanidade.

Para o artista, a língua é algo que nos une, nos move, mas raramente damos atenção a ela. É só pensar nas metáforas usadas no cotidiano – “batata da perna”, “céu da boca”, “pisando em ovos”. Nesta hora, usamos a poesia e nem percebemos. Para provar que a poesia é popular, Gregorio chama atenção para os grandes letristas da música brasileira, como Orestes Barbosa e Caetano Veloso, citados em “O Céu da Língua” através das canções “Chão de Estrelas” (1937) e “Livros” (1997). “Os nossos compositores conseguiram realizar o sonho de Oswald de Andrade de levar poesia para as massas”, festeja o ator.

Nesta cumplicidade com a plateia, Gregorio mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e, claro, homenageia Portugal, o país que emprestou ao Brasil a sua língua para que todos se comunicassem. Além de Fernando Pessoa, o ator evoca o poeta Eugênio de Andrade e lembra de que a origem de “O Céu da Língua” está relacionada ao espetáculo “Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar”. O divertido intercâmbio linguístico colocou no mesmo palco Gregorio e o humorista luso Ricardo Araújo Pereira em improvisações sobre o idioma que os une.

O CÉU DA LÍNGUA com Gregorio Duviver:

Local: Teatro Universitário UFES (Av. Fernando Ferrari, 514 – Goiabeiras, Vitória)

Quando: 04, 05, 06 e 07 de Novembro – quarta, quinta, sexta e sábado

Horário:  Quarta a Sexta, às 19h e às 21h30 .  Sábado, dia 7, às 16h30 (esgotado) e 19h

Classificação: 12 anos

Duração: 80 minutos

Gênero: Comédia

Ingressos:

• Plateia A: R$ 200 (inteira) | R$ 100 (meia)

• Plateia B: R$ 180 (inteira) | R$ 90 (meia)

• Mezanino: R$ 140 (inteira) | R$ 70 (meia)

Venda: https://bileto.sympla.com.br/event/115599?share_id=1-copiarlink e no Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo) a partir das 15h

Informações: (27)2142-5350 | wbproducoes.com

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Teatro

Espetáculo O Rei Leão no Teatro Universitário

Montagem de Luzivam Dourado será apresentada neste domingo, dia 04 de outubro

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O clássico O Rei Leão ganha uma nova adaptação para o teatro pelas mãos de Luzivam Dourado e chega ao palco do Teatro Universitário da Ufes, em Vitória, neste domingo (4), às 17h30. Inspirado na animação da Disney, o musical acompanha Simba em uma jornada marcada pela perda do pai, pelas armadilhas do tio Scar e pela descoberta do próprio caminho até retornar ao reino.

Os ingressos da Plateia A já estão esgotados, mas ainda há lugares disponíveis na Plateia B e no Mezanino, com valores a partir de R$ 40 (meia-entrada). As entradas podem ser adquiridas pelo Sympla. 

Com cenários e figurinos que ajudam a construir o universo da história, a montagem mostra o jovem leão deixando sua terra depois da morte de Mufasa. Longe do reino, ele encontra em Timão e Pumba novos amigos e passa por experiências que transformam sua maneira de enxergar a vida. Ao amadurecer, Simba percebe que precisa enfrentar o passado para voltar para casa e assumir a responsabilidade pelo futuro do reino.

A montagem leva ao palco temas como família, amizade, coragem, responsabilidade e a busca pelo próprio lugar no mundo.

O Rei Leão – O Musical, de Luzivam Dourado
Quando:
04 de outubro (domingo), às 17h30
Local: Teatro Universitário da Ufes – Av Fernando Ferrari, 514, Vitória 
Ingressos: segundo lote – Plateia B: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia) | Mezanino: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)
Vendas: Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/125977/d/409165
Classificação livre

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Espetáculo ‘A Peso de Ouro’: humor, poesia e crítica social em nova apresentação em Vitória

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Depois da estreia no Palácio da Cultura Sônia Cabral, em Vitória, o espetáculo “A Peso de Ouro” terá uma nova apresentação no dia 2 de outubro, às 19h30, na Sala Abel Santana, em Camburi. A montagem é do Grupo Arte Oficina, núcleo profissional da Oficina de Atores Abel Santana, e parte de uma obra de Ferreira Gullar para construir uma história que mistura situações de humor, poesia e crítica social.

Os ingressos estão à venda através do site Sympla e custam R$ 40 (meia entrada).

A peça acompanha Vitinho, um jovem de 20 anos que nasceu com um rubi preso ao umbigo. A pedra foi colocada pela avó ainda em seu nascimento, como uma tentativa de protegê-lo da morte. O que parecia ser uma forma de proteção, no entanto, ganha outro significado quando a família enfrenta dificuldades financeiras.

Diante das dívidas, o pai passa a considerar a retirada do rubi como uma saída para a crise. A possibilidade de transformar a joia em dinheiro faz com que o interesse pelo rapaz ultrapasse os limites da própria família. Aos poucos, Vitinho passa a ser visto como uma fonte de riqueza e se torna alvo da cobiça de diferentes personagens.

A situação coloca o jovem no centro de uma disputa em que dinheiro, interesses pessoais e relações familiares se misturam. Para preservar a pedra, Vitinho precisa também lutar pela própria sobrevivência.

Referência

A montagem tem como referência “Um Rubi no Umbigo”, texto escrito por Ferreira Gullar em 1970. Para o diretor Abel Santana, a obra oferece espaço para discutir questões que permanecem presentes nas relações sociais.

“É uma obra que continua extremamente atual ao discutir a ganância, as relações familiares e o valor que damos às pessoas. Nossa adaptação preserva a essência do texto de Ferreira Gullar, mas dialoga diretamente com o público de hoje, equilibrando humor, poesia e reflexão”, afirma.

“A Peso de Ouro” também representa uma mudança no percurso artístico do diretor, que pela primeira vez adapta um texto produzido no século XX. Até então, seu trabalho vinha sendo marcado por montagens baseadas em autores clássicos, com textos ambientados principalmente entre os séculos XV e XIX.

Peça A Peso de Ouro, de Abel Santana

Quando: 02 de outubro (sexta-feira), às 19h30

Local: Sala Abel Santana (Avenida Dante Michelini, 501 – Vitória)

Ingressos: R$40 (meia entrada) *todos pagam meia entrada adquirindo os ingressos até 30 minutos antes do espetáculo

Vendas: https://www.sympla.com.br/evento/a-peso-de-ouro

Informações: @oficinaabelsantana

Fotos: Cris Correa

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