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Inverno: veja como acertar na harmonização de queijos, vinhos e espumantes

Especialistas da Cooperativa Santa Clara e da Cooperativa Vinícola Garibaldi dão dicas para curtir essa combinação durante a estação mais fria do ano

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Um dos mais celebrados encontros gastronômicos, principalmente durante o inverno, o casamento de queijos com vinhos e espumantes tem o poder de transformar a degustação de uma simples tábua em uma experiência sensorial completa. A combinação certa realça sabores, equilibra texturas e permite explorar os sentidos.

Para ajudar a decifrar essa equação, o supervisor de Food Service da Cooperativa Santa Clara, Júlio César Sandrin, formado pelo ICIF (Italian Culinary Institute for Foreigners) e com mais de dez anos de atuação no segmento gastronômico, e André Luís Rech, sommelier da Cooperativa Vinícola Garibaldi, explicam os critérios que definem uma boa harmonização e as combinações que funcionam na prática.

Cremosidade, textura, gordura, tempo de maturação e a quantidade de sal do queijo, além dos acompanhamentos escolhidos, são os principais critérios levados em conta na hora de harmonizar. Esses detalhes ajudam a compor uma combinação equilibrada. “Harmonizar queijos com vinhos e espumantes não é uma fórmula fixa, mas um exercício de equilíbrio entre textura, intensidade e complementaridade de sabores. A melhor forma de descobrir o que funciona para o seu paladar é experimentando”, consensuam os especialistas.

 Por onde começar

Para quem está começando a explorar harmonizações, uma dica certeira é: queijos mais cremosos funcionam melhor com vinhos brancos e espumantes de maior acidez, enquanto queijos mais maturados e encorpados pedem vinhos tintos.

A textura e a intensidade do queijo são o que definem, na prática, qual bebida escolher. Queijos cremosos, como Brie, Camembert e Ricota, combinam com produtos de maior acidez, como vinhos brancos ou espumantes com gás carbônico, mas devem evitar tintos encorpados: a proteína do leite reage com os taninos do vinho e deixa um sabor amargo na boca, explica Sandrin. Já os queijos curados e mais duros, como Parmesão, Grana e Pecorino pedem vinhos tintos, cuja estrutura tânica complementa a textura mais firme do queijo, embora também aceitem espumantes mais estruturados e vinhos brancos complexos. No caso dos queijos fortes e intensos, como o Azul e o Roquefort, a indicação são vinhos e espumantes mais adocicados, como demi-sec ou moscatel, que equilibram a potência do queijo pelo contraste, ou tintos com bastante álcool e aromas frutados.

Nesse universo de múltiplas possibilidades, alguns cuidados são necessários. Um equívoco comum é presumir que o vinho tinto combina com qualquer queijo. “Muitos combinam melhor com brancos e espumantes. É importante respeitar a intensidade dos sabores, evitando que um dos dois elementos se sobreponha ao outro”, explica. Rech lembra que o espumante é um dos mais versáteis para esse tipo de combinação.

Servir o queijo gelado é outro deslize recorrente: o ideal é retirá-lo da refrigeração pelo menos 20 minutos, para que atinja a temperatura de consumo e revele melhor sua cremosidade e complexidade, indica Sandrin.

A tábua ideal para receber convidados

Para quem vai receber convidados em casa e busca uma tábua versátil, capaz de harmonizar tanto com espumantes quanto com vinhos tintos e brancos, a dica é a combinação de burrata, brie, minas meia cura e gruyère, acompanhados de mel, pasta de morango ou geleia de frutas vermelhas, uvas frescas, pera fatiada, castanhas como amêndoas e nozes, e pães artesanais ou torradas.

Para uma versão mais estruturada, a sugestão passa por burrata com mel, brie com pasta de morango, gruyère com azeite de oliva extravirgem, cheddar com geleia de bacon e cebola caramelizada e vaccino romano com pão de cacau e raspas de laranja, complementados por uma charcutaria de salame Milano e salame italiano, além de nozes e castanhas, damasco, figos frescos, mel, azeite extravirgem e pães artesanais com grissinis. A partir dessa tábua mais estruturada, os especialistas detalham o que esperar de cada combinação e por que a bebida escolhida funciona com cada queijo.

Burrata com mel — Espumante Acordes Extra Brut

O queijo puxa notas de leite fresco, manteiga, creme de leite e iogurte suave, enquanto o mel acrescenta doçura e nuances florais à cremosidade extrema da burrata. A combinação encontra no Espumante Garibaldi Acordes Extra Brut o parceiro ideal: elaborado pelo método tradicional a partir de Chardonnay e Pinot Noir, com no mínimo 24 meses de amadurecimento, o espumante desenvolve aromas de damasco, amêndoas e notas de torrefação que dialogam com o dulçor do mel, enquanto sua estrutura e acidez sustentam a cremosidade do queijo sem pesar.

Minas meia cura com caramelo salgado — VG Nature

Manteiga, castanhas, leite cozido, caramelo e uma leve nota mineral do sal marcam essa combinação: o queijo tem sabor lácteo intenso e levemente amanteigado, e o caramelo salgado cria contraste entre doçura e salinidade. A ligação vem do palato seco do Espumante Garibaldi VG Nature Blanc de Blanc, elaborado 100% com Chardonnay e classificado como Nature, a categoria com menor teor de açúcar entre os espumantes, que faz a ponte entre o açúcar do caramelo e a salinidade do queijo, cortando a gordura sem deixar a combinação enjoativa.

Gruyère com azeite de oliva — VG Marselan

O gruyère tem sabor marcante, levemente adocicado, com notas de nozes, avelãs e frutos secos, enquanto o azeite agrega untuosidade e notas herbáceas. A estrutura do Vinho Garibaldi VG Marselan, 100% Marselan, com dez meses de maturação em carvalho francês, quebra a untuosidade do azeite, e seu toque mentolado, característico do rótulo, conversa diretamente com o lado herbáceo do azeite.

Brie com pasta de morango — VG Brut Rosé

A cremosidade típica do brie, com notas de manteiga, cogumelos frescos e creme, encontra na pasta de morango um contraponto frutado e levemente adocicado. O Espumante Garibaldi VG Brut Rosé, elaborado com Chardonnay e Pinot Noir e maturado por 12 meses em autólise, tem estrutura e acidez ideais para acompanhar o queijo, e sua semelhança de aromas, com notas de framboesa, morango e cereja, faz a combinação funcionar por afinidade, não por contraste.

Cheddar com geleia de bacon e cebola caramelizada — Garibaldi Merlot

O cheddar tem intensidade elevada e uma picância natural, e a geleia de bacon com cebola caramelizada acrescenta notas defumadas, dulçor e profundidade aromática: o resultado é uma combinação robusta, com equilíbrio entre salgado, doce e umami. O Vinho Garibaldi Merlot Reserva, com seis meses de maturação em carvalho francês e notas de frutas vermelhas, manteiga e chocolate, tem corpo suficiente para equilibrar essa complexidade, e o contato com a madeira aporta o toque defumado que casa com o bacon.

Vaccino romano com pão de cacau e raspas de laranja — VG Ancellotta

A maturação de 12 meses do vaccino romano resulta numa massa dura e compacta, de sabor levemente salgado, frutado e intenso. O pão de cacau, com o leve dulçor da casca de laranja e um cítrico discreto, completa o Vinho Garibaldi VG Ancellotta, 100% Ancellotta, maturado por dez meses em carvalho francês e americano, que traz aromas de mirtilo, ameixa e especiarias com notas tostadas, e cuja estrutura equilibra o sabor intenso do queijo mais maturado.

Charcutaria (salame Milano e salame italiano) — Acordes Merlot

O salame Milano tem textura mais macia e sabor delicado, enquanto o salame italiano é mais intenso e condimentado; juntos, equilibram gordura, salinidade e especiarias. O Vinho Garibaldi Acordes Merlot, maturado por 12 meses em barrica, com fermentação malolática realizada na própria madeira, é mais encorpado e potente, com aromas de cereja, caramelo, cacau e café, e pede justamente pratos de mais estrutura e sabor, como a charcutaria: a madeira do vinho equilibra a gordura e realça as especiarias utilizadas na cura.

 No Espírito Santo, os vinhos e outros produtos Garibaldi estão disponíveis em redes como Carone, Extrabom e Perim, e em breve em novos locais, como parte da estratégia de ampliação da marca no mercado capixaba. E quem quiser também pode comprar pelo site www.vinicolagaribaldi.com.br. 

Foto: André Luís Rech

Gastronomia

Cooperativa Vinícola Garibaldi apresenta vinhos que podem pautar o futuro do setor

Em masterclass na ProWine São Paulo, o enólogo Ricardo Morari conduziu a degustação de seis rótulos elaborados com uvas testadas desde 2016 na Serra Gaúcha

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Vinhos mais leves, frescos e com menos álcool, perfil que ganha espaço entre consumidores do mundo inteiro, estão no centro da pesquisa que a Cooperativa Vinícola Garibaldi conduz há dez anos com novas cultivares. Os resultados desse trabalho foram levados à masterclass “Os Vinhos do Amanhã: Novas Cultivares e Oportunidades para a Vitivinicultura Brasileira na Experiência da Cooperativa Vinícola Garibaldi”, realizada na quarta-feira (7), como parte da ProWine São Paulo, no Fórum 1 do Expo Center Norte. Diante de sommeliers, apreciadores e profissionais do setor, o enólogo Ricardo Morari apresentou seis vinhos elaborados com variedades da Itália, da Romênia, da Geórgia, da República Tcheca e da Hungria, cultivadas na área experimental da cooperativa em Santa Tereza (RS).

A apresentação começou pelo cenário que motivou a pesquisa. O aumento das temperaturas, a cobrança por menos defensivos no campo e menos aditivos na vinícola e a retração do consumo nos países que historicamente mais bebiam vinho mudaram o tipo de produto procurado nas prateleiras, com mais espaço para brancos, rosés, espumantes e tintos menos concentrados. “A natureza vem nos entregando o oposto do que o mercado procura. O calor dá origem a uvas com mais açúcar e a vinhos mais alcoólicos e concentrados, enquanto o consumidor pede frescor, leveza e menos álcool”, afirmou o enólogo.

Nesse quadro, a Serra Gaúcha parte de uma posição favorável. Morari recordou a avaliação feita por um professor espanhol, durante um evento da Associação Brasileira de Enologia, de que o Brasil seria um oásis diante das mudanças do clima. “Há países investindo em tecnologia para retirar parte do álcool do vinho. Aqui, conseguimos tintos equilibrados, frutados e com frescor na faixa de 12% a 12,5% de álcool, de forma natural. Nos brancos e nos espumantes, essa vocação é ainda mais clara, mas precisamos estar atentos, porque tudo muda muito rápido”, ponderou.

O enólogo Ricardo Morari. Crédito: Augusto Tomasi

Dez anos de observação no campo

A busca por essas variedades começou em 2016, quando a Cooperativa Vinícola Garibaldi implantou, em uma área de pouco menos de um hectare em Santa Tereza, localidade de clima mais quente que o da cidade de Garibaldi, 50 fileiras de videiras, cada uma dedicada a uma cultivar. As mudas vieram de um viveiro parceiro na Itália e muitas delas não tinham histórico no país, o que exigiu o registro das variedades junto ao Ministério da Agricultura. Passados dois ou três anos, as que melhor se adaptaram passaram às microvinificações, lotes de cerca de 35 litros que permitem medir o potencial enológico de cada uva antes de qualquer decisão comercial.

Na safra 2026, foram 22 microvinificações. O acompanhamento vai da poda à colheita e inclui produtividade por planta e por hectare, análises físico-químicas e comportamento diante das doenças fúngicas. A escolha também passa pela renda de quem planta. “Quando falamos em sustentabilidade, não é somente o meio ambiente. É a sustentabilidade da cooperativa, o econômico tem peso, porque para cuidar do meio ambiente o produtor precisa ter condição financeira e, para isso, é fundamental que sua produção no vinhedo seja rentável”, observou o enólogo.

Vinhedos Experimental da Cooperativa Vinícola Garibaldi

Na taça

A degustação começou pela Soreli, branca italiana ligada a um projeto de pesquisa da região de Udine, com o qual a cooperativa tem parceria, e aparentada com a Friulano. Classificada como PIWI, grupo de variedades com resistência genética a doenças fúngicas, a uva acumula pouco açúcar e mantém acidez elevada, combinação que resulta em vinhos leves e indica aptidão para espumantes. Nas primeiras microvinificações, o aroma lembrava pêssego em calda, característica que chamou a atenção do enólogo desde o início. As mudas já estão sendo preparadas, a ampliação do plantio está prevista para o início do próximo ano e o primeiro vinho deve sair em dois ou três anos.

Próxima a chegar ao mercado, a romena Busuioaca de Bohotin tem cacho parecido com o do Moscato, mas de película colorida, e deu origem a um rosé com 11% de álcool, notas florais, toque de morango e um leve vegetal. O desempenho no campo, com cerca de 30 toneladas por hectare e boa sanidade, levou cooperados a implantar os primeiros vinhedos da variedade. O rótulo será envasado no início de dezembro e chega às lojas em janeiro de 2027, passando a integrar a linha In Veritas.

A georgiana Alexandrouli completou o grupo das inéditas. Em três anos de microvinificações, a uva entregou um tinto de pouca cor, com 11,7% de álcool, tanino presente, boa acidez e aroma fino e frutado, perfil que a Cooperativa Vinícola Garibaldi trabalha para um clarete. “Sabemos que o grande consumidor ainda procura vinhos com mais cor e mais corpo. Colocar um clarete no mercado é um desafio e uma aposta que vamos fazer”, afirmou Morari.

Os dois últimos vinhos da degustação já estão no mercado. O Garibaldi In Veritas Pálava vem de uma uva criada na República Tcheca nos anos 1970, a partir do cruzamento entre Gewürztraminer e Müller-Thurgau, e traz no rótulo o número da fileira em que foi cultivada pela primeira vez, a de número 50. Premiado em concursos no Brasil e no exterior, entre eles com ouro no Concours Mondial de Bruxelles de 2025, o vinho combina florais e de frutas brancas, lembrando um toque de tutifruti, com frescor e acidez.

A degustação teve, ainda, espaço para o Muscaris, também variedade de PIWI. Encerrou a apresentação o Garibaldi In Veritas Irsai Oliver, elaborado com uma cultivar húngara de ascendência moscatel, lançado na safra 2025 e premiado com ouro no Bacchus, na Espanha, neste ano. Com 10,8% de álcool, o vinho tem notas de flor de laranjeira e pêssego e uma película resistente que dificulta a entrada de doenças.

Foto principal: Daniela Radavelli

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Gastronomia

Campeã do MasterChef em aula gratuita no Encontro das Chefs

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Aprender a cozinhar com uma campeã do MasterChef, de perto e sem pagar nada. Essa é uma das atrações do Encontro das Chefs, que recebe Dayse Paparoto neste sábado (24), das 14h às 16h, no Cais das Artes, em Vitória. Com vagas limitadas a 50 pessoas, a aula gratuita vai destacar três produtos capixabas: inhame, palmito pupunha e banana-da-terra.

A convite do Senac-ES, correalizador do evento, a vencedora da primeira edição do MasterChef Profissionais Brasil vai ensinar a preparar ceviche de banana-da-terra com palmito pupunha grelhado e chips de inhame. A participação integra a programação do evento, que acontece de 23 a 25 de outubro.

Conhecida pelo público por sua vitória na competição gastronômica, Dayse traz para o encontro a experiência de quem também construiu uma carreira à frente de restaurantes. Formada em Cozinheiro Chef Internacional pelo Senac Águas de São Pedro, ela comanda os restaurantes Paparoto Cucina, recomendados pelo Guia Michelin por três anos consecutivos, em 2024, 2025 e 2026, e já integrou o júri do Bocuse d’Or, uma das principais competições gastronômicas do mundo.

A programação do Encontro das Chefs oferece aulas, oficinas, apresentações musicais, dança, DJs e uma feira de expositores com produtos artesanais, opções gastronômicas e iniciativas da economia criativa. A entrada é gratuita, com atividades para toda a família.

Chefs experientes no preparo da moqueca e da torta capixaba

Além de Dayse, o Senac-ES leva ao evento duas profissionais que estão à frente da reconhecida gastronomia do Hotel Senac Ilha do Boi. Elas vão compartilhar técnicas e dicas para preparar dois clássicos da culinária do Espírito Santo.

No sábado (24), das 16h às 19h, a chef Ádila Costa conduz a aula-show “Moqueca Capixaba: O Segredo do Sabor”, dedicada aos ingredientes e ao preparo de um dos pratos mais conhecidos do estado. No domingo (25), das 15h às 18h, a chef Mônica Gonçalves apresenta “Torta Capixaba: Sabores que Contam Nossa História”, com orientações sobre a receita e as tradições que a acompanham.

Encontro das Chefs 2026 – Da terra à mesa

Quando: 23 a 25 de outubro

Horários: sexta-feira, das 16h às 22h; sábado, das 10h às 22h; domingo, das 12h às 19h

Local: Cais das Artes, Vitória

Informações: https://www.instagram.com/encontro_das_chefs/

Entrada gratuita

Confira a programação completa!

Sexta-feira – 23 de outubro

Horário do evento: 16h às 22h

Aulas, oficinas e experiências

16h30 – Sabores que Contam Histórias

Do livro Afeto à mesa: moquequinha de camarão com chuchu e angu

Com os chefs Juarez Campos e Julia Faria

18h – Do Desperdício ao Sabor

Reaproveitamento de alimentos, reciclagem e sustentabilidade, com aula prática

Com a chef Rosana Neres

18h30 – Da Cozinha ao Evento: Os Segredos de um Catering de Sucesso

Como transformar gastronomia em experiência, organizar uma operação e encantar o cliente

Com a chef Karla Brandão

20h – Cozinha Sustentável: Transformando Ingredientes, Preservando o Futuro Receitas criativas e saborosas com aproveitamento integral dos alimentos e redução do desperdício

Com a chef Maristella Sodré

Palco e apresentações

16h – DJ Larissa Tantan

18h – Instituto Serenata D’Favela – orquestra e coral

19h – Show musical com Elaine Augusta

20h30 – DJ Larissa Tantan

Feira de Expositoras: durante todo o evento

Sábado – 24 de outubro

Horário do evento: 10h às 22h

Aulas, oficinas e experiências

10h – Mostre o Valor do Que Você Faz

Posicionamento, fotografia e vídeo para criar conteúdos que apresentam seu negócio, valorizam seus produtos e aproximam sua marca do público

Com Alexsandra Victório

11h – La Vincitrice: Sabores de uma Receita Premiada

As chefs Amanda Queiroz e Carla Dall’Orto, da Bontà, compartilham o preparo do tomate seco e do pesto que fazem parte da pizza premiada em Nápoles

11h30 – Aula Kids: Mini Pizza — Pequenos Exploradores

Uma experiência divertida para conhecer ingredientes, descobrir sabores e explorar combinações

Cozinha Encantada, com a chef Déborah Sampaio

13h – Oficina de Reciclagem

Do consumo ao descarte: sustentabilidade!

14h – Da Terra à Criação: Sabores Capixabas Reinventados pela Chef Dayse Paparoto Realização: Senac-ES

14h30 – Aula Kids: Biscoitos dos Sentidos

Uma experiência sensorial para explorar cores, aromas, sabores e texturas.

Cozinha Encantada, com a chef Déborah Sampaio

15h – Do Aipim ao Pão: Sabor que Vem da Terra

Aprenda a transformar aipim em pão artesanal e conheça técnicas para preparar a receita em casa

Com a chef Luciana, da Jucá Padaria Artesanal

16h – Moqueca Capixaba: O Segredo do Sabor

Uma viagem pelas origens e transformações da moqueca capixaba, suas raízes indígenas e africanas e a tradição das Paneleiras

Aula-show: chef Ádila Costa

Condução acadêmica: professora doutora Patrícia Merlo

Realização: Senac-ES

16h30 – Contação de História: Histórias da Floresta e as Poções Mágicas

Com Crystal Enyly

17h – Da Terra ao Doce: Sabores que Contam Histórias

Banana, café, cacau e especiarias se transformam em uma sobremesa cheia de aromas, texturas e sabores

Com a chef Laura Mello

19h – Chocolate Capixaba: Do Cacau à Criação

Uma experiência de sabores com Espírito Cacau e a chef Andréa Souto

Palco e apresentações

10h – DJ Negana

13h –Show musical com CAJU

15h – DJ Negana

17h – Dança flamenca com Olé Trio

18h30 – Show musical com Suindara

20h – DJ Negana

Feira de Expositoras: durante todo o evento

Domingo – 25 de outubro

Horário do evento: 12h às 19h

Aulas, oficinas e experiências

12h – Café Capixaba: Do Grão à Xícara

Uma experiência de sabores, aromas e qualidades dos cafés capixabas Com a TERRAFÉ e as baristas Francine Gravina e Marcela Cortêz.

13h – Meu Drink, Minha Receita

Da primeira receita ao primeiro evento: aprenda a preparar drinks e descubra como trabalhar com festas e eventos

Aula prática com a chef Cláudia Marriel

13h30 – Aula Kids: Cupcake Sustentável – Nada se Perde!

Uma experiência para transformar ingredientes, evitar o desperdício e descobrir como sustentabilidade combina com criatividade e sabor Cozinha Encantada, com a chef Déborah Sampaio

14h30 – Oficina de Reciclagem

Do consumo ao descarte: sustentabilidade!

15h – Torta Capixaba: Sabores que Contam Nossa História

Uma experiência sobre a história e a diversidade cultural da gastronomia capixaba, com influências portuguesas, tradições de panificação pomerana e italiana e a doçaria do interior

Aula-show: chef Mônica Gonçalves

Condução acadêmica: professora Isaura Caliari

Realização: Senac-ES

15h30 – Aula Kids: Waffle de Descobertas

Uma experiência divertida para criar, experimentar e descobrir novos sabores e combinações

Cozinha Encantada, com a chef Déborah Sampaio

16h – Da Terra à Taça: A Força da Mulher no Vinho

Um encontro sobre vinho, território e protagonismo feminino, percorrendo o caminho que começa na terra e chega à taça

Com a sommelier Tati Gomes

Palco e apresentações

12h – DJ Negana

15h – Dança flamenca com Sala Baila

16h – Show musical com GPT – Girl Power Trio

18h – DJ Negana

Feira de Expositoras: durante todo o evento

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Gastronomia

Gelato grátis marca inauguração da nova unidade da Borelli em Jardim Camburi

Gelateria abre as portas no dia 22 de outubro, em Vitória, com distribuição gratuita de gelatos das 16h às 22h

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A felicidade tem um novo destino em Vitória. A Gelato Borelli inaugura nova unidade em Jardim Camburi nesta quinta-feira, dia 22 de outubro, com distribuição gratuita da iguaria italiana das 16h às 22h.

Localizada na Rua Carlos Martins, a nova loja marca mais uma etapa da expansão dos empresários Vitor Guedes, Isabella Lira e Caio Adrião, que já estão à frente das unidades do Shopping Vitória, da Praia do Canto e de Linhares. Com o novo endereço, o grupo passa a administrar quatro lojas da franquia no Espírito Santo.

Inspirada na tradição italiana, a Borelli reúne mais de 120 sabores em seu portfólio, entre eles Pistacchio, Caramelatto e Borellito. O cardápio também contempla opções à base de frutas, sem lactose, zero açúcar e versões com whey protein. Ao longo do ano, a marca apresenta ainda sabores sazonais, com novas combinações que ampliam as opções para diferentes gostos e preferências.

Além do atendimento nas lojas, a Borelli conta com o Carretino, estrutura móvel que leva os gelatos da marca a casamentos, formaturas, aniversários e eventos corporativos.

Inauguração Gelato Borelli Jardim Camburi

Quando: 22 de outubro (quinta-feira)

Horário da distribuição gratuita de gelatos: das 16h às 22h

Local: Rua Carlos Martins, 781, Jardim Camburi, Vitória

Instagram: @gelatoborellivitoria

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