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Gregorio Duvivier chega a Vitória com o espetáculo “O Céu da Língua”

Após reunir 218 mil espectadores, espetáculo será apresentado de 04 07 de novembro no Teatro Universitário da Ufes

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Quem tem medo de poesia? Gregorio Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido.

A comédia “O Céu da Língua” explora de forma leve e criativa a presença quase invisível da poesia no cotidiano, e chega em Vitória para quatro dias de apresentações, do dia 04 a 07 de novembro, sendo duas por dia,  no Teatro Universitário UFES. Os ingressos estão à venda através do site Sympla.

A direção é da atriz Luciana Paes, parceira de Gregorio nos improvisos do espetáculo Portátil. No palco, com cenografia de Dina Salem Levy, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier, irmã do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua lábia desafiadora.

Apresentação da peça O Céu da Língua no Teatro Guaíra. Foto: Annelize Tozetto

Sinopse

Gregorio Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria, mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. Afinal a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo em seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. Mas disse pra quem? E por que? Disse porque a palavra inaugura um mundo. Daí o termo o Céu da Língua: foi a língua, afinal, que nos pariu. Nos pariu como povo, mas também como humanidade.

Para o artista, a língua é algo que nos une, nos move, mas raramente damos atenção a ela. É só pensar nas metáforas usadas no cotidiano – “batata da perna”, “céu da boca”, “pisando em ovos”. Nesta hora, usamos a poesia e nem percebemos. Para provar que a poesia é popular, Gregorio chama atenção para os grandes letristas da música brasileira, como Orestes Barbosa e Caetano Veloso, citados em “O Céu da Língua” através das canções “Chão de Estrelas” (1937) e “Livros” (1997). “Os nossos compositores conseguiram realizar o sonho de Oswald de Andrade de levar poesia para as massas”, festeja o ator.

Nesta cumplicidade com a plateia, Gregorio mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e, claro, homenageia Portugal, o país que emprestou ao Brasil a sua língua para que todos se comunicassem. Além de Fernando Pessoa, o ator evoca o poeta Eugênio de Andrade e lembra de que a origem de “O Céu da Língua” está relacionada ao espetáculo “Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar”. O divertido intercâmbio linguístico colocou no mesmo palco Gregorio e o humorista luso Ricardo Araújo Pereira em improvisações sobre o idioma que os une.

O CÉU DA LÍNGUA com Gregorio Duviver:

Local: Teatro Universitário UFES (Av. Fernando Ferrari, 514 – Goiabeiras, Vitória)

Quando: 04, 05, 06 e 07 de Novembro – quarta, quinta, sexta e sábado

Horário:  Quarta a Sexta, às 19h e às 21h30 .  Sábado, dia 7, às 16h30 (esgotado) e 19h

Classificação: 12 anos

Duração: 80 minutos

Gênero: Comédia

Ingressos:

• Plateia A: R$ 200 (inteira) | R$ 100 (meia)

• Plateia B: R$ 180 (inteira) | R$ 90 (meia)

• Mezanino: R$ 140 (inteira) | R$ 70 (meia)

Venda: https://bileto.sympla.com.br/event/115599?share_id=1-copiarlink e no Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo) a partir das 15h

Informações: (27)2142-5350 | wbproducoes.com

Teatro

Espetáculo O Rei Leão no Teatro Universitário

Montagem de Luzivam Dourado será apresentada neste domingo, dia 04 de outubro

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O clássico O Rei Leão ganha uma nova adaptação para o teatro pelas mãos de Luzivam Dourado e chega ao palco do Teatro Universitário da Ufes, em Vitória, neste domingo (4), às 17h30. Inspirado na animação da Disney, o musical acompanha Simba em uma jornada marcada pela perda do pai, pelas armadilhas do tio Scar e pela descoberta do próprio caminho até retornar ao reino.

Os ingressos da Plateia A já estão esgotados, mas ainda há lugares disponíveis na Plateia B e no Mezanino, com valores a partir de R$ 40 (meia-entrada). As entradas podem ser adquiridas pelo Sympla. 

Com cenários e figurinos que ajudam a construir o universo da história, a montagem mostra o jovem leão deixando sua terra depois da morte de Mufasa. Longe do reino, ele encontra em Timão e Pumba novos amigos e passa por experiências que transformam sua maneira de enxergar a vida. Ao amadurecer, Simba percebe que precisa enfrentar o passado para voltar para casa e assumir a responsabilidade pelo futuro do reino.

A montagem leva ao palco temas como família, amizade, coragem, responsabilidade e a busca pelo próprio lugar no mundo.

O Rei Leão – O Musical, de Luzivam Dourado
Quando:
04 de outubro (domingo), às 17h30
Local: Teatro Universitário da Ufes – Av Fernando Ferrari, 514, Vitória 
Ingressos: segundo lote – Plateia B: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia) | Mezanino: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)
Vendas: Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/125977/d/409165
Classificação livre

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Teatro

Espetáculo ‘A Peso de Ouro’: humor, poesia e crítica social em nova apresentação em Vitória

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Depois da estreia no Palácio da Cultura Sônia Cabral, em Vitória, o espetáculo “A Peso de Ouro” terá uma nova apresentação no dia 2 de outubro, às 19h30, na Sala Abel Santana, em Camburi. A montagem é do Grupo Arte Oficina, núcleo profissional da Oficina de Atores Abel Santana, e parte de uma obra de Ferreira Gullar para construir uma história que mistura situações de humor, poesia e crítica social.

Os ingressos estão à venda através do site Sympla e custam R$ 40 (meia entrada).

A peça acompanha Vitinho, um jovem de 20 anos que nasceu com um rubi preso ao umbigo. A pedra foi colocada pela avó ainda em seu nascimento, como uma tentativa de protegê-lo da morte. O que parecia ser uma forma de proteção, no entanto, ganha outro significado quando a família enfrenta dificuldades financeiras.

Diante das dívidas, o pai passa a considerar a retirada do rubi como uma saída para a crise. A possibilidade de transformar a joia em dinheiro faz com que o interesse pelo rapaz ultrapasse os limites da própria família. Aos poucos, Vitinho passa a ser visto como uma fonte de riqueza e se torna alvo da cobiça de diferentes personagens.

A situação coloca o jovem no centro de uma disputa em que dinheiro, interesses pessoais e relações familiares se misturam. Para preservar a pedra, Vitinho precisa também lutar pela própria sobrevivência.

Referência

A montagem tem como referência “Um Rubi no Umbigo”, texto escrito por Ferreira Gullar em 1970. Para o diretor Abel Santana, a obra oferece espaço para discutir questões que permanecem presentes nas relações sociais.

“É uma obra que continua extremamente atual ao discutir a ganância, as relações familiares e o valor que damos às pessoas. Nossa adaptação preserva a essência do texto de Ferreira Gullar, mas dialoga diretamente com o público de hoje, equilibrando humor, poesia e reflexão”, afirma.

“A Peso de Ouro” também representa uma mudança no percurso artístico do diretor, que pela primeira vez adapta um texto produzido no século XX. Até então, seu trabalho vinha sendo marcado por montagens baseadas em autores clássicos, com textos ambientados principalmente entre os séculos XV e XIX.

Peça A Peso de Ouro, de Abel Santana

Quando: 02 de outubro (sexta-feira), às 19h30

Local: Sala Abel Santana (Avenida Dante Michelini, 501 – Vitória)

Ingressos: R$40 (meia entrada) *todos pagam meia entrada adquirindo os ingressos até 30 minutos antes do espetáculo

Vendas: https://www.sympla.com.br/evento/a-peso-de-ouro

Informações: @oficinaabelsantana

Fotos: Cris Correa

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Teatro

Clássico capixaba “A Cigarra e a Formiga” chega a Colatina

Apresentações acontecem nos dias 19 e 20 de setembro, no Teatro Marista Colatina

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Um dos maiores clássicos do teatro infantil capixaba, “A Cigarra e a Formiga” será uma das atrações do 3º Festival de Teatro Seguros Unimed, com apresentações nos dias 19 e 20 de setembro, no Teatro Marista Colatina, em Colatina. Os ingressos estão à venda através deste site.

Com mais de 27 anos em cartaz e mais de 1.500 apresentações realizadas, a montagem do Grupo de Teatro Campaneli conquistou gerações de famílias ao transformar a tradicional fábula de Esopo em um espetáculo repleto de música, humor, interação e importantes ensinamentos para crianças e adultos.

Dirigido por Alexandre Augusto Campanelli, o espetáculo acompanha a divertida história da formiga trabalhadora e da cigarra artista, mostrando que responsabilidade, amizade, cooperação, respeito às diferenças e preservação do meio ambiente caminham lado a lado. De forma leve e envolvente, a peça também reforça que o trabalho é importante, mas que a arte, a criatividade e a alegria têm papel essencial na construção de uma sociedade mais humana.

No palco, Rodrigo Campaneli e Cleverson Guerrera dão vida aos personagens em uma encenação dinâmica, marcada pela interação com o público e por uma linguagem acessível aos pequenos, tornando o espetáculo uma experiência divertida para toda a família.

A Cigarra e a Formiga – Teatro Campaneli

Quando: 19 e 20 de setembro

Horário: sábado e domingo, às 15h

Local: Teatro Marista Colatina (Av. Champagnat, 225, Colatina)

Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia-entrada)

Classificação etária: 2 a 12 anos

Duração: 45 minutos

Vendas:  https://festivalsegurosunimed.byinti.com/#/event/antes-do-ano-que-vem-colatina-543-824

Clientes Seguros Unimed têm 50% de desconto

Clientes Clube UOL têm 35% de desconto

Informações: www.festivalsegurosunimed.com.br

Instagram: @festivalsegurosunimed

Realização e Produção: Sinapse Produções

Produção Local: WB Produções
Informações: wbproducoes.com

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