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Cultura

Festival Reencontros: Inscrições abertas para fotógrafas negras apresentarem seus trabalhos

Um dos destaques do evento será a Mostra Fotográfica Maria Verônica da Pas, que acontece entre os dias 04 de outubro e 20 de dezembro, no Museu Capixaba do Negro

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Foto principal: Hellen Salomão

O Museu Capixaba do Negro (MUCANE), no Centro de Vitória, será palco de parte da primeira edição do Festival Reencontros, que promete ser um marco na celebração da arte e da cultura negra no Espírito Santo. Um dos destaques da programação é a Mostra Maria Verônica da Pas de Fotografia, que acontece entre os dias 4 de outubro e 20 de dezembro.

Fotógrafas negras de todo o território brasileiro podem inscrever seus trabalhos por meio de um formulário, até 8 de setembro. O regulamento completo e a inscrição estão disponíveis no site www.mostraveronicadapas.com. Todos os custos da mostra são gratuitos para as fotógrafas: inscrição, impressão, molduraria e montagem.

O nome da mostra é em homenagem a Maria Verônica da Pas, médica psiquiatra de renome e uma das idealizadoras e fundadoras do MUCANE, além de ser uma figura central no movimento negro capixaba. Sua contribuição à cultura e à luta por igualdade racial no estado deixou um legado significativo, que agora será celebrado através da fotografia.

“E Eu Mulher Preta” – Fotografia de Taynara Barreto

Com a inclusão e diversidade como um dos pilares, no intuito de promover a acessibilidade, a mostra também contará com material em braile e acesso à audiodescrição das obras.

Além da exposição fotográfica, o Festival Reencontros contará com uma programação musical diversificada. Local e line-up serão divulgados em breve no site e no Instagram do projeto (https://www.instagram.com/festival.reencontros).

O evento é viabilizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura (LICC), através do patrocínio da EDP, distribuidora de energia elétrica do Espírito Santo, e da ES Gás – Companhia de Gás do Espírito Santo, contando também com o apoio cultural do Grupo Energiza. O festival tem como objetivo ocupar espaços da cidade com arte e cultura protagonizadas por artistas negros, promovendo a diversidade e a inclusão cultural.

Conheça a banca de avaliação

A comissão de avaliação é formada pelas fotógrafas Taynara Barreto (ES), Gabriela Palha (BA) e Helen Salomão (BA), que possuem trabalhos reconhecidos no Brasil e no exterior. Elas também estarão em Vitória na semana de abertura da exposição para ministrar oficinas e promover visitas guiadas para o público.

Gabriela Palha

Nascida em Moçambique, no sul da África, Gabriela Palha traz em seu trabalho um olhar íntimo das cores, expressões e cultura da Bahia, especialmente do recôncavo baiano, em Cachoeira. Seu trabalho é voltado para registros do cotidiano preto influenciado por afeto e memória, que tem como principal objetivo enaltecer os corpos negros que são constantemente marginalizados, desumanizados e invisibilizados.

Hellen Salomão

Natural de Salvador (BA), Hellen é uma artista multidisciplinar que utiliza diferentes práticas para construir suas obras, tais como fotografia, videoarte, escrita e instalações. Por meio de sua introspecção, das trocas territoriais e pesquisas, discute sobre múltiplas existências a partir da interligação entre corpo, alma, tempo, espaços, saberes, nutrição, identidade e memórias. 

Taynara Barreto

Formada em Comunicação Social, a capixaba de 34 anos já participou de exposições em Bogotá, Buenos Aires e, recentemente, na prestigiada Galeria Homero Massena, e foi ganhadora do Prêmio do Prêmio XVI Marc Ferrez de Fotografia.

Mostra Maria Verônica da Pas de Fotografia

Data: 4 de outubro de 2024

Local: Museu Capixaba do Negro (MUCANE), Centro de Vitória

Inscrições: Abertas para fotógrafas de todo o Brasil através do site http://mostraveronicadapas.com  

Informações: www.instagram.com/festival.reencontros

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Cultura

Para todas as idades: Festival Tortinha Black reforça cultura afro-capixaba em Vitória

Evento gratuito acontece nos dias 21 e 23 de maio, unindo arte, educação antirracista e protagonismo negro em programação para todas as idades

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Vitória começa a entrar no ritmo de um dos eventos mais simbólicos do calendário cultural capixaba. O Festival Tortinha Black retorna nos dias 21 e 23 de maio, com uma proposta que mistura formação, lazer e valorização da cultura afro-brasileira em programação gratuita e aberta ao público. Criado por Fábio Carvalho, o festival aposta na cultura como ferramenta de transformação social. A edição de 2026 amplia seu alcance ao integrar um seminário voltado à educação antirracista com um grande encontro multicultural no Parque Baleia Jubarte, na Enseada do Suá.

Programação

O seminário “Quando a Palavra Vira Quilombo”, marcado para o dia 21 de maio, no Teatro Sesi, em Jardim da Penha, traz ao centro do debate a escrita negra como expressão de resistência e construção de narrativas. O encontro reúne pesquisadores e educadores que atuam diretamente na promoção da equidade racial.

Já no dia 23, o festival promete uma verdadeira imersão cultural ao longo de 10 horas de programação. Música, teatro, dança, oficinas e gastronomia compõem um mosaico de experiências que dialogam com ancestralidade e contemporaneidade.

Além das atividades culturais, o evento também impulsiona a economia local com uma feira de empreendedores, fortalecendo iniciativas criativas e comunitárias.

Programe-se e participe!

SEMINÁRIO TORTINHA BLACK: “Quando a Palavra Vira Quilombo”

Quando: 21 de maio (quinta-feira)
Local: Teatro Sesi (Jardim da Penha)

18h30: Credenciamento
19h: Recepção e boas-vindas
19h30: Mesa-redonda
20h30: Debate com o público

FESTIVAL TORTINHA BLACK

Quando: 23 de maio (sábado)
Local: Parque Baleia Jubarte (Praça do Papa, Enseada do Suá)

Programação ao longo do dia (10h às 19h):

●      Shows musicais

●      Teatro e dança

●      Oficinas (pipa, turbantes, malabares, dança e gastronomia)

●      Festival de pipas

●      Feira de Economia Solidária e Criativa com 20 empreendedores

Evento gratuito e classificação livre.

Fotos: Bárbara Bueno

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Cultura

Disco Voador leva experiência retrô ao Shopping Montserrat neste sábado (02)

A viagem sonora guiada por discos de vinil acontece neste sábado, dia 02 de maio, a partir das 16h

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O charme das vitrolas e a atmosfera nostálgica do vinil que atravessa gerações estão de volta em uma experiência que celebra a música popular brasileira. É nesse clima retrô que o Shopping Montserrat recebe o projeto Disco Voador, neste sábado, dia 02 de maio, a partir das 16h. A Varanda Montserrat, localizada no Piso L3, será palco de uma edição do evento, que reúne música, cultura e entretenimento em um ambiente pensado para toda a família. Os ingressos são gratuitos e limitados, com retirada exclusiva pelo Sá App.

O Disco Voador é um coletivo de DJs dedicado às brasilidades em vinil, conduzindo o público por uma experiência musical que mistura groove, nostalgia e pista de dança. Organizado pelo DJ Fabrício Bravim, o projeto nasceu da paixão pelos discos e pela riqueza da música brasileira, valorizando o formato analógico e a experiência única de ouvir música diretamente dos LPs.

Durante a apresentação, o público pode desfrutar de um repertório que passeia por clássicos e raridades da MPB, samba, soul brasileiro, funk, disco e tropicalismo, em sets cuidadosamente selecionados e mixados exclusivamente em vinil. Mais do que uma festa, o evento se consolida como um encontro cultural que conecta gerações e promove a valorização da música nacional.

Disco Voador – coletivo de DJs apresenta brasilidades em vinil em uma experiência musical retrô na Varanda Montserrat.

Quando: 02 de maio (sábado), das 16h às 22h

Local: Piso L3 do Shopping Montserrat

Ingressos: gratuitos e limitados com retirada pelo Sá App.

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Shows

Ex-BBB Raquele Cardozo estreia projeto voltado para o arrocha

O primeiro show da nova fase da artista acontece neste sábado, dia 2 de maio, na Singos, na Serra

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A capixaba Raquele Cardozo, conhecida nacionalmente após sua participação no Big Brother Brasil 24, inicia um novo capítulo em sua trajetória artística: a estreia de um projeto musical no segmento do arrocha. Cantora, empreendedora e influenciadora, Raquele transforma um talento que começou de forma espontânea dentro do reality em uma carreira estruturada nos palcos.

Natural de Conceição da Barra e criada em Jacupemba, Aracruz (ES), Raquele conquistou o público com sua autenticidade e carisma, ampliando sua visibilidade nacional e abrindo novos caminhos profissionais após o programa.

Após o reality, passou a integrar a nova formação do grupo Melanina Carioca, consolidando sua presença na música e ampliando sua experiência artística ao lado de nomes já conhecidos do cenário nacional.

Agora, em carreira solo, a artista aposta no arrocha como identidade sonora. O novo projeto inicia com releituras e marca um posicionamento mais pessoal e emocional, explorando sua potência vocal em um repertório que dialoga diretamente com o público. A escolha do gênero reforça sua conexão com a música popular e com histórias que falam de amor, superação e vivências reais.

Além da música, Raquele segue à frente de sua trajetória empreendedora, mas deu uma pausa em seu negócio no ramo da confeitaria, em Vila Velha, para se dedicar integralmente à carreira artística. Sua trajetória também é marcada por um forte discurso de autoestima, representatividade e empreendedorismo, especialmente como mulher preta que construiu sua própria marca.

“Esse projeto é a realização de um sonho que por muito tempo pareceu distante. A música sempre esteve no meu coração, e hoje poder viver isso com a minha identidade, do meu jeitinho, é muito especial. Sou muito grata a quem acreditou em mim e, principalmente, aos meus seguidores, que me dão força todos os dias. Esse trabalho tem muito de mim, é verdadeiro, feito com carinho, e eu tenho certeza que o público vai sentir isso”, diz a artista.

O projeto já tem data para estrear: o primeiro show acontece neste sábado, dia 2 de maio, na Singos, na Serra (ES), marcando oficialmente o início dessa nova fase nos palcos. 

Fotos: Braza Estúdio Criativo

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