O Bloco SambaJu dá início à temporada 2025 com o primeiro ensaio do ano já neste sábado, dia 4 de janeiro, a partir das 18h, no Brizz, em Vitória. A noite promete ser repleta de energia, alegria e muito samba no pé.
Para tornar a festa ainda mais especial, Flavinha Mendonça e Marcos Bifão se juntam ao SambaJu para celebrar o verão e antecipar o clima contagiante do Carnaval.
Conhecido pela sua mistura de ritmos, irreverência e um repertório que vai do samba clássico aos hits contemporâneos, o SambaJu é o projeto musical da cantora Juana Zanchetta, que já conquistou plateias em eventos renomados como o Baile Voador, o Festival Delírio Tropical, a Arena Verão Vitória, o Festival Santa Teresa Gourmet, o Festival Roda de Boteco, entre outros. Em cada show, a artista envolve o público em momentos de pura conexão e festa, mostrando que o samba é a alma que une todos os ritmos e corações.
Sobre Juana Zanchetta
Com 15 anos de carreira, a capixaba Juana Zanchetta é uma verdadeira embaixadora do samba no Espírito Santo. Percussionista da Unidos de Jucutuquara, ela também foi um dos pilares do grupo Bloco Bleque, que levou a música brasileira para palcos internacionais. Sua trajetória é marcada por parcerias de peso, como a gravação da faixa “Só tem Jogador” com Gabriel O Pensador, presente na trilha do jogo FIFA Soccer 2012.
Desde 2023, Juana vem ganhando destaque com o show SambaJu, consolidando-se como referência em eventos culturais e projetos ligados à música brasileira. Agora, com o Bloco SambaJu, ela promete transformar cada encontro em um carnaval de emoções, no qual o samba e a brasilidade são os grandes protagonistas.
Primeiro Ensaio do ano do Bloco SambaJu com participações de Flavinha Mendonça e Marcos Bifão Quando: 4 de janeiro (sábado), às 18h Onde: Brizz – Vitória Ingressos: Disponíveis no local.
Festival Primavera Teresense 2026: premiação de R$ 7 mil e shows de atrações nacionais com entrada gratuita em Santa Teresa
A grande final do festival autoral acontece no dia 4 de setembro, abrindo uma programação ininterrupta de shows com Paralamas do Sucesso, Samuel Rosa e Nenhum de Nós
A quinta edição do Festival de Música Primavera Teresense chega à sua etapa decisiva movimentando o Parque de Exposições de Santa Teresa neste fim de semana. No dia 4 de setembro, os três artistas selecionados disputam mais de R$ 7 mil em premiações e incentivos de carreira. A decisão abre um fim de semana recheado de atrações nacionais como Paralamas do Sucesso, Samuel Rosa, Nenhum de Nós e Rádio Táxi. A programação é gratuita.
Disputam o pódio as composições “Filhos da Terra” (Jr Bocca), “Indagações” (Elisa Alves) e “Em Cada Canto” (Pedro Hoisel e Cris Diniz). As premiações do festival estão divididas entre o 1º lugar, que recebe o Troféu Beija-flor (R$ 2.500,00, uma guitarra Backstage e dois shows no valor de até R$ 3.000,00); o 2º lugar, contemplado com o Troféu Orquídea (R$ 2.000,00); o 3º lugar, que leva o Troféu Quaresmeira (R$ 1.500,00); e a categoria de aclamação popular, premiada com o Troféu Ipê Amarelo (R$ 1.000,00).
Samuel Rosa é atração do domingo
“O Primavera Teresense nasceu para valorizar a nova produção autoral e dar palco ao talento da nossa terra. Entregar mais de R$ 7 mil em prêmios, além de oportunidades reais de shows e instrumentos, é a nossa forma de impulsionar essas carreiras. Unir essa competição a um line-up com os maiores nomes do rock e da música nacional transforma o festival em um encontro inesquecível de gerações para o público”, destaca Alessandro Eller, presidente do Instituto Panela de Barro.
Paralelamente aos shows, a Praça da Cultura recebe a Expo Flores entre os dias 5 e 7 de setembro, reunindo produtos da agricultura familiar e atrações culturais no Centro da cidade.
Confira a programação musical completa:
Programação de Shows – Parque de Exposições
Sexta-feira (04/09)
18h: Final do Festival (Apresentações de Jr Bocca, Elisa Alves, Pedro Hoisel e Cris Diniz)
O Brasil, com sua diversidade de territórios, culturas, povos, paisagens e modos de existir, é o ponto de partida da exposição Brasilina – Poéticas de uma Nação Mátria, em cartaz entre os dias 1º e 30 de setembro, na Galeria do Centro Cultural SESI, em Vitória. A mostra reúne artistas e designers brasileiros em torno de uma reflexão sobre a riqueza e a complexidade do país, por meio de diferentes linguagens, técnicas, materiais e expressões criativas.
Idealizada por Isabela Castello e Fernando Nicolau, com curadoria de Isabela Castello e Isabel Portella, a exposição parte de uma imagem simbólica: a brasilina, pigmento vermelho associado ao pau-brasil, árvore que deu nome ao país. A substância que colore o cerne da madeira torna-se, na exposição, metáfora para a própria identidade brasileira — diversa, intensa, contraditória e em constante transformação.
“A brasileína é uma tinta vermelha intensa, cor de brasa, que se forma naturalmente pela reação química da brasilina – substância encontrada no interior da árvore pau-brasil – em contato com o ar e a luz. Reagir ao encontro, como descrito acima, é sintoma de morte por podas drásticas e cortes violentos na espécie. Deste modo, o Brasil, único país com nome de árvore no mundo, é forjado. É possível falar de história sem falar de corte, de trauma? E falar de corte, de trauma é regenerá-lo? Quem és tu, cidadã brasileira? Quem és tu, cidadã latino-americana?”, instiga o idealizador, Fernando Nicolau.
Isabel Portella
Também à frente do projeto, Isabela Castello diz que Brasilina fala da potência criativa do nosso país, da nossa essência. “Precisamos olhar para nossas raízes, nossas belezas e nossa história para compreender o país que somos e, principalmente, o país que queremos construir coletivamente. E nada melhor do que a arte para nos ajudar nessa tarefa, porque a arte reflete quem somos e como nos percebemos. Nesta exposição, reunimos 32 artistas brasileiros para, por meio de diferentes linguagens e olhares, refletir sobre o Brasil e sobre a nação que queremos construir. Um convite para olhar para nós mesmos, reconhecer nossa diversidade e nossa potência e imaginar, juntos, novos caminhos para o nosso país”.
A proposta da Brasilina nasce do desejo de olhar para o Brasil além dos estereótipos e das narrativas únicas, reconhecendo sua potência natural e cultural, mas também suas contradições. Um país de dimensões continentais, biodiverso, multicultural e miscigenado, marcado por profundas desigualdades, mas também por criatividade, resistência, afetos e capacidade de reinvenção.
A exposição está estruturada em três eixos curatoriais: Identidade, Natureza e Sociedade. Juntos, eles propõem diferentes perspectivas sobre o país. Identidade aborda as múltiplas formas de ser e pertencer ao Brasil; Natureza contempla a biodiversidade, os territórios e as relações entre ser humano e meio ambiente; e Sociedade reflete sobre as relações, desafios, contrastes e transformações que constituem a vida brasileira.
Um dos conceitos centrais da mostra é a ideia de nação mátria, uma visão do país como terra-mãe, que gera, nutre e protege. A expressão propõe uma perspectiva mais afetiva e inclusiva de nação, relacionada à terra, à natureza, às ancestralidades e ao papel das mulheres na construção da vida social e cultural brasileira.
A exposição também parte de uma reflexão simbólica sobre a bandeira nacional. O lema “Ordem e Progresso”, inspirado no pensamento de Auguste Comte, originalmente fazia parte de uma formulação mais extensa que incluía a palavra “amor”. Ao trazer essa ausência para o campo da reflexão artística, Brasilina propõe uma regeneração simbólica: amor como princípio, ordem como base e progresso como fim. Terra como corpo, cultura como cura, arte como fala. Mais do que apresentar obras sobre o Brasil, Brasilina busca criar um espaço de encontro e reflexão, e para isso contará com um programa educativo desenvolvido pela arte-educadora Tatiana Rosa. A diversidade de artistas, linguagens e perspectivas permite que diferentes Brasis coexistam na mesma exposição, revelando que não existe uma única maneira de representar ou compreender o país.
Brasilina – Poéticas de uma Nação Mátria Realização: Decoranea e 1COMUM Coletivo Idealização: Isabela Castello e Fernando Nicolau Curadoria: Isabela Castello e Isabel Portella Local: Galeria do Centro Cultural SESI – Jardim da Penha, Vitória Abertura: 1º de setembro, das 18h às 21h Período de visitação: 1º a 30 de setembro de 2026 Horários: terça a sábado, das 10h às 20h Entrada: Gratuita
Museu da História da Moto reúne modelos raros e clássicos em Cariacica
Mostra gratuita, que acontece de 1º a 30 de setembro no Shopping Moxuara, apresenta motocicletas históricas, incluindo modelos da Segunda Guerra Mundial, clássicos da Honda e exemplares customizados
Essa é para os apaixonados pelo mundo das motocicletas! De 1º a 30 de setembro, o Shopping Moxuara recebe a exposição itinerante Museu da História da Moto, com entrada gratuita e visitação durante o horário de funcionamento do empreendimento.
Intitulada “Venda de Garagem – Dia do Motociclista”, a ação reúne cerca de 20 motocicletas, além de obras de arte, peças decorativas e artefatos relacionados ao universo motociclístico. A proposta é aproximar o público da história das motos por meio de exemplares que ajudam a contar a evolução da indústria e da cultura das duas rodas. Entre os destaques estão 15 motocicletas da coleção Honda, com modelos que atravessaram diferentes gerações, como CG Bolinha, CG Quadrada, CG ML, CG Turuna, CB 400, CB 450, CB 400 Four, além de modelos 750 e 1000, entre outros.
A exposição também apresenta cinco motocicletas que representam diferentes momentos e estilos da customização: Café Racer, Scrambler, Bobber, Chopper e uma motocicleta utilizada no período da Segunda Guerra Mundial.
Outro destaque é uma Royal Enfield com sidecar, que estará disponível para que os visitantes possam subir na motocicleta e fazer seus registros fotográficos. Além dessa, terá moto empregada pelo campeão de motovelocidade de Minas Gerais. Aos finais de semana, de sexta a domingo, o piloto estará presente para conversar com o público e tirar fotos.
A exposição itinerante faz parte do projeto Museu da História da Moto, criado com a proposta de preservar e difundir a memória do motociclismo no Espírito Santo. O formato permite levar o acervo a diferentes espaços e aproximar o público de um patrimônio que reúne história, mecânica, design, arte e cultura.
Museu da História da Moto – “Venda de Garagem – Dia do Motociclista” Período de visitação: 1º a 30 de setembro, durante o horário de funcionamento do shopping Local: Piso L3 do Shopping Moxuara, em Cariacica Entrada gratuita