Conecte

Teatro

Espetáculo ’60 Dias de Neblina’ com Direção de Beth Goulart em Vitória dias 6 e 7 de Outubro

Atriz Juliana Didone estreou o espetáculo “60 Dias de Neblina” em setembro, no Rio de Janeiro, e chega em nosso Estado em outubro, nos dias 6, 7, no Teatro Universitário, como parte da 15 ª edição do Circuito Cultural Unimed

Postado

em

Juliana Didone em '60 Dias De Neblina'_Foto de Pino Gomes

Dirigida por Beth Goulart, o texto de Renata Mizrahi é livremente inspirado no sucesso literário de Rafaela Carvalho, que aborda com humor e leveza as alegrias e descobertas de uma mãe de primeira viagem, às voltas com os meses iniciais da maternidade. A direção de produção é de Bruna Dornellas e Wesley Telles.

Foi com o nascimento de Liz, hoje com cinco anos, que Juliana Didone conheceu o livro “60 Dias de Neblina”, sucesso que vendeu mais de 200 mil cópias e já tem traduções para o inglês e o espanhol. Na publicação, as aventuras de uma mãe diante do seu bebê recém-nascido, com situações desconhecidas, como os hormônios em ebulição. Desafios como a amamentação, as noites mal dormidas, o choro e os questionamentos sobre a sua autoestima. Mas, também, as muitas alegrias deste maravilhoso encontro de amor incondicional.

No final de semana em Vitória, “60 Dias de Neblina” chega como um ato de acolhimento, uma rede de apoio para mulheres que buscam entender o turbilhão de emoções com a chegada da maternidade. A sessão do dia 7 de outubro será acessível com intérprete de libras.

“60 Dias de Neblina” é apresentado pelo Ministério da Cultura, Unimed Vitória e Instituto Unimed Vitória, com patrocínio da Unimed Vitória e pelo Instituto Unimed Vitória, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Juliana Didone Produções e WB Produções. Produtores associados: Bruna Dornellas, Juliana Didone e Wesley Telles.

Juliana Didone em '60 Dias De Neblina'_Foto de Pino Gomes.

“Dizem que quando o dia amanhece com muita neblina é porque será um dia lindo, de muito sol. E 60 Dias de Neblina tem a ver com esta neblina que vem antes do sol e do céu azul: uma jornada enlouquecedora e incrível que é a maternidade. Uma mistura de sentimentos que ninguém consegue explicar. Uma sensação de felicidade plena misturada com cansaço, amor, euforia, tristeza. Chora o bebê, chora mãe, e os dias passam, e entre um choro e outro aparecem os sorrisos. Sorrisos que fazem seu coração explodir de amor e alegria.” – Texto extraído do livro 60 dias de neblina.

“A peça “60 dias de neblina” vem da necessidade de dividir com o máximo de mulheres a transformação que é ser mãe. É um mergulho muito profundo na contradição dos sentimentos. Se hoje você está feliz e amando a maternidade, amanhã você vai se perguntar se era isso que você queria mesmo. Essa dualidade é aterrorizante porque é muito humana. E quando li o livro da Rafaela eu me identifiquei imediatamente e foi um abraço gostoso, porque entendi que não estava sozinha ao me sentir perdida. Agora eu quero dar esse abraço em todas as mães, através do teatro”, reflete Juliana Didone.

“60 dias de neblina fala sobre a grande transformação que um filho traz para a vida de cada mãe e de cada pai: uma revolução de amor. O que a maternidade traz como revolução é crescimento, amadurecimento, e mudanças internas e externas de comportamento, de compreensão – em relação ao mundo e às pessoas. Jamais seremos as mesmas. Um filho é um compromisso de amor, uma responsabilidade de fazer quem amamos ser feliz. Também encontrar a felicidade no sorriso de desse ser que amamos, que criamos com o nosso melhor. É um projeto lindo que mostra as alegrias, as descobertas, e os desesperos de ser mãe e trabalhar com Juliana Didone é uma alegria. Ela é uma ótima atriz, que tem muita consciência corporal e está respondendo muito bem à proposta conceitual do teatro essencial, que faz parte de minha linguagem na direção. Uma linguagem centrada no ator, que é o criador e o condutor da cena. Ela está colocando todo seu talento, seu humor e seu carisma para viver Luísa, e nos levar para uma viagem reveladora, deliciosa e bem humorada de 60 dias de neblina“, declara Beth Goulart.

“O “60 dias de neblina”, além de ter sido meu primeiro livro publicado, ele foi escrito em um momento de muita e imensa vulnerabilidade, que é o processo de nascimento de uma mãe desse novo papel, desse novo amor, das novas abdicações, das novas demandas, e tudo que isso implica na vida de alguém. E ver essa transformação retratada no palco, com o empenho e o talento de toda equipe, e o resultado que está assim, fenomenal, tem sido no mínimo mágico pra mim. E eu tenho absoluta certeza que será um presente pra todas nós, mães e mulheres“, declara Rafaela Carvalho.

Sem o glamour idealizado pela expectativa e espera da maternidade, mas de forma divertida e afetuosa, o espetáculo ganha uma equipe criativa quase toda feminina. Com a experiência e amorosidade de Beth Goulart, que conduz a direção da montagem, o espetáculo também conta, com: Verônica Rocha (Assistente de direção); Mariana Barreto (Figurino); Fernanda Mantovani (Desenho de luz); Maíra Freitas (Trilha sonora); Daniela Cavanellas (Preparadora corporal); Rose Gonçalves (Preparadora vocal).

SINOPSE:

Aborda com humor e leveza as alegrias e as descobertas de Luísa, uma mãe de primeira viagem às voltas com os meses iniciais da maternidade. Desafios como a amamentação, as noites mal dormidas, o choro e os questionamentos sobre a sua autoestima. Um ato de acolhimento, uma rede de apoio para mulheres que desejam entender o turbilhão de emoções com a chegada da maternidade.

Este espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura, Unimed Vitória e Instituto Unimed Vitória através da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

Juliana Didone em '60 Dias De Neblina'_Foto de Pino Gomes..

FICHA TÉCNICA:

Idealização e Elenco: Juliana Didone.

Texto: Renata Mizrahi.

Inspirado no best-seller de Rafaela Carvalho.

Direção: Beth Goulart.

Direção de produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles.

Figurino: Mariana Barreto.

Cenário: Guilherme Reis e Patrick Pacheco.

Desenho de luz: Fernanda Mantovani.

Trilha sonora: Maíra Freitas.

Fotos: Pino Gomes.

Vídeos: Chamon Audiovisual.

Preparador corporal: Daniela Cavanellas.

Preparadora vocal: Rose Gonçalves.

Assistente de direção: Verônica Rocha.

Produção executiva:  Clarice Coelho.

Técnico de som: Bernardo Aragão.

Técnico de luz: Bernardo Bastos

Design Gráfico: Jhonatan Medeiros.

Mídias Sociais: Ismara Cardoso.

Assistente de Produção: Anna Mittmann.

Gestão de Projetos: Deivid Andrade.

Coordenação Administrativa: Leticia Napole.

Assessoria de imprensa: Adriana Jenner

Assessoria Contábil: Leucimar Martins.

Assessoria Jurídica: Maia, Benincá & Miranda Advocacia.

Apresentado por: Ministério da Cultura e Unimed Vitória

Patrocínio: Unimed Vitória e pelo Instituto Unimed Vitória

Produtores associados: Bruna Dornellas, Juliana Didone e Wesley Telles.

Produtora associada: Arte Estúdio Entretenimento

Realização: WB Produções e Juliana Didone produções

REDES SOCIAIS:

@60diasapeça | @julianadidone | @wb_producoes

SERVIÇO:

15ª edição do Circuito Cultural Unimed

Espetáculo 60 dias de neblina, com Juliana Didone

Datas: 6 e 7 de outubro

Local: Teatro Universitário

Endereço: Av. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras – Vitória

Horários: Sexta e Sábado: 20h

Gênero: Comédia 

Classificação: 12 anos

Duração: 60 min

Intérprete de Libras na apresentação de sábado – dia 07 de outubro.

Valores:

Térreo Setor A e B  R$ 100,00(inteira) R$ 50,00(meia)

Mezanino R$ 50,00 (inteira) R$ 25,00 (meia)

*Clientes Unimed Vitória têm 50% de desconto em cima do preço de inteira. (até dois ingressos por cliente)

Vendas no site:  www.sympla.com.br ou na bilheteria do Teatro Universitário de terça à sexta – de 14h às 19h 

Informações: (27)2142-5350 |  wbproducoes.com

Continue Lendo
Advertisement
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Teatro

Gregorio Duvivier chega a Vitória com o espetáculo “O Céu da Língua”

Após reunir 218 mil espectadores, espetáculo será apresentado de 04 07 de novembro no Teatro Universitário da Ufes

Postado

em

Quem tem medo de poesia? Gregorio Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido.

A comédia “O Céu da Língua” explora de forma leve e criativa a presença quase invisível da poesia no cotidiano, e chega em Vitória para quatro dias de apresentações, do dia 04 a 07 de novembro, sendo duas por dia,  no Teatro Universitário UFES. Os ingressos estão à venda através do site Sympla.

A direção é da atriz Luciana Paes, parceira de Gregorio nos improvisos do espetáculo Portátil. No palco, com cenografia de Dina Salem Levy, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier, irmã do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua lábia desafiadora.

Apresentação da peça O Céu da Língua no Teatro Guaíra. Foto: Annelize Tozetto

Sinopse

Gregorio Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria, mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. Afinal a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo em seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. Mas disse pra quem? E por que? Disse porque a palavra inaugura um mundo. Daí o termo o Céu da Língua: foi a língua, afinal, que nos pariu. Nos pariu como povo, mas também como humanidade.

Para o artista, a língua é algo que nos une, nos move, mas raramente damos atenção a ela. É só pensar nas metáforas usadas no cotidiano – “batata da perna”, “céu da boca”, “pisando em ovos”. Nesta hora, usamos a poesia e nem percebemos. Para provar que a poesia é popular, Gregorio chama atenção para os grandes letristas da música brasileira, como Orestes Barbosa e Caetano Veloso, citados em “O Céu da Língua” através das canções “Chão de Estrelas” (1937) e “Livros” (1997). “Os nossos compositores conseguiram realizar o sonho de Oswald de Andrade de levar poesia para as massas”, festeja o ator.

Nesta cumplicidade com a plateia, Gregorio mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e, claro, homenageia Portugal, o país que emprestou ao Brasil a sua língua para que todos se comunicassem. Além de Fernando Pessoa, o ator evoca o poeta Eugênio de Andrade e lembra de que a origem de “O Céu da Língua” está relacionada ao espetáculo “Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar”. O divertido intercâmbio linguístico colocou no mesmo palco Gregorio e o humorista luso Ricardo Araújo Pereira em improvisações sobre o idioma que os une.

O CÉU DA LÍNGUA com Gregorio Duviver:

Local: Teatro Universitário UFES (Av. Fernando Ferrari, 514 – Goiabeiras, Vitória)

Quando: 04, 05, 06 e 07 de Novembro – quarta, quinta, sexta e sábado

Horário:  Quarta a Sexta, às 19h e às 21h30 .  Sábado, dia 7, às 16h30 (esgotado) e 19h

Classificação: 12 anos

Duração: 80 minutos

Gênero: Comédia

Ingressos:

• Plateia A: R$ 200 (inteira) | R$ 100 (meia)

• Plateia B: R$ 180 (inteira) | R$ 90 (meia)

• Mezanino: R$ 140 (inteira) | R$ 70 (meia)

Venda: https://bileto.sympla.com.br/event/115599?share_id=1-copiarlink e no Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo) a partir das 15h

Informações: (27)2142-5350 | wbproducoes.com

Continue Lendo

Teatro

Espetáculo O Rei Leão no Teatro Universitário

Montagem de Luzivam Dourado será apresentada neste domingo, dia 04 de outubro

Postado

em

O clássico O Rei Leão ganha uma nova adaptação para o teatro pelas mãos de Luzivam Dourado e chega ao palco do Teatro Universitário da Ufes, em Vitória, neste domingo (4), às 17h30. Inspirado na animação da Disney, o musical acompanha Simba em uma jornada marcada pela perda do pai, pelas armadilhas do tio Scar e pela descoberta do próprio caminho até retornar ao reino.

Os ingressos da Plateia A já estão esgotados, mas ainda há lugares disponíveis na Plateia B e no Mezanino, com valores a partir de R$ 40 (meia-entrada). As entradas podem ser adquiridas pelo Sympla. 

Com cenários e figurinos que ajudam a construir o universo da história, a montagem mostra o jovem leão deixando sua terra depois da morte de Mufasa. Longe do reino, ele encontra em Timão e Pumba novos amigos e passa por experiências que transformam sua maneira de enxergar a vida. Ao amadurecer, Simba percebe que precisa enfrentar o passado para voltar para casa e assumir a responsabilidade pelo futuro do reino.

A montagem leva ao palco temas como família, amizade, coragem, responsabilidade e a busca pelo próprio lugar no mundo.

O Rei Leão – O Musical, de Luzivam Dourado
Quando:
04 de outubro (domingo), às 17h30
Local: Teatro Universitário da Ufes – Av Fernando Ferrari, 514, Vitória 
Ingressos: segundo lote – Plateia B: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia) | Mezanino: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)
Vendas: Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/125977/d/409165
Classificação livre

Continue Lendo

Teatro

Espetáculo ‘A Peso de Ouro’: humor, poesia e crítica social em nova apresentação em Vitória

Postado

em

Depois da estreia no Palácio da Cultura Sônia Cabral, em Vitória, o espetáculo “A Peso de Ouro” terá uma nova apresentação no dia 2 de outubro, às 19h30, na Sala Abel Santana, em Camburi. A montagem é do Grupo Arte Oficina, núcleo profissional da Oficina de Atores Abel Santana, e parte de uma obra de Ferreira Gullar para construir uma história que mistura situações de humor, poesia e crítica social.

Os ingressos estão à venda através do site Sympla e custam R$ 40 (meia entrada).

A peça acompanha Vitinho, um jovem de 20 anos que nasceu com um rubi preso ao umbigo. A pedra foi colocada pela avó ainda em seu nascimento, como uma tentativa de protegê-lo da morte. O que parecia ser uma forma de proteção, no entanto, ganha outro significado quando a família enfrenta dificuldades financeiras.

Diante das dívidas, o pai passa a considerar a retirada do rubi como uma saída para a crise. A possibilidade de transformar a joia em dinheiro faz com que o interesse pelo rapaz ultrapasse os limites da própria família. Aos poucos, Vitinho passa a ser visto como uma fonte de riqueza e se torna alvo da cobiça de diferentes personagens.

A situação coloca o jovem no centro de uma disputa em que dinheiro, interesses pessoais e relações familiares se misturam. Para preservar a pedra, Vitinho precisa também lutar pela própria sobrevivência.

Referência

A montagem tem como referência “Um Rubi no Umbigo”, texto escrito por Ferreira Gullar em 1970. Para o diretor Abel Santana, a obra oferece espaço para discutir questões que permanecem presentes nas relações sociais.

“É uma obra que continua extremamente atual ao discutir a ganância, as relações familiares e o valor que damos às pessoas. Nossa adaptação preserva a essência do texto de Ferreira Gullar, mas dialoga diretamente com o público de hoje, equilibrando humor, poesia e reflexão”, afirma.

“A Peso de Ouro” também representa uma mudança no percurso artístico do diretor, que pela primeira vez adapta um texto produzido no século XX. Até então, seu trabalho vinha sendo marcado por montagens baseadas em autores clássicos, com textos ambientados principalmente entre os séculos XV e XIX.

Peça A Peso de Ouro, de Abel Santana

Quando: 02 de outubro (sexta-feira), às 19h30

Local: Sala Abel Santana (Avenida Dante Michelini, 501 – Vitória)

Ingressos: R$40 (meia entrada) *todos pagam meia entrada adquirindo os ingressos até 30 minutos antes do espetáculo

Vendas: https://www.sympla.com.br/evento/a-peso-de-ouro

Informações: @oficinaabelsantana

Fotos: Cris Correa

Continue Lendo

Vai Pocar