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Cultura

Festival Baile Voador comemora 10 anos com dois dias de festa no feriadão de Carnaval e 22 horas de música

Nem parece, mas já se passaram dez anos desde que Vitória finalmente ganhou uma festa de Carnaval para chamar de sua

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Crédito - Guga Millet

O tempo passou e o Baile Voador virou festival e, desde então, anima as noites de quem decide passar o feriadão na região metropolitana. Em 2024, na comemoração de seus 10 anos de existência, não será diferente. Serão dois dias de festa, 09 e 10 de fevereiro, no Álvares Cabral, com 22 horas de música. E um diferencial: como a prefeitura limitou a circulação de blocos nas ruas até 19h, o Baile Voador surge como a melhor opção para quem não quer deixar a folia acabar cedo.

Nesta edição comemorativa, a programação do festival homenageia as próprias origens convidando artistas do Estado e recordando sua verve regional, com uma exceção: o convite à Orquestra Voadora (RJ), primeira atração nacional desta longa história. O show acontecerá no dia 9 de fevereiro. No mesmo dia, o line-up segue com Amaro Lima (Noite Manimal), Napalma e Dj Karolla. Já no sábado (10), Jefinho Faraó tomará conta do evento trazendo um dos ritmos mais brasileiros, o funk. A noite fica completa com Folia Retrô – Ammor Orquestra, Xá da Índia, Dj Fábio Carvalho e muito mais.

Para Bruno Lima, criador do Festival Baile Voador, a edição de 10 anos do Baile Voador reforça ainda mais a premissa de fortalecer o ecossistema cultural do Estado. “É um prazer promover um festival comemorando nossas raízes. Além disso, todo mundo ganha: a cadeia musical capixaba e o nosso público, que curte o Carnaval ao som de muita gente incrível, que faz um som de altíssima qualidade”, fala.

Crédito - divulgação
Crédito – Divulgação.

Conheça os selecionados pelo Edital Voador

A programação do Baile Voador fica ainda mais completa com o resultado do Edital Voador. Com o compromisso de celebrar e promover a música capixaba, o Festival Baile Voador abriu espaço para uma oportunidade única para talentos locais se inscreverem: com prêmio em dinheiro, os selecionados no edital também ganharam uma vaga no line-up do festival.

Na sexta-feira (09), no Palco Surreal, o público poderá dançar com a dupla de DJs Bruno Matias e Zappie que formam o FUNKADELIS. O projeto de grooves de pista passeia por vertentes da Black Music, Brasilidades e afins.

A cantora Ada Koffi foi selecionada para se apresentar no sábado (10), no Palco Tropical. A artista capixaba conquistou o coração do público com sua voz que perpassa pelo Afro pop soul , R&B e Samba. Em sua carreira ela foi a vencedora do Pitching 2023 do Formemus, lançou seus singles “Sabor” ,”Menta” e Água Salgada” sendo pré-indicada no Prêmio da música capixaba. Ela lançou um EP “Entrelaçar” com 06 faixas inéditas, produzido pela Jay7records e contemplado pelo Edital da Secretaria de Cultura do Espírito Santo.

No mesmo dia, no Palco Surreal, o público poderá conferir o artista Higo Mafuá. Paraibano de sangue, mas capixaba de coração, ele é músico, cantor e produtor cultural. Em sua carreira, ele foi o fundador do grupo Mafuá, um dos principais pilares do forró no Espírito Santo e responsável pelos melhores bailes de forró em Vitória. A noite vai ser de muito Baião, Xote, Forró e Frevo. Com clássicos, canções retrôs e canções autorais.

Serviço

Sexta-feira (09) – FURDUNÇO:

Orquestra Voadora (RJ) – Napalma (Berlim, ALE) – Amaro Lima especial Noite Manimal – Dj Karolla

Horário: às 21h

Sábado (10) – FOLIA RETRÔ:

AMMOR Orquestra especial Axé 90 – Faraó Funk & Retrô – Xá da Índia – Dj Fábio Carvalho

Horário: às 15h

Onde: Álvares Cabral – Av. Mal. Mascarenhas de Moraes, 2100 – Bento Ferreira, Vitória

Onde comprar: Zig Tickets

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Cultura

“Entre Tempo e Coisas”: Rosana Paste celebra 40 anos de produção artística com exposição inédita no MAES

Com curadoria de Agnaldo Farias, mostra – que entra em cartaz no dia 18 de agosto – reúne trabalhos inéditos da artista e transforma o museu em um espaço de reflexão sobre tempo, memória, matéria e território

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Quatro décadas depois de iniciar sua produção artística, Rosana Paste retorna ao Museu de Arte do Espírito Santo (MAES) com a exposição Entre Tempo e Coisas, em cartaz de 18 de agosto a 18 de outubro. Com curadoria de Agnaldo Farias e entrada gratuita, a mostra reúne um conjunto majoritariamente inédito de obras que sintetiza a pesquisa desenvolvida desde os anos 1980 e reafirma sua contribuição para a arte contemporânea brasileira. A abertura acontece na próxima terça-feira, dia 18, com visita mediada pelo curador.

Entre Tempo e Coisas é resultado de uma investigação poética que acompanha Rosana desde o início de sua carreira, quando ingressou no curso de Artes e participou do 1º Salão Capixaba de Artes Plásticas. Professora do Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) desde 1994, define sua atuação como a de uma “artista-professora”, em que criação e docência se alimentam mutuamente. A troca com os estudantes mantém vivo o desejo de experimentar e reforça a ideia de um espaço permanente de escuta, inquietação e construção coletiva.

 “‘Entre’ é um lugar muito especial. Não é um lugar nem outro; talvez seja um não lugar, ou um lugar tão subjetivo que não se define, apenas se sente. O tempo é inexorável, transmuta, muda, modifica e deixa suas marcas. Já as coisas carregam nossas escolhas, nossas memórias e até traços dos nossos ancestrais. Vivemos, todos nós, entre tempos e coisas na nossa vida cotidiana”, afirma.

O processo criativo de Rosana Paste atravessa diferentes materialidades. Foto Jocimar Nalesco

Escultura, materialidade e projeto educativo

Reconhecida como uma das principais escultoras brasileiras, Rosana Paste construiu uma produção marcada pela experimentação e pela liberdade de linguagem. Sua pesquisa transita entre o chumbo, o bronze, o inox, a fotografia, a performance e outras materialidades, sempre em busca do suporte mais potente para cada investigação. Em um campo historicamente associado ao universo masculino, fez da relação com a matéria e da coragem de experimentar elementos centrais de sua identidade.

“O fio condutor sou eu, meus pensamentos e a liberdade de encontrar, em cada trabalho, o material mais conveniente para aquilo que quero fazer. Sou de uma geração formada pelo hibridismo. Fiz performance, teatro, cinema, mosaico, fotografia e vídeo. Desde cedo entendi que a tridimensionalidade seria meu porto seguro. Na minha pesquisa, o maior desafio sempre foi a materialidade. Tudo é pesado, grande, exige força, roupas de proteção e espaço para produzir. Esse universo sempre foi atribuído aos homens. Mas nasci na roça e adorava estar com meu pai nesse ambiente de construir, plantar e transformar. Acho que foi ali que comecei a ser escultora. Gosto do desafio de transformar a matéria”, explica.                 

Na mostra, o Espírito Santo surge como território simbólico e afetivo. Manguezais, arquitetura, memória, meio ambiente e pertencimento atravessam as obras sem oferecer respostas prontas. Em vez disso, convidam o público a construir suas próprias leituras. “Como você está vivendo? Que legado espera deixar para quem vem depois de você? Você conhece seu corpo? Tem escutado seus desejos? Você sabe que árvore chora? Você sabe que formiga sente dor?” São essas inquietações que Rosana espera despertar nos visitantes.

O projeto educativo, desenvolvido por Adriana Magro, amplia essa experiência ao promover encontros com professores, estudantes e visitantes de diferentes idades, fortalecendo o papel do museu como espaço de formação e diálogo. Para Rosana, a arte acontece justamente quando permanece aberta ao outro.

“Gostaria que cada pessoa saísse da exposição com uma experiência singular. Que fosse múltipla. Não trabalho com o figurativo justamente porque acredito que as obras precisam permanecer abertas para serem degustadas. Não existe apenas uma interpretação. Existe o encontro entre a obra e quem a vê. E talvez o melhor lugar desse encontro seja justamente a delícia do vazio”, conclui.

Exposição ‘Entre Tempo e Coisas’, de Rosana Paste
Local:
 Museu de Arte do Espírito Santo (MAES) Av. Jerônimo Monteiro, 631 – Centro, Vitória.
Curadoria: Agnaldo Farias
Período da exposição: 18 de agosto a 18 de outubro de 2026
Abertura e visita mediada com o curador: 18 de agosto de 2026
Entrada gratuita

Fotos: Jocimar Nalesco

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Cultura

Em setembro: humorista Raphael Ghanem apresenta “A Carne só cai no prato do Vegano” na Serra

Fenômeno de público nas redes sociais, comediante fará duas apresentações no Steffen Centro de Eventos, no dia 22 de setembro

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O espetáculo interativo “A Carne só cai no prato do Vegano”, protagonizado pelo humorista carioca Raphael Ghanem, será apresentado em sessão dupla no Espírito Santo, no dia 22 de setembro. As sessões acontecem às 19h e às 21h30, no Steffen Centro de Eventos, na Serra.

A apresentação, que mistura comédia e dinâmica de talk show, possui 90 minutos de duração e se diferencia do stand-up convencional por ter 90% da sua estrutura fundamentada na interação direta com a plateia. Sem roteiro fixo para os diálogos, o artista conduz entrevistas ao vivo e jogos de improviso, transformando o público no protagonista da noite. O título da montagem ironiza o ditado popular sobre oportunidades desperdiçadas, aplicando o conceito a histórias de relacionamentos, vida de solteiro e intimidades reveladas pelos próprios espectadores.

A passagem do show pelo Estado ocorre em um momento de consolidação na carreira do humorista, que ultrapassa 10,3 milhões de seguidores no Instagram e acumula turnês esgotadas na Europa e na Austrália. Antes de viralizar com os trechos de improviso na internet, Ghanem construiu trajetória na dramaturgia, integrando produções da TV Globo como A Lei do Amor, Malhação, Verão 90 e Verdades Secretas, além do humorístico 220 Volts com Paulo Gustavo.

Para o empresário Ildo Steffen, trazer o comediante para o Steffen Centro de Eventos reforça o compromisso da casa de abrir espaço para os maiores fenômenos da cultura e do entretenimento nacional. “O público capixaba consome muita comédia de qualidade, e o formato interativo dele, que dita tendências nas redes sociais, entrega exatamente a experiência de alto impacto que buscamos oferecer em nossa casa”, afirma.

Raphael Ghanem apresenta “A Carne só cai no prato do Vegano”

Quando: 22 de setembro (Terça-feira)

Horários: 19h e 21h30

Local: Steffen Centro de Eventos – ROD, ES-010, KM 4, Jardim Limoeiro – ES

Ingressos: A partir de R$ 80

Vendas: https://olhaoingresso.com.br/raphaelghanem-serra-es.html

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Cultura

Em cartaz no Cine Sesc Glória: “Amazônia Groove”, “Quilombo”, “Betânia” e “Sonhar com Leões” são as atrações de agosto

Com exibições gratuitas de quarta a sábado, a nova grade traz lançamentos, clássicos e produções que percorrem a diversidade cultural do Brasil e do exterior

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O mês de agosto chega ao Cinema Sesc Glória com uma seleção que atravessa o Brasil de ponta a ponta. Da Amazônia aos Lençóis Maranhenses, passando por Pernambuco e cruzando o Atlântico até Portugal, a programação reúne quatro novos títulos: Amazônia Groove (Bruno Murtinho), Quilombo (Carlos Diegues, 1984), Betânia (Marcelo Botta) e Sonhar com Leões (Paolo Marinou-Blanco).

Ao longo do mês, o público pode conferir obras que dialogam com diferentes gerações e linguagens cinematográficas, construindo uma narrativa dedicada à memória, à resistência e ao recomeço. Além das novidades, seguem em cartaz sucessos de público como O Auto da Compadecida 2Mambembe e Meu Pé de Laranja Lima.

As sessões acontecem de quarta a sábado, em múltiplos horários. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados antecipadamente pela plataforma Lets Events ou presencialmente na bilheteria do Centro Cultural Sesc Glória.

Quilombo

Destaques da Programação:

A homenagem à atriz Zezé Motta continua em agosto com a exibição de Quilombo (1984), épico dirigido por Carlos Diegues no qual a artista interpreta Dandara. Marco do cinema nacional, o longa dá sequência ao percurso iniciado com Xica da Silva, reafirmando a trajetória de Zezé Motta como figura central da memória e da afirmação negra na tela.

Outro título que homenageia as brasilidades é Betânia, de Marcelo Botta. No longa, uma mulher precisa se reinventar ao perder o marido e retornar ao seu povoado natal. Embalada pelas tradições do Bumba Meu Boi e pela força de sua comunidade, a protagonista busca a própria cura — num movimento de renascimento análogo às flores que desabrocham nos Lençóis Maranhenses.

As tradições brasileiras também são marca registrada do documentário Amazônia Groove, de Bruno Murtinho. A obra convida o espectador a mergulhar nas tradições musicais que pulsam na Amazônia paraense. Ao dar voz aos artistas locais, a produção lança luz sobre a riqueza sonora e cultural da região.

Betânia

Finalizando a programação inédita, composta por filmes que dialogam sobre memória, resistência e recomeço, está Sonhar com Leões, uma tragicomédia dirigida por Paolo Marinou-Blanco que aborda o tema da eutanásia a partir do olhar de Gilda, uma brasileira que vive em Lisboa.

Para quem não conferiu a programação de julho, o Cine Sesc Glória mantém na agenda alguns favoritos do público durante o mês de agosto. A icônica Taperoá de Ariano Suassuna volta às telas com seu humor afiado e sabedoria popular em O Auto da Compadecida 2; a clássica história do jovem Zezé com seu pé de laranja lima continua encantando o público infantojuvenil em Meu Pé de Laranja Lima; e Mambembe segue promovendo uma reflexão poética e visceral sobre o fazer artístico e a vida no teatro e no cinema.

Período: até 29 de agosto
Funcionamento: Quarta a sábado
Local: Cinema do Sesc Glória (Salas 1 e 2) – Centro Cultural Sesc Glória
Endereço: Av. Jerônimo Monteiro, 428 – Centro, Vitória

Dias e horários de funcionamento:
Quarta a sexta: 15h30 (Curtas Infantis/Infantojuvenil) | 17h30 | 19h00
Sábado: 12h00 | 14h30 (Curtas Infantis/Infantojuvenil) | 15h30 | 17h30 | 18h30
Ingressos: plataforma lets.events/organizer/sescgloria
Entrada gratuita.

Confira a programação completa!

Quarta-feira, 5 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 115:30Amazônia Groove (84 min) Livre
Sala 217:30Betânia (122 min) A12
Sala 119:00Quilombo (120 min) A12

Quinta-feira, 6 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 215:30Meu Pé de Laranja Lima (99 min) A10
Sala 117:30Mambembe (97 min) A14
Sala 219:00Sonhar com Leões (87 min) A16

Sexta-feira, 7 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 115:30Amazônia Groove (84 min) Livre
Sala 217:30O Auto da Compadecida 2 (114 min) A12
Sala 119:00Betânia (122 min) A12

Sábado, 8 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 112:00Meu Pé de Laranja Lima (99 min) A10
Sala 214:30Quilombo (120 min) A12
Sala 115:30O Auto da Compadecida 2 (114 min) A12
Sala 217:30Mambembe (97 min) A14
Sala 118:30Sonhar com Leões (87 min) A16

Quarta-feira, 12 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 115:30Meu Pé de Laranja Lima (99 min) A10
Sala 217:30Quilombo (120 min) A12
Sala 119:00Amazônia Groove (84 min) Livre

Quinta-feira, 13 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 215:30Amazônia Groove (84 min) Livre
Sala 117:30Betânia (122 min) A12
Sala 219:00O Auto da Compadecida 2 (114 min) A12

Sexta-feira, 14 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 115:30Meu Pé de Laranja Lima (99 min) A10
Sala 217:30Mambembe (97 min) A14
Sala 119:00Sonhar com Leões (87 min) A16

Sábado, 15 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 112:00Amazônia Groove (84 min) Livre
Sala 214:30Meu Pé de Laranja Lima (99 min) A10
Sala 115:30Betânia (122 min) A12
Sala 217:30Quilombo (120 min) A12
Sala 118:30O Auto da Compadecida 2 (114 min) A12

Quarta-feira, 19 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 115:30Amazônia Groove (84 min) Livre
Sala 217:30O Auto da Compadecida 2 (114 min) A12
Sala 119:00Mambembe (97 min) A14

Quinta-feira, 20 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 215:30Meu Pé de Laranja Lima (99 min) A10
Sala 117:30Sonhar com Leões (87 min) A16
Sala 219:00Quilombo (120 min) A12

Sexta-feira, 21 de agosto

SALAHORÁRIOFILMECLASSIFICAÇÃO
Sala 115:30Amazônia Groove (84 min) Livre
Sala 217:30Betânia (122 min) A12
Sala 119:00O Auto da Compadecida 2 (114 min) A12

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