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Marien Calixte Jazz Music Festival: confira as primeiras atrações confirmadas para a 5ª edição

A próxima edição do único festival totalmente instrumental do Estado acontece nos dias 07 e 08 de dezembro, no Parque Casa do Governador, em Vila Velha

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Único festival totalmente instrumental do Estado, o Marien Calixte Jazz Music Festival chega a sua 5ª edição nos dias 7 e 8 de dezembro, no Parque Cultural Casa do Governador, em Vila Velha, e anuncia as primeiras atrações confirmadas: a big band paulistana Bixiga 70 e Luccas Martins Quarteto.

Conhecida no exterior como um agrupamento de “groove visionaries”, a Bixiga 70 mescla referências nacionais, africanas e latinas. Formada em 2010, em meio ao revival afrobeat e o surgimento de uma nova geração, o nome do grupo vem do endereço do estúdio, pertencente ao guitarrista Cristiano Scabello, na rua 13 de Maio, coração do bairro do Bixiga, um mosaico de referências, de sua origem como um quilombo ao seu desenvolvimento como um dos principais redutos da colônia italiana.

Bixiga 70. Crédito: José de Holanda

Atualmente formada por Amanda Teles, Cris Scabello, Cuca Ferreira, Daniel Nogueira, Daniel Verano, Douglas Antunes, Marcelo Dworecki, Pedro Regada, Simone Sou e Valentina Facury, o grupo traz para o Marien Calixte Jazz Music Festival a turnê do seu mais recente disco, “Vapor”. Para eles, o trabalho reflete as mudanças observadas no mundo e na própria banda desde o lançamento do trabalho anterior, “Quebra-Cabeça”, de 2018.

Luccas Martins, por sua vez, é multi-instrumentista e produtor musical, e já se apresentou ao lado de grandes nomes como Sérgio Reis, Zé Barbeiro, Rogério Botter Maio e Alessandra Belloni. A experimentação e originalidade são suas marcas registradas e ele vai trazer para o festival o show Tambores de Vento, na formação Luccas Martins Quarteto, onde assume handpan, percussão, composição e arranjos, e toca ao lado de Rafael Amarante (violão e guitarra), Vanessa Ferreira (baixo acústico e elétrico) e Dô de Carvalho (sax e flauta).

Retrospectiva

Ao longo de 4 edições já realizadas, o Marien Calixte Jazz Music Festival se consolidou como um dos mais relevantes no Estado e é palco da mistura de gerações entre diferentes instrumentistas brasileiros. “A música instrumental brasileira é potente e reverenciada em palcos de todo o mundo. O festival celebra essa diversidade e riqueza trazendo esses grandes artistas para perto do público capixaba”, conta Daniel Morelo, diretor da MM Projetos Culturais.

O primeiro festival, em 2019, trouxe Hermeto Pascoal e Jonathan Ferr para a Praça Therezinha Grecchi, no Bairro República. Na segunda edição, em 2022, no Parque Pedra da Cebola, em Vitória, subiram ao palco nomes como Chico Chagas, Torcuato Mariano Quarteto, Amaro Freitas e o duo Madela.

Na terceira edição, também em 2022, o Marien Calixte Jazz Music Festival atravessou a Terceira Ponte, rumo ao Parque Cultural Casa do Governador. No palco estiveram nomes como Hamilton de Holanda, Joabe Reis e Nômade Orquestra. Em 2023, Azymuth e Ana Karina Sebastião foram os headliners da 4ª edição do festival.

Com transmissão ao vivo pela TVE e online, o evento que celebra a música instrumental pode ser revisitado desde a sua 2ª edição através do canal do festival no youtube. Já passaram pelo Marien Calixte Jazz Music Festival nomes de peso do jazz capixaba, como Pedro de Alcântara, Alexandre Borges Quinteto, Quarteto Zuri, Wanderson Lopez e Thaysa Pizzolato. Até hoje, mais de 10 mil pessoas já conferiram o festival.

5ª edição do Marien Calixte Jazz Music Festival

Quando: Dias 7 e 8 de dezembro

Onde: Parque Cultural Casa do Governador, em Vila Velha

Programação completa e informações sobre ingressos, em breve

Instagram: @festivalmariencalixtejazz

Foto principal: Luccas Martins Quarteto. Crédito: GiulyannaCipriano

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Cultura

Plataforma de arte DESVIO estreia em Vitória com primeira edição de festival de música 

Festival DESVIO — Música de Invenção reúne artistas do Brasil e do Canadá em experiências que aproximam música, imagem e performance entre 28 de julho e 1º de agosto

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Uma nova plataforma de arte voltada à invenção passa a integrar a cena cultural capixaba. DESVIO é uma iniciativa dedicada à criação contemporânea e ao encontro entre diferentes linguagens artísticas, e inaugura sua trajetória com o Festival DESVIO – Música de Invenção. Entre os dias 28 de julho e 1º de agosto, nomes do Brasil e do Canadá convidam o público a descobrir artistas, pesquisas e experiências. 

Com programação gratuita, o festival ocupa o Teatro Virgínia Tamanini e o Teatro Sesc Glória, no Centro de Vitória, com apresentações, encontros e conversas que colocam a experiência no centro. Idealizado pelo diretor multilinguagem Glauber Vianna, DESVIO surge do desejo de criar um ambiente de encontro onde música, imagem, performance e artes visuais deixam de ocupar lugares separados para construir experiências em conjunto. 

“DESVIO nasce como uma plataforma dedicada à invenção, à pesquisa e ao encontro entre artistas e público, por isso o festival inaugura uma ideia muito maior. A música é apenas o primeiro caminho dessa trajetória”, afirma Glauber. 

Antes de criar a plataforma, Glauber esteve à frente da direção artística do SOMA. Realizado no Theatro Carlos Gomes, o projeto reuniu mais de 3 mil pessoas e consolidou-se como uma das experiências recentes de maior alcance da cena cultural capixaba. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu projetos nas áreas da música, das artes visuais, do teatro, da dança, do audiovisual e das exposições, atuando como diretor artístico, artista multimídia e criador de experiências para festivais, espaços culturais, televisão e grandes eventos.

Seulement

Curiosidade: ponto de partida da invenção 

A programação do festival reúne artistas brasileiros e internacionais que compartilham uma mesma postura diante da criação: a curiosidade como motor da invenção. Em vez de aproximar gêneros musicais, a curadoria reúne diferentes formas de pesquisar o som e suas relações com outras linguagens. O canadense Seulement transita entre música eletrônica, performance audiovisual e tecnologia; Lorena Hollander cruza rock, música eletrônica, improvisação e experimentação ao integrar voz, koto, sintetizadores, guitarra e beats; Tomás Gleiser transforma taças de vidro em um instrumento contemporâneo, estabelecendo um diálogo entre tradição e inovação. Já Matheus Leston investiga as relações entre som, imagem e programação, enquanto Marcus Neves, Glauber Vianna e o Grupo de Experimentação Sonora (GEXS), formado por 13 artistas, apresentam pesquisas que atravessam arte sonora, computação musical e criação audiovisual.

Outro diferencial da curadoria é a proposta de ampliar o encontro entre artistas e público. Após as apresentações, os espectadores são convidados a participar de conversas sobre os processos criativos, aproximando-se das pesquisas que deram origem às obras. “Não é preciso conhecer música contemporânea nem entender de tecnologia. Basta estar disposto a viver uma experiência. Se alguém sair do festival um pouco diferente de como entrou, mesmo que de forma sutil, sinto que esse encontro já valeu a pena”, resume Glauber.

Ao inaugurar essa primeira edição, DESVIO marca o início de uma construção de longo prazo para a cena cultural capixaba. A proposta é consolidar uma plataforma permanente dedicada à invenção artística, ampliando o ambiente de encontro e diálogo entre criadores, linguagens e público, fazendo da curiosidade o principal convite para novas experiências.

Festival DESVIO

Locais:  Teatro Virgínia Tamanini e Teatro SESC Glória (Av. Jerônimo Monteiro, 428 – Centro, Vitória).

Datas e horários:

 28/07 – 19h30 – Marcus Neves e Glauber Vianna – Teatro Virgínia Tamanini
 29/07 – 19h30 – Lorena Hollander – Teatro Virgínia Tamanini
 30/07 – 19h30 – Tomás Gleiser – Teatro Virgínia Tamanini
 31/07 – 20h – Seulement – Teatro SESC Glória
 01/08 – 18h30 – GEXS – Teatro SESC Glória
 01/08 – 19h30 – Matheus Leston – Teatro Virgínia Tamanini

Entrada: Gratuita – Os ingressos serão distribuídos por ordem de chegada 1 hora antes das apresentações. (O local está sujeito à lotação)

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Cultura

Lançamento: Livro investiga como raça, gênero e instituições moldaram a arte capixaba

Obra de Maria Galacha será lançada no dia 1º de agosto, no MAES, com prefácio da curadora Horrana de Kássia e ações de formação para estudantes e professores da rede pública

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Quem define quais artistas fazem parte da história da arte de um lugar? E quem permanece à margem desse reconhecimento? Essas questões são o cerne do livro “Arte Contemporânea no Espírito Santo: Gênero, Raça e Instituições”, da pesquisadora Maria Galacha, que será lançado no dia 1º de agosto, às 10 horas, no Museu de Arte do Espírito Santo (MAES).

Com prefácio da curadora Horrana de Kássia, a obra é resultado da pesquisa de mestrado em Artes da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e analisa como gênero, raça e instituições influenciam a construção da cena artística capixaba. O estudo reúne levantamento histórico, análise crítica e dados sobre a presença de mulheres e artistas negros em instituições culturais, discutindo quem foi legitimado ao longo do tempo e quem permaneceu à margem desse reconhecimento.

Além do lançamento, o projeto prevê a distribuição de 300 exemplares para escolas públicas e ações formativas com estudantes e professores, ampliando o acesso ao debate. A formação com estudantes será feita no Colégio Estadual do Espírito Santo, com alunos da eletiva de “Arte, Saberes e Ciências Negra”, ministrada pelas professoras Tamyres Batista e Winny Rocha.

“Desde minha graduação, eu tinha dúvidas de, por exemplo, porque a maioria das instituições de arte e cultura estão concentradas no centro de Vitória, e percebia também a falta de artistas jovens, artistas negras, artistas mulheres. Esse gesto acabou se tornando o ponto de partida da pesquisa”, conta Maria Galacha. “Meu desejo era compreender como funciona esse sistema da arte para entender como ele produz apagamentos e como pode ser transformado.”

Contraste entre reconhecimento e histórico de invisibilização  

Além da reflexão sobre as instituições, o livro também destaca trajetórias de artistas fundamentais para a produção contemporânea capixaba, como Nice Nascimento Avanza, Castiel Vitorino Brasileiro e Kika Carvalho, evidenciando o contraste entre o reconhecimento conquistado por muitas delas em âmbito nacional e internacional e a histórica invisibilização no próprio Espírito Santo. “Gostaria que estudantes negros e negras se vissem nas artistas, nas obras e nas histórias presentes no livro. Que encontrassem ali um espelho, uma possibilidade de criação e pertencimento”, afirma a autora.

Para Maria Galacha, realizar o lançamento no MAES tem um significado simbólico. “Por se tratar da história da arte capixaba, fazia sentido lançar o livro no museu que leva o nome do nosso estado. É importante que os debates sobre raça e gênero aconteçam em todas as instituições culturais, e não apenas em espaços tradicionalmente associados a essas pautas”.

Lançamento do livro Arte Contemporânea no Espírito Santo: Gênero, Raça e Instituições, de Maria Galacha
Quando: 1º de agosto
Horário: 10h
Local: Museu de Arte do Espírito Santo (MAES)
Gratuito

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Cultura

Dia do Gaúcho com churrasco, open bar e música ao vivo na Serra

Churrascada Gaúcha do Steffen Centro de Eventos acontece no dia 20 de setembro, unindo culinária tradicionalista, bebida liberada e programação com cinco atrações musicais

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O Steffen Centro de Eventos confirmou a realização da sua tradicional Churrascada Gaúcha para o dia 20 de setembro, data em que se celebra oficialmente o Dia do Gaúcho. O evento, planejado para ser uma das maiores celebrações da cultura sulista no Espírito Santo, projeta o preparo de mais de duas toneladas de carnes de altíssima qualidade, servidas ao longo de uma programação inteiramente dedicada às tradições do Rio Grande do Sul.

Os ingressos estão disponíveis aqui ou ainda diretamente no Steffen Centro de Eventos, em Jardim Limoeiro, no valor de R$ 330 (para adultos).

Confira a programação do Dia do Gaúcho

A programação tem início previsto para 10h, quando o público será recebido com um café da manhã típico da cultura gaúcha. A partir das 12h, as operações gastronômicas serão direcionadas para o churrasco, com opções de carnes nobres como alcatra, maminha, costela gaúcha, linguiça de pernil suíno, costelinha e lombo de porco, carneiro, leitão e cordeiro no rolete, tulipa de frango, ancho, chorizo e chuleta preparados de acordo com as técnicas de cozimento lento e fogo de chão.

O serviço será no formato integrado, incluindo alimentação completa, sobremesas e open bar com chope Ronchi Beer, cerveja Heineken, caipiras, chimas fresh, vinho, refrigerante, suco e água.

Além da proposta gastronômica, a programação contará também com cinco atrações artísticas distribuídas ao longo de todo o dia. O cronograma musical abrange desde o cancioneiro regionalista e a sanfona clássica até manifestações do forró, com apresentações confirmadas do grupo Tchê Brasil, Donato Fontana — O rei da sanfona capixaba —, Trio Forrozão, Os Santannas e DJ Charles. O complexo contará ainda com uma área kids para as crianças.

Churrascada Gaúcha do Steffen

Quando: 20 de Setembro (Domingo)

Horário: A partir das 10h

Local: Steffen Centro de Eventos (Rodovia ES-010, km 4, Jardim Limoeiro, Serra)

Ingressos: 1º lote – R$ 330,00 (Adulto individual – Inteira); R$ 120,00 (crianças de 3 a 6 anos); R$ 170,00 (crianças de 7 a 12 anos)

Vendas: Steffen Centro de Eventos ou através do site da Blueticket https://www.blueticket.com.br/evento/40917 

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