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Miá Mello pela primeira vez em Vitória com a peça “MÃE FORA DA CAIXA”

Com sessões dias 28 e 29 de outubro, no Teatro Universitário, o espetáculo trata com muito humor e sinceridade os desafios e dilemas da maternidade

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Espetáculo Mãe Fora da Caixa em Vitória

Sucesso absoluto de público por onde passa, depois de longa temporada no Rio de Janeiro, o espetáculo espetáculo Mãe Fora da Caixaprotagonizado por Miá Mello, volta em cartaz em sua primeira Turnê Nacional, após o fim da pandemia e chega em Vitória, no Teatro Universitário,  nos dias 28 e 29 de outubro, com patrocínio do Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, a peça, inspirada no best-seller homônimo de Thaís Vilarinho, tem direção de Joana Lebreiro e texto de Cláudia Gomes (roteirista da Rede Globo e criadora do blog Humor de Mãe) e trata com muito humor sobre os dilemas que envolvem a maternidade real, com produção local da nossa WB Produções. 

Após mais 7 meses de temporada paulistana e uma primeira turnê passando por João Pessoa, Belo Horizonte, Campinas, Brasília e Curitiba, dessa vez, o espetáculo  chega a Vitória   para  2 únicas  sessões. 

Miá Mello ressalta a expectativa da volta aos palcos. “Estou muito feliz em voltar, revi muitos conceitos como mãe e mulher, por isso estar de novo em cena falando um texto que sempre foi muito potente pra mim é ainda mais relevante, ainda mais agora que a peça vai virar filme”

O espetáculo estreou em 2019 no Rio de Janeiro para uma temporada de 8 semanas que se transformaram em seis meses. Em 2020, já em São Paulo com sessões lotadas e prestes a repetir o feito do Rio, a temporada foi interrompida repentinamente deixando cenário e luz montados na expectativa de uma volta que acabou demorando mais que o esperado. “Quantas mães ‘nasceram’ e quantas se descobriram grávidas na pandemia”, pergunta o produtor Carlos Grun.

Uns dos trunfos da peça é a capacidade de identificação com o público. Miá estabelece um tom confessional de quem parece contar histórias pessoais envolvendo a plateia em risos e lágrimas, com momentos de cumplicidade e interação.

Além do espetáculo, Miá participa de series e programas de TV como o “Posso Explicar”, no canal Nat Geo, um talk show de entrevistas com viés em ciência e tecnologia. Em 2024 lança o longa inspirado na peça que está sendo rodado no Rio de Janeiro.

Sobre a montagem

Na trama, uma mulher que já tem uma filha com sete anos aguarda ansiosa em seu banheiro pelo resultado de um novo teste de gravidez. “A grande sacada da peça para mim se passa nesses 5 minutos em que a protagonista está no banheiro. São instantes em que cabe uma vida inteira, o mundo de pensamentos, as lembranças, os pensamentos contraditórios. É isso que acontece na cabeça e no coração de uma mãe e que tentamos trazer para a encenação”, revela a diretora Joana Lebreiro.

Uma das maiores dificuldades da mãe contemporânea é o acúmulo de tarefas, conta a atriz Miá Mello. “Temos essa sobrecarga mental provocada pela cobrança de ter que fazer um monte de coisas: ser boa mãe, ser boa profissional, ver as amigas, estar com o marido, ir ao mercado etc. Tem aquele bom e velho ditado que diz que para criar uma criança é preciso uma aldeia. E cada vez estamos mais isolados em uma ilha de nossas famílias modernas individuais. A peça tem essa força de mostrar que não estamos sozinhas de verdade. Eu começo dizendo que não é a minha história, mas que, sem dúvida, poderia ser. E pode ser a história de muita gente, existe um grande poder de identificação”.

O espetáculo surgiu quando o ator e produtor Pablo Sanábio (que atua na série Sob Pressão, na TV Globo) se deparou com uma série de questionamentos sobre paternidade e acabou encontrando o livro Mãe Fora da Caixa, de Thaís Vilarinho.  A autora é conhecida nas redes sociais por mostrar o lado real da maternidade e oferecer um ombro amigo para os pais e mães que se sentem pressionados com tantos desafios.

O desejo de Vilarinho de escrever sobre maternidade aflorou com o nascimento de seu primeiro filho. “Lembro-me do sentimento de indignação quando percebi que não se falava sobre as dores e as dificuldades. Doze anos atrás não se falava sobre baby blues, sobre puerpério e nem sobre a mudança radical que acontece na vida da mulher que se torna mãe. Então, escrever foi necessário, terapêutico. Um processo de cura mesmo. Fico muito feliz que esteja, de certa forma, ‘curando’ outras mães. A peça ultrapassa o livro, expande as ideias em uma outra forma de comunicação. Sou muito grata por isso, pois, assim, o conceito chega em cada vez mais mães. O que eu mais gosto na peça é a entrega da Miá. A vontade que ela tem de gritar sobre o assunto. É a entrega dela que faz a peça ter esse potencial gigante”, revela Thaís Vilarinho.

A encenação foi criada a partir de um diálogo entre o livro e o perfil no Instagram de Thaís Vilarinho com as experiências pessoais de Miá, Joana e Cláudia. “Queríamos um espetáculo que juntasse esse papo reto e real sobre maternidade com a sensação de acolhimento às mães, sem deixar de lado esse humor ‘pé na porta’ que é a marca da Cláudia. Uma coisa que conversamos desde o início e que permeou a escrita dela é ter um espetáculo que fosse bem aberto, bem direto para o público. E que não ficasse fechado na história, no sentido de ter uma personagem falando sozinha. Ela está conversando com aquelas pessoas que estão ali assistindo. Eu gosto muito das peças que deixam a plateia como parte atuante do jogo cênico”, esclarece Joana Lebreiro.

Ficha técnica:

Texto: Cláudia Gomes. 

Elenco: Miá Mello. 

Idealização: Pablo Sanábio. 

Direção: Joana Lebreiro. 

Direção de Produção: Carlos Grun e Thábata Tubino. Iluminação: Paulo César Medeiros. 

Cenário: Mina Quental. 

Direção de Movimento: Andrea Jabor. 

Projeções: Vilaroucas Produções. 

Figurino: Bruno Perlatto e Mariana Safadi.. 

Produção: Bem Legal Produções

Serviço:

Mãe fora da caixa – com Miá Mello

Data: 28 e 29 de outubro

Horário: 

Sábado às 19h e domingo às 17h

Local: Teatro Universitário – Endereço: Av. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras, Vitória/ES

Vendas:

na bilheteria do Teatro, de terça a sexta das 15h às 19h, ou pela internet no site da Sympla (www.sympla.com.br)

Valores: 

Ingressos: Plateia A e B: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia-entrada)

Mezanino: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada)

Capacidade: 615 lugares

Duração: 80 minutos

Classificação: 12 anos

Produção local: WB Produções

Informações: (27) 2142-5350 – wbproducoes.com

Acessibilidade: Teatro acessível para cadeirantes, e pessoas com mobilidade reduzida. Intérprete de libras na sessão de domingo.

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Teatro

Novo espetáculo de José Celso Cavalieri no Palácio da Cultura Sônia Cabral

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Depois de circular pelos palcos do Espírito Santo e do Rio de Janeiro com Meus Olhos Verdes, o diretor José Celso Cavalieri apresenta um novo capítulo dessa história. Neste domingo, dia 16 de agosto, às 20h, estreia no Palácio da Cultura Sônia Cabral, em Vitória, o monólogo ‘Eu Não Tive Culpa’, com texto e atuação de Diego Pianna.

Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada) e estão à venda pela plataforma Sympla e também diretamente com a produção do espetáculo, pelo WhatsApp (27) 99908-7044.

A montagem acompanha o garoto de programa Afonso, que agora precisa lidar com as consequências de um ato extremo. Após atirar contra o próprio tio, ele é interrogado e se vê obrigado a revisitar lembranças que passou a vida tentando esconder. Para sobreviver à violência sofrida na infância, criou Alex, um alter ego que o ajudou a seguir em frente, mas que também o afastou de sua própria identidade.

Ao longo de 45 minutos, o espetáculo costura passado e presente para revelar como traumas da infância continuam atravessando a vida adulta. Em cena, abusos físicos, psicológicos e sexuais vêm à tona enquanto o personagem tenta compreender sua própria história e enfrentar um sentimento que o acompanha desde criança: a culpa.

Peça ‘Eu Não Tive Culpa’, com Diego Pianna

Quando: 16 de agosto (domingo), às 20h

Local: Palácio da Cultura Sônia Cabral – Centro de Vitória

Ingressos: Inteira: R$ 60 | Meia-entrada: R$ 30

Vendas: Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/eu-nao-tive-culpa/3516610) e produção do espetáculo.

Classificação: 18 anos

Informações: (27) 99908-7044.

Foto José Celso Cavalieri

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Teatro

Marco Luque retorna a Vitória com o espetáculo inédito “É Disso Que Eu Tô Falando”

Apresentações acontecem nos dias 29 e 30 de agosto, no Teatro Universitário da Ufes, reunindo figuras consagradas como Jackson Faive, Mustafary, Mary Help e Silas Simplesmente em histórias inéditas e cheias de humor sobre o cotidiano brasileiro

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O humorista Marco Luque retorna à capital capixaba com “É Disso Que Eu Tô Falando”, espetáculo que marca uma nova fase de sua carreira nos palcos após três anos de turnê com “Dilatados”.  Desta vez, o artista aposta em uma narrativa surpreendente para revisitar alguns de seus personagens mais queridos pelo público. As apresentações acontecem nos dias 29 e 30 de agosto, no Teatro Universitário da Ufes. Os ingressos estão à venda aqui.

No palco, Luque revive quatro figuras inesquecíveis: Jackson Faive, o motoboy paulistano cheio de gírias e histórias urbanas; Mustafary, o rastafari pseudoambientalista com reflexões inusitadas; Mary Help, a diarista carismática e desastrada; e Silas Simplesmente, o taxista que mistura humor e reflexões sobre a vida cotidiana. Cada personagem ganha novas situações e textos inéditos, compondo uma sequência dinâmica que mistura crítica, improviso e identificação com o público.

Com sua já conhecida versatilidade, o humorista constrói um espetáculo que dialoga com diferentes gerações, explorando temas do dia a dia com leveza e irreverência. O resultado é um show que equilibra humor inteligente e momentos de pura descontração.

Com criação e direção assinadas por Marco Luque e Guilherme Rocha, “É Disso Que Eu Tô Falando” é um convite para o público rir de situações comuns sob uma nova perspectiva, reforçando o talento do artista em transformar personagens cotidianos em grandes sucessos de público.

“É DISSO QUE EU TÔ FALANDO!” – com Marco Luque

Quando: 29 e 30 de agosto

Horário:  sábado, 20h, e domingo, 17h

Local : Teatro Universitário (Av. Fernando Ferrari, 514 – Goiabeiras, Vitória)

Classificação indicativa : 14 anos

Vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/115649/d/362515

Ingressos:

• Plateia A: R$ 150 (inteira) | R$ 75 (meia)

• Plateia B: R$ 130 (inteira) | R$ 65 (meia)

• Mezanino: R$ 110 (inteira) | R$ 55 (meia)

Venda sem taxa: no Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo), a partir das 15h

Foto principal: Amorim Rec

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Teatro

Grupo Arte Oficina apresenta o espetáculo inédito’ A Peso de Ouro’ no Palácio da Cultura Sônia Cabral

Inspirada na peça ‘Um Rubi no Umbigo’, escrita por Ferreira Gullar em 1970, a montagem será apresentada no dia 20 de agosto, às 19h30

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O Grupo Arte Oficina, núcleo profissional da Oficina de Atores Abel Santana, sobe ao palco do Palácio da Cultura Sônia Cabral, em Vitória, no dia 20 de agosto, às 19h30, para apresentar o espetáculo inédito’ A Peso de Ouro’. A montagem é inspirada na peça ‘Um Rubi no Umbigo’, escrita por Ferreira Gullar em 1970.

Os ingressos já estão à venda no Sympla e custam R$35 (meia entrada).

A Peso de Ouro é uma tragicomédia que equilibra humor, poesia e crítica social. A história acompanha Vitinho, um jovem de 20 anos que carrega, desde o nascimento, um rubi encravado no umbigo – pedra preciosa implantada por sua avó como única forma de protegê-lo da morte. Quando a família de classe média mergulha em uma grave crise financeira, o pai vê no rubi a solução para quitar as dívidas e decide retirá-lo. A notícia, porém, desperta a cobiça de uma sociedade inteira, que passa a enxergar o rapaz como um verdadeiro tesouro. Cercado por interesses e “aves de rapina”, Vitinho embarca em uma corrida para preservar não apenas a joia, mas a própria vida.

“É uma obra que continua extremamente atual ao discutir a ganância, as relações familiares e o valor que damos às pessoas. Nossa adaptação preserva a essência do texto de Ferreira Gullar, mas dialoga diretamente com o público de hoje, equilibrando humor, poesia e reflexão”, destaca o diretor Abel Santana.

A montagem marca um novo momento na trajetória de Abel Santana, que assina pela primeira vez a adaptação de um texto do século XX. “Nossa história é marcada por montagens inspiradas em autores clássicos, como Molière, com obras ambientadas entre os séculos XV e XIX. Agora, encaramos o desafio de adaptar Ferreira Gullar, ampliando nosso repertório sem abrir mão da pesquisa, da linguagem e da qualidade artística que sempre buscamos levar ao palco”, afirma o diretor.

O elenco é formado pelos atores Abel Santana, Deise Freitas, Delza Marim, Diego Pianna, Gabe Braga, João Grobério, Lina Carneiro, Mateus Fosther, Pedro Totola, Thais Borsoneli, Thiago Miranda e Vânia Cunha.

Peça  “A Peso de Ouro”, de Abel Santana

Quando: 20 de agosto, às 19h30

Local: Palácio da Cultura Sônia Cabral – Vitória

Ingressos: R$35 (meia entrada)

Vendas: https://www.sympla.com.br/evento/a-peso-de-ouro/3478304?share_id=copiarlink

Informações:

https://www.instagram.com/oficinaabelsantana

https://www.instagram.com/grupodeteatroarteoficina

Fotos: Lina Carneiro e Thiago Miranda

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