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Agora É Que São Elas! Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco trazem comédia para Vitória

O espetáculo que rodou todo o Brasil, passou por Portugal com sessões esgotadas, chega ao Teatro Universitário da UFES nos dias 24, 25 e 26 de abril

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Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco desembarcam em Vitória pela primeira vez, com o espetáculo “Agora É Que São Elas!”, comédia de esquetes escrita e dirigida por Fábio Porchat, sucesso pelo Brasil e Europa.  A montagem será apresentada entre os dias 24 a 26 de abril, no Teatro Universitário da UFES, com sessões na sexta e sábado, às 20h, e no domingo, às 17h.

Os ingressos estão à venda no Sympla.com.br e na bilheteria do Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo) a partir das 15h.

“É um humor de identificação. As pessoas se reconhecem nos personagens ou conhecem alguém que se parece com eles. São encenações do dia a dia, situações que a gente vive. Um comentário que achei divertido”, explica Fábio Porchat.

Na época em que escreveu parte dos textos, Porchat era estudante da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), no Rio de Janeiro, e chegou a encenar alguns esquetes ao lado do saudoso colega Paulo Gustavo.

“Foi muito lindo revisitar esses textos escritos há 20 anos, que eu fiz na escola pro meu colega Paulo Gustavo. E foi bom ver que esse material ainda é atual, funciona e é engraçado. Se estivermos conectados ao que acontece ao nosso redor, vamos entender o Brasil, os costumes e as pessoas que estão à nossa volta”, afirma.

Entre os esquetes apresentados está “Superstição”, que mostra o reencontro de duas amigas que não se viam há anos — uma extremamente supersticiosa e a outra totalmente cética — interpretadas por Maria Clara Gueiros e Júlia Rabello. Em “Selfie”, Priscila Castello Branco e Maria Clara vivem uma situação desconfortável quando um fã aborda uma atriz famosa em um restaurante e, enquanto tenta tirar uma foto, passa a listar defeitos da artista que diz admirar. Já o esquete mais recente, “Meu Bebê”, traz Júlia e Priscila como um casal que compara obsessivamente o próprio filho de oito meses com os filhos das amigas, morrendo de medo que o bebê não seja o mais inteligente de todos.

Diferentes gerações da comédia no mesmo palco

O espetáculo reúne três atrizes de gerações distintas da comédia brasileira, que despontaram para o público em diferentes plataformas. A carioca Maria Clara Gueiros, bailarina de formação, estreou no teatro em 1987 e ganhou popularidade nacional no humorístico Zorra Total. Também carioca, Júlia Rabello se tornou conhecida como um dos principais nomes do Porta dos Fundos e participou de novelas como A Regra do Jogo e Rock Story. Já a paulistana Priscila Castello Branco transitou pelo drama no teatro e por novelas da TV Globo, mas se consolidou no stand-up, com destaque para o solo Tô Quase Lá.

A primeira temporada do espetáculo foi um grande sucesso de público. A peça estreou com casa cheia no Festival de Curitiba, em março de 2024, lotou por quatro meses o Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro — com sessões extras aos sábados — e ainda passou por temporada com ingressos esgotados em Niterói.

Foto de Yan Carpenter

Para Porchat, o sucesso da montagem está diretamente ligado ao trabalho coletivo. “A peça é despretensiosa. Tem três grandes comediantes no palco, que dominam e têm consciência do potencial delas. Um texto de comédia só funciona quando é feito por comediantes que acreditam nele. Essas mulheres melhoram o meu texto e as piadas, e eu acho isso incrível”, destaca.

A relação de Júlia Rabello com a peça também atravessa duas décadas. “Quando ele me convidou anos atrás para produzir a peça, eu jamais imaginaria que hoje ele seria o idealizador, diretor e produtor, me chamando para atuar. São voltas muito interessantes que a vida dá. Ouvi esses textos pela primeira vez há 20 anos. Agora, fazer parte como atriz é uma grande responsabilidade”, conta.

Rapidez e precisão de timing são essenciais para o humor funcionar, segundo Júlia. “Colocamos toda a nossa energia em manter esse ritmo muito afiado”, afirma.

Para Maria Clara Gueiros, o texto é o grande motor do espetáculo. “Eles são engraçadíssimos e vão ficando ainda melhores à medida que a gente se apropria deles. O texto já é tão bem escrito que o desafio é só dar musicalidade e vida aos personagens”, diz.

Priscila Castello Branco destaca o desafio técnico da montagem. “Não usamos figurino de caracterização nem troca de roupa. A virada de personagem acontece em cena. O teatro é vivo, e a improvisação nasce da reação da plateia. É uma delícia viver isso com minhas companheiras”, afirma.

Espetáculo “Agora É Que São Elas!” com Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco

Quando: 24, 25 e 26 de abril

Horários: Sexta e sábado, às 20h, Domingo, às 17h

Local: Teatro Universitário da UFES (Av. Fernando Ferrari, 514 – Goiabeiras, Vitória)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 70 minutos

Ingressos:

• Plateia A: R$ 180 (inteira) | R$ 90 (meia)

• Plateia B: R$ 160 (inteira) | R$ 80 (meia)

• Mezanino: R$ 120 (inteira) | R$ 60 (meia)

Venda on-line: https://bileto.sympla.com.br/event/115532/d/361946

Venda sem taxa: presencial no Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo) a partir das 15h

Foto principal: Yan Carpenter

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Novo espetáculo de José Celso Cavalieri no Palácio da Cultura Sônia Cabral

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Depois de circular pelos palcos do Espírito Santo e do Rio de Janeiro com Meus Olhos Verdes, o diretor José Celso Cavalieri apresenta um novo capítulo dessa história. Neste domingo, dia 16 de agosto, às 20h, estreia no Palácio da Cultura Sônia Cabral, em Vitória, o monólogo ‘Eu Não Tive Culpa’, com texto e atuação de Diego Pianna.

Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada) e estão à venda pela plataforma Sympla e também diretamente com a produção do espetáculo, pelo WhatsApp (27) 99908-7044.

A montagem acompanha o garoto de programa Afonso, que agora precisa lidar com as consequências de um ato extremo. Após atirar contra o próprio tio, ele é interrogado e se vê obrigado a revisitar lembranças que passou a vida tentando esconder. Para sobreviver à violência sofrida na infância, criou Alex, um alter ego que o ajudou a seguir em frente, mas que também o afastou de sua própria identidade.

Ao longo de 45 minutos, o espetáculo costura passado e presente para revelar como traumas da infância continuam atravessando a vida adulta. Em cena, abusos físicos, psicológicos e sexuais vêm à tona enquanto o personagem tenta compreender sua própria história e enfrentar um sentimento que o acompanha desde criança: a culpa.

Peça ‘Eu Não Tive Culpa’, com Diego Pianna

Quando: 16 de agosto (domingo), às 20h

Local: Palácio da Cultura Sônia Cabral – Centro de Vitória

Ingressos: Inteira: R$ 60 | Meia-entrada: R$ 30

Vendas: Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/eu-nao-tive-culpa/3516610) e produção do espetáculo.

Classificação: 18 anos

Informações: (27) 99908-7044.

Foto José Celso Cavalieri

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Teatro

Marco Luque retorna a Vitória com o espetáculo inédito “É Disso Que Eu Tô Falando”

Apresentações acontecem nos dias 29 e 30 de agosto, no Teatro Universitário da Ufes, reunindo figuras consagradas como Jackson Faive, Mustafary, Mary Help e Silas Simplesmente em histórias inéditas e cheias de humor sobre o cotidiano brasileiro

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O humorista Marco Luque retorna à capital capixaba com “É Disso Que Eu Tô Falando”, espetáculo que marca uma nova fase de sua carreira nos palcos após três anos de turnê com “Dilatados”.  Desta vez, o artista aposta em uma narrativa surpreendente para revisitar alguns de seus personagens mais queridos pelo público. As apresentações acontecem nos dias 29 e 30 de agosto, no Teatro Universitário da Ufes. Os ingressos estão à venda aqui.

No palco, Luque revive quatro figuras inesquecíveis: Jackson Faive, o motoboy paulistano cheio de gírias e histórias urbanas; Mustafary, o rastafari pseudoambientalista com reflexões inusitadas; Mary Help, a diarista carismática e desastrada; e Silas Simplesmente, o taxista que mistura humor e reflexões sobre a vida cotidiana. Cada personagem ganha novas situações e textos inéditos, compondo uma sequência dinâmica que mistura crítica, improviso e identificação com o público.

Com sua já conhecida versatilidade, o humorista constrói um espetáculo que dialoga com diferentes gerações, explorando temas do dia a dia com leveza e irreverência. O resultado é um show que equilibra humor inteligente e momentos de pura descontração.

Com criação e direção assinadas por Marco Luque e Guilherme Rocha, “É Disso Que Eu Tô Falando” é um convite para o público rir de situações comuns sob uma nova perspectiva, reforçando o talento do artista em transformar personagens cotidianos em grandes sucessos de público.

“É DISSO QUE EU TÔ FALANDO!” – com Marco Luque

Quando: 29 e 30 de agosto

Horário:  sábado, 20h, e domingo, 17h

Local : Teatro Universitário (Av. Fernando Ferrari, 514 – Goiabeiras, Vitória)

Classificação indicativa : 14 anos

Vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/115649/d/362515

Ingressos:

• Plateia A: R$ 150 (inteira) | R$ 75 (meia)

• Plateia B: R$ 130 (inteira) | R$ 65 (meia)

• Mezanino: R$ 110 (inteira) | R$ 55 (meia)

Venda sem taxa: no Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo), a partir das 15h

Foto principal: Amorim Rec

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Teatro

Grupo Arte Oficina apresenta o espetáculo inédito’ A Peso de Ouro’ no Palácio da Cultura Sônia Cabral

Inspirada na peça ‘Um Rubi no Umbigo’, escrita por Ferreira Gullar em 1970, a montagem será apresentada no dia 20 de agosto, às 19h30

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O Grupo Arte Oficina, núcleo profissional da Oficina de Atores Abel Santana, sobe ao palco do Palácio da Cultura Sônia Cabral, em Vitória, no dia 20 de agosto, às 19h30, para apresentar o espetáculo inédito’ A Peso de Ouro’. A montagem é inspirada na peça ‘Um Rubi no Umbigo’, escrita por Ferreira Gullar em 1970.

Os ingressos já estão à venda no Sympla e custam R$35 (meia entrada).

A Peso de Ouro é uma tragicomédia que equilibra humor, poesia e crítica social. A história acompanha Vitinho, um jovem de 20 anos que carrega, desde o nascimento, um rubi encravado no umbigo – pedra preciosa implantada por sua avó como única forma de protegê-lo da morte. Quando a família de classe média mergulha em uma grave crise financeira, o pai vê no rubi a solução para quitar as dívidas e decide retirá-lo. A notícia, porém, desperta a cobiça de uma sociedade inteira, que passa a enxergar o rapaz como um verdadeiro tesouro. Cercado por interesses e “aves de rapina”, Vitinho embarca em uma corrida para preservar não apenas a joia, mas a própria vida.

“É uma obra que continua extremamente atual ao discutir a ganância, as relações familiares e o valor que damos às pessoas. Nossa adaptação preserva a essência do texto de Ferreira Gullar, mas dialoga diretamente com o público de hoje, equilibrando humor, poesia e reflexão”, destaca o diretor Abel Santana.

A montagem marca um novo momento na trajetória de Abel Santana, que assina pela primeira vez a adaptação de um texto do século XX. “Nossa história é marcada por montagens inspiradas em autores clássicos, como Molière, com obras ambientadas entre os séculos XV e XIX. Agora, encaramos o desafio de adaptar Ferreira Gullar, ampliando nosso repertório sem abrir mão da pesquisa, da linguagem e da qualidade artística que sempre buscamos levar ao palco”, afirma o diretor.

O elenco é formado pelos atores Abel Santana, Deise Freitas, Delza Marim, Diego Pianna, Gabe Braga, João Grobério, Lina Carneiro, Mateus Fosther, Pedro Totola, Thais Borsoneli, Thiago Miranda e Vânia Cunha.

Peça  “A Peso de Ouro”, de Abel Santana

Quando: 20 de agosto, às 19h30

Local: Palácio da Cultura Sônia Cabral – Vitória

Ingressos: R$35 (meia entrada)

Vendas: https://www.sympla.com.br/evento/a-peso-de-ouro/3478304?share_id=copiarlink

Informações:

https://www.instagram.com/oficinaabelsantana

https://www.instagram.com/grupodeteatroarteoficina

Fotos: Lina Carneiro e Thiago Miranda

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