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Cultura

Cervejaria na CASACOR ES promete ser point com lançamentos de cervejas, gastronomia e drinques inéditos

A Buena Vista, um dos principais redutos cervejeiros da região de Buenos Aires, em Guarapari, terá um ambiente exclusivo na mostra de arquitetura e decoração deste ano, desenvolvido pelo arquiteto Christian Vieira

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Conectados ao tema deste ano da CASACOR ES, “De Presente, o Agora”, o arquiteto Christian Vieira e o mestre cervejeiro Marcos Oliveira, sócios da cervejaria Buena Vista, na região de Buenos Aires, em Guarapari, levarão a marca para um ambiente exclusivo na edição capixaba da maior mostra de arquitetura e decoração da América Latina, que acontece entre os dias 25 de setembro e 17 de novembro, no Clube Ítalo-Brasileiro, na Ilha do Boi.

Com área de 64 metros quadrados e pronto para acomodar cerca de 35 pessoas sentadas, o espaço da Buena Vista Cervejaria Artesanal promete ser um dos pontos de encontro do público, não só por oferecer diversos estilos de chope, drinques inéditos – criados especialmente para o evento – e boa gastronomia, mas também por criar uma atmosfera despojada e ao mesmo tempo acolhedora para os visitantes. Durante o período da mostra, a dupla de sócios planeja ainda movimentar o espaço com lançamentos de novos estilos de cerveja.

O arquiteto Christian Vieira e o mestre cervejeiro Marcos Oliveira, sócios da cervejaria Buena Vista

Para os sócios Christian e Marcos, a cultura cervejeira é uma experiência que vai muito além do sensorial: ela traz à tona o desejo de conectar pessoas, desbravar o mundo e conhecer o novo. Mais do que refrescar o paladar e permitir-se apreciar sabores desconhecidos, mergulhar no universo da cerveja é saber que muitos outros conhecimentos estão por vir, enquanto nos permitimos relaxar e aproveitar o agora.

O projeto arquitetônico é assinado pelo próprio Christian e, segundo ele, tem como conceito a ideia de reproduzir um galpão industrial antigo abandonado, em que foi aproveitada toda a estrutura existente para ser transformada em uma cervejaria artesanal que valoriza a cultura por trás do consumo de uma das bebidas mais apreciadas no mundo. O protagonismo ficará por conta de elementos como cimento queimado, tijolos, texturas e madeira, características muito fortes desse conceito de construção proposto pela marca cervejeira para a CASACOR ES 2024.

 “No espaço da Buena Vista, encontramos características de demolição e aproveitamentos de materiais, que juntos o transformam em um ambiente descolado, descontraído, sustentável e intimista, trazendo muito conforto para os frequentadores do espaço.  Isso, quando unido ao nosso diferencial de oferecer boas cervejas, uma gastronomia que percorre diversos países sem ao menos sair do lugar e drinques que aguçam os sentidos, elevam a experiência de estar ali”, explica o arquiteto.

Agregado a todas essas tendências da arquitetura e design, a composição de cenografia também virá forte na Buena Vista Cervejaria Artesanal. As obras de artes estampadas nas paredes terão assinatura do artista plástico capixaba Rodrigo Dutra.

Embora a referência utilizada seja a de um galpão abandonado, haverá muita vida nesse espaço. Quando se olhar para cima, a visão do verde das plantas minuciosamente acomodadas no teto lembrará ao visitante sobre a importante conexão com aquilo que cerca a vida humana, especialmente a natureza. Um resgate ao principal elemento empregado na construção do ponto de origem da Buena Vista, na charmosa Buenos Aires, em Guarapari. 

E se a cerveja é uma paixão mundial que vigora por todos os cantos do planeta há milhares de anos, a decoração não deixará de fora artigos cênicos que relembrem o seu status de artefato histórico e cultural: bandeiras de diversos países que elevaram a bebida a um importante patamar na sociedade estarão estendidas na área do bar como Alemanha, Inglaterra, Bélgica, Holanda. 

As mesas e cadeiras para que os visitantes se acomodem e entreguem-se à degustação também seguirão o mesmo padrão adotado pela marca em seu espaço original, em Guarapari. Feito em metais e madeira, esse mobiliário dará o equilíbrio para a composição: perfeita harmonia com as paredes que o cerca e a história contada por elas.

Todos esses insights levaram ao desenho final do espaço Buena Vista Cerveja Artesanal na CASACOR ES 2024, que, sem dúvidas, renderá momentos de conexão e desfrute do aqui e agora.

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Cultura

Revista Traços anuncia chegada ao Espírito Santo

A primeira edição capixaba será lançada no dia 27 de março, com evento no Theatro Carlos Gomes

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A Revista Traços, um projeto cultural e social que une jornalismo, arte e geração de renda, chega ao Espírito Santo no mês de março. Realizado pela Secretaria da Cultura (Secult), em parceria com a Associação Traços de Comunicação e Cultura, a publicação será lançada no dia 27 de março, às 19 horas, no Theatro Carlos Gomes, Centro de Vitória, com a presença da artista Elisa Lucinda, capa da primeira edição.

Inspirada no modelo internacional das publicações de rua, a Traços é vendida por pessoas em situação de vulnerabilidade social, os chamados porta-vozes da cultura, que encontram na venda da revista uma oportunidade de trabalho, autonomia e reinserção social. Ao longo de sua trajetória, o projeto já promoveu o trabalho de mais de 4 mil artistas e recebeu mais de 16 prêmios, nacionais e internacionais.

Com circulação há mais de dez anos em Brasília e cinco anos no Rio de Janeiro, a Traços se tornou uma referência no jornalismo cultural independente no país. A revista publica reportagens, perfis, ensaios fotográficos, entrevistas, crônicas e poesias, sempre com foco na produção artística e na valorização de criadores locais.

A expansão para o Espírito Santo prevê a produção de edições dedicadas exclusivamente à cena cultural capixaba, além da formação de uma nova rede de porta-vozes da cultura no Estado. A iniciativa conta com o fomento da Secretaria da Cultura, que vai atuar na articulação com artistas, coletivos e instituições locais, buscando ampliando a visibilidade do projeto no contexto da economia criativa. Na primeira edição, a publicação terá na capa a atriz e poetisa capixaba Elisa Lucinda, além de reunir uma série de reportagens e ensaios fotográficos com artistas e agentes culturais do Espírito Santo.

Atualmente, a publicação mantém tiragem média de 3 mil exemplares por edição e já ultrapassou a marca de 100 números publicados nas cidades de atuação. Para além das páginas impressas, a iniciativa também consolidou presença no ambiente digital, com publicação diária de conteúdos no portal, ampliando o alcance das pautas culturais.

O projeto também mantém parcerias com instituições como Organização das Nações Unidas (ONU), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), universidades e diversas organizações ligadas à cultura e à economia criativa.

Vale a pena ficar de olho e conferir mais sobre a Revista Traços através do site e instagram.

Fotos: Thais Mallon

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Cultura

Roda de conversa com escritoras capixabas aborda o livro “Fogo de Palha”, de Carla Guerson

Programação reúne as escritoras Carla Guerson e Junia Zaidan, a produtora cultural Fabíola Mozine e a influenciadora literária Camilla Dias neste fim de semana

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Neste fim de semana, o projeto “Livro por Elas” promove uma programação inteiramente
dedicada à literatura produzida por mulheres, com bate-papo online, roda de conversa e
oficina com foco no livro de poesia “Fogo de Palha”, da escritora capixaba Carla Guerson.
No sábado, 14 de março, às 19h, acontece a Roda de Conversa com Carla Guerson, autora de quatro livros e mediadora de clubes literários, com mediação da escritora e professora universitária, Junia Zaidan. O encontro é gratuito, aberto ao público e acontece na Biblioteca Cine Por Elas, na Casa Cultural 155, no centro de Vila Velha, integrando a programação do festival Rua das Palavras, que reúne diversas atividades literárias no espaço.

Além da roda de conversa, a programação inclui ainda um Bate-papo online na sexta-feira,
13 de março, às 19h, no Instagram de Cine por Elas: instagram.com/cineporelas/. A live
contará com a influenciadora literária Camilla Dias e a escritora capixaba Carla Guerson,
contando com mediação da produtora cultural e idealizadora do projeto, Fabiola Mozine. E
no domingo, 15 de março, das 15h às 18h, Carla Guerson ministra a Oficina de Escrita
Criativa – Memória Inventada, que aborda os limites entre realidade e ficção na criação
literária A formação acontece na Biblioteca Cine Por Elas e já conta com todas as vagas
preenchidas.

Carla Guerson

Na roda de conversa, a obra debatida será “Fogo de Palha” (2023), segundo livro publicado por Carla Guerson e seu primeiro de poesia. No livro, a escrita intensa e afiada da autora contempla os desconfortos, as rupturas e as imperfeições da vida. Na obra e na roda de conversa, a reflexão gira em torno da experiência de ser mulher em questões como morte e vida, amores e desamores, autodescoberta, maternidade, aceitação, solidão e transformação.

O Livro por Elas carrega o propósito de potencializar a criação literária de mulheres e fortalecer a literatura como forma de expressão e resistência feminina, por meio da difusão de obras de autoras capixabas e das trocas de experiências nas oficinas e rodas de conversas, incentivando a leitura e a escrita voltada para o protagonismo das experiências vividas por mulheres. O projeto é uma iniciativa do Instituto Cine Por Elas, que atua há mais de 5 anos na difusão da arte e cultura produzida por mulheres, com foco na defesa de direitos e no combate à violência contra a mulher.

Sexta-feira (13/03) – às 19h
Live / Bate-papo online | Carla Guerson e Camilla Dias
Local: instagram.com/cineporelas/

Junia Zaidan

Sábado (14/03) – às 19h
Roda de conversa | Carla Guerson e Júnia Zaidan
Local: Biblioteca Cine Por Elas | Casa Cultural 155
Av. Jerônimo Monteiro, 155 – Centro de Vila Velha, Vila Velha – ES, 29100-400
Entrada: gratuita e aberta ao público

Domingo (15/03) – às 15h
Oficina de Escrita Criativa – Memória Inventada | Carla Guerson
Local: Biblioteca Cine Por Elas | Casa Cultural 155
Av. Jerônimo Monteiro, 155 – Centro de Vila Velha, Vila Velha – ES, 29100-400
Entrada: inscrições esgotadas.

Foto principal: Demétrius Júlice

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Cultura

Procuradora aposentada lança livro de crônicas contando trajetória no ES

Lançamento da obra Vários Mundos de uma Vida terá tarde de autógrafos em Vitória no dia 17 de março

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A procuradora do Estado aposentada Clarita Carvalho de Mendonça lança, no dia 17 de março, o livro Os Vários Mundos de uma Vida, obra que reúne crônicas marcadas por sensibilidade, memória e imaginação. O lançamento será celebrado com uma tarde de autógrafos aberta ao público, das 16h às 20h, no Restaurante Taurus, na Praia do Canto, em Vitória.

Vinda de uma família de grandes leitores, Clarita conta que a escrita sempre fez parte de sua essência. Incentivada pelo pai, Luiz Borges de Mendonça, ela relembra que gostava das aulas de Português “mais do que de todas as outras” na escola. O pai, grande estudioso, foi secretário da Fazenda do ES e presidente do Banestes, onde ingressou como contínuo e progrediu ao maior cargo da instituição. É lembrado pelo caráter, bom trato com as pessoas e dedicação ao serviço público. Fez questão de passar à filha a paixão pelo conhecimento.

Clarita conta que, embora tenha construído uma sólida carreira na advocacia pública, a vontade de escrever permaneceu viva ao longo dos anos. Foi após a aposentadoria que encontrou o tempo necessário para se dedicar com mais profundidade às palavras. Ao revisitar arquivos antigos guardados no computador, descobriu textos que decidiu ressignificar. “A escrita sempre morou em mim”, afirma. Muitas dessas produções ganharam nova forma e passaram a compor o livro, revelando um percurso literário que atravessa diferentes fases da vida.

As crônicas não seguem uma ordem rígida nem se prendem a temas específicos. São construídas a partir de emoções, sensações e experiências do cotidiano. “As minhas crônicas são moldadas em termos de emoções, sentimentos que impregnam o nosso cotidiano”, explica. A autora define a obra como uma miscelânea homogênea que mistura lembranças pessoais com ficção, imaginação e criatividade.

O processo de criação também reflete essa liberdade. Clarita escreve à mão quando tem papel por perto, utiliza o notebook sempre que possível e, não raras vezes, grava áudios no celular quando a inspiração surge no meio do caminho. Depois, transforma essas ideias em texto, lapidando o que chama de “meu escrito”.

Com 50 anos de formada em Direito em 2026 e uma trajetória que inclui atuação na Defensoria Pública e na Procuradoria Geral do Estado, instituição que considera sua casa, Clarita inicia agora um novo capítulo. Em Os Vários Mundos de uma Vida, compartilha com leitores diferentes dimensões de sua história, provando que cada fase da vida pode revelar um mundo inteiro a ser contado.

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Vai Pocar