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Cultura

Espírito Santo recebe Festival Internacional ‘Dança em Trânsito’ que passará por 4 cidades capixabas

A ampla programação gratuita acontece entre os dias 26 e 30 de julho e inclui espetáculos, oficinas que envolvem diversas companhias nacionais e internacionais, em teatros e espaços públicos nas cidades de Colatina, Baixo Guandu, Vitória e Vila Velha

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SOLO Rami Levi, do Grupo Tápias (RJ)
SOLO Rami Levi, do Grupo Tápias (RJ)

Em sua 21ª edição, o Dança em Trânsito, um dos maiores e mais abrangentes festivais internacionais de dança contemporânea do país, chega no Espírito Santo entre os dias 26 e 30 julho com uma programação gratuita e especial em quatro cidades capixabas: Baixo Guandu, Colatina, Vitória e Vila Velha.

O festival teve uma primeira etapa inédita entre fevereiro e abril, no Rio de Janeiro, e, em junho, seguiu para a República Tcheca. E neste mês de julho, deu início a sua já tradicional itinerância nacional, que este ano passa por 33 cidades, divididas em três circuitos espalhados pelas cinco regiões do país, até 14 de outubro.

Neste intercâmbio são convidados artistas das mais diversas danças populares e do folclore brasileiro para se apresentarem junto aos artistas do Dança em Trânsito na sua cidade ou fora de sua cidade de origem e, assim, serão costuradas as culturas e incentivada a difusão de nosso rico folclore e cultura para além de seus estados.

No Espírito Santo, a suíça Nicole Seiler, a belga Loraine Dambermont, e os brasileiros Fábio da Costa, Mário Nascimento são algumas das atrações que desembarcam por aqui com espetáculos e uma série de ações para a difusão e democratização da dança, que incluem três tipos de residências artísticas – para profissionais com circulação e para amadores para apresentações nas cidades; intercâmbios e valorização do folclore e cultura brasileira; formação e geração de emprego para professores multiplicadores; rodas de conversa e oficinas pontuais.

Bailarino Fábio Costa em Vitória - Créditos Inaiá Braghini

Bailarino Fábio Costa em Vitória – Créditos Inaiá Braghini

O 21º Dança em Trânsito é apresentado pelo Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, e conta com patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio da Volkswagen Caminhões e Ônibus e Engie Brasil Energia.

Há 21 anos, o projeto Dança em Trânsito reúne apresentações artísticas, formação, capacitação, reflexão e intercâmbio entre grupos de dança de diversas cidades do Brasil e do mundo. O festival possibilita trocas de experiências entre artistas e companhias nacionais e internacionais convidadas, e incentiva o desenvolvimento das linguagens da dança. Com a característica marcante da apresentação de trabalhos em destaque no cenário atual e a ocupação, além de diversos teatros, também de espaços urbanos, a cada nova edição estende o acesso a novos públicos, prezando pela democratização da cultura, e reforçando o compromisso assumido para o fortalecimento e a divulgação da dança contemporânea em consonância com outras culturas e segmentos da dança, e com a cultura popular brasileira.

O Dança em Trânsito 2023 também incentiva e viabiliza residências artísticas de criação sob orientação de artistas e coreógrafos convidados de diferentes regiões do Brasil, e também do exterior. Tais profissionais criarão coreografias para os artistas das cidades onde forem realizadas as oficinas de criação, e essas novas coreografias seguirão para outra(s) cidade(s) com o festival. A ideia é fortalecer as trocas de experiências, e ampliar o conhecimento de novas formas de criação utilizadas por outros coreógrafos, brasileiros e estrangeiros.

RESIDÊNCIAS E OFICINAS: FORMAÇÃO E MULTIPLICAÇÃO

No DANÇA EM TRÂNSITO 2023 os projetos formativos deste ano incluem os Workshops com criação em cidades distantes das metrópoles e oficinas em todos os estados selecionados para a edição, que receberão artistas nacionais e/ou estrangeiros para ministrar as oficinas, promovendo ampla discussão da dança contemporânea, com sua enorme gama de possibilidades, e propiciando a aquisição de novas aprendizagens de naturezas tanto conceitual como prática.

Coreógrafa Larissa Ramalho

Coreógrafa Larissa Ramalho

Entre os dias 21 e 25 acontece em Colatina, Workshop com Criação com a coreógrafa do Amapá Larissa Ramalho. Com vagas limitadas, as inscrições podem ser feitas pelo site https://www.dancaemtransito.com.br/. Larissa, que é mestra em Dança pela Université Paris 8 (Saint-Denis, França) e trabalhou por anos em Paris e junto também a outros grandes artistas internacionais, conduzirá os participantes deste Workshop na criação de uma obra coreográfica centrada na ideia de Trajetórias. A partir da realização de jogos corporais e da partilha de um vocabulário de movimentos previamente construído pela coreógrafa, será criado um trabalho coreográfico, cuja inspiração principal serão as experiências pessoais de deslocamento cotidiano dos participantes.

Já no dia 28 de julho, acontece em Vitória a Oficina de “Dança Contemporânea Urbana” com o bailarino mineiro Fábio Costa. A oficina é gratuita e terá duas horas de duração e será realizada no Espaço de Dança Duetto, em Santa Lúcia, Vitória. As vagas são limitadas e as inscrições também devem ser feitas pelo site do festival, o www.dancaemtransito.com.br.

A oficina de Fábio Costa tem como foco principal sua pesquisa de movimento pelo chão. É uma mescla de Dança Contemporânea, Danças Urbanas e Improvisação. O artista busca compartilhar um pouco das técnicas que adquiriu percorrendo diferentes Companhias e Diretores do Brasil e do Mundo.

O objetivo do Festival com as oficinas é criar um espaço de troca, oferecendo aos participantes a possibilidade de reflexão sobre as próprias práticas, ao mesmo tempo em que promovem um intercâmbio de culturas e diversidades entre os artistas. “Os participantes são orientados por profissionais convidados, que propõem e conduzem as atividades de modo a desenvolver habilidades, exercitar a criatividade e aprimorar talentos. Além disso, é uma forma de promovermos a ampla discussão da dança contemporânea, propiciando a aquisição de novas aprendizagens de naturezas tanto conceitual como prática”, explica Giselle Tápias, diretora artística e curadora do festival, ao lado de Flávia Tápias.

ESPETÁCULOS GRATUITOS

VOCÊ DEVERIA FICAR - CHRISTIAN MOYANO

Você Deveria Ficar – Christian Moyano

Um dos espetáculos da programação do festival Dança em Trânsito no Espírito Santo é com Christian Moyano de Montevidéu, Uruguai, que passará pelas quatro cidades capixabas apresentando seu solo ‘Você deveria Ficar’ (15 minutos). ‘Você Deveria Ficar’ é uma obra de dança contemporânea que lembra onde estamos, que vive a precisão, o abraço e o adeus. É uma peça que propõe eliminar os limites entre a arte e a vida. Colocando assim os lugares presentes como tesouros. Despedir-se nunca foi simples. Pensar que partir faz parte de nós e que de alguma forma, devemos sempre ficar. Nós somos o contraste no movimento certo. Você está onde deveria. Onde você está?

Outro espetáculo que também passará pelas 4 cidades capixabas é com o bailarino Fábio Costa de Brumadinho, Minas Gerais. Em seu solo ‘Umbigo do Sonho’ (23 minutos) ele encena a realidade de jovens negros por meio do encontro entre dança e psicanálise. Fabio Costa, quando criança, acompanhava a mãe, empregada doméstica, e trabalhava nos jardins das casas. Na adolescência, trabalhou na construção civil e viveu as brigas e tretas das quebradas, perdendo amigos no tráfico, até ser convidado, aos 20 anos, dançando na rua, a fazer parte de um grupo de dança. O psicanalista Musso Greco teceu a trama a partir dos sonhos e da história de Fábio.

E especialmente no dia 30 de julho, no Parque Cultural Casa do Governador, o coreógrafo Rami Levi, do Grupo Tápias, do Rio de Janeiro, também apresentará seu solo, criado especialmente para a intérprete Flávia Tápias. Rami Levi inspirou nos movimentos de animais para traduzir, para o corpo da intérprete, toda sua experiência, ao longo de seus trabalhos com Jean Christoph Mailot, Mats Ek, Nacho Duacho e Ohad Naharin.

Dança em Trânsito em números

Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil, em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação, e workshops, abrindo canais para novos talentos da dança, e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, em 2002, o Dança em Trânsito já apresentou mais de

1.100 apresentações, com cerca de 100 companhias de 18 países, envolvendo mais de 30 cidades das cinco regiões do Brasil e exterior, para um público de mais de 70 mil pessoas. Em 2020, durante a pandemia, realizou uma versão online, indicada ao Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), na categoria “Difusão”, e, em 2021, a primeira edição híbrida, que envolveu 25 cidades.

 

Festival Internacional Dança em Trânsito 2023 – 21ª edição Confira programação completa e gratuita no Espírito Santo

De 26 a 30 de julho: Colatina, Baixo Guandu, Vitória e Vila Velha 26 DE JULHO – QUARTA-FEIRA – COLATINA

A partir das 18h | Área Verde – Av. Senador Moacyr Dalla-Centro/Colatina

VOCÊ DEVERIA FICAR (15 min) – Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai)

COREOGRAFIA criada para profissionais de Belo Horizonte/MG (10 min) -Nicole Seiler (Lausanne, Suíça)

COREOGRAFIA criada para profissionais de Vitória e Vila Velha/ES (10 min) – Mário Nascimento (Manaus/AM)

UMBIGO DO SONHO (23 min) – Fábio Costa (Brumadinho/MG)

COREOGRAFIA criada para participantes de Colatina/ES (10 min) – Larissa Ramalho (Macapá/AP)

 

27  DE JULHO – QUINTA-FEIRA – BAIXO GUANDU

 A partir das 19h | Praça São Pedro

 Endereço: Av. Carlos Medeiros, 1-91 – Baixo Guandu/ES, 29730-000

VOCÊ DEVERIA FICAR (15 min) – Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai)

COREOGRAFIA criada para profissionais de Belo Horizonte/MG (10 min) -Nicole Seiler (Lausanne, Suíça)

COREOGRAFIA criada para profissionais de Vitória e Vila Velha/ES (10 min) – Mário Nascimento (Manaus/AM)

UMBIGO DO SONHO (23 min) – Fábio Costa (Brumadinho/MG)

COREOGRAFIA criada para participantes de Colatina/ES (10 min) Larissa Ramalho (Macapá/AP)

 

28  DE JULHO – SEXTA-FEIRA – VITÓRIA

 A partir das 18h | SESC Glória

 Endereço: Av. Jerônimo Monteiro, 428 – Centro, Vitória/ES, 29010-002 18h | Teatro Superior

COREOGRAFIA criada para profissionais de Vitória e Vila Velha/ES (10 min) – Mário

Nascimento (Manaus/AM) 18h30 | hall

VOCÊ DEVERIA FICAR (15 min) – Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai) 19h | Teatro

COREOGRAFIA criada para profissionais de Belo Horizonte/MG (10 min) -Nicole Seiler (Lausanne, Suíça)

UMBIGO DO SONHO (23 min) – Fábio Costa (Brumadinho/MG)

 

30 DE JULHO – DOMINGO – VILA VELHA

A partir das 10h30 | Parque Cultural Casa do Governador

Endereço: R. Santa Luzia – Praia da Costa, Vila Velha/ES.

SOLO (8 min) – Rami Levi – Grupo Tápias (Rio de Janeiro/RJ)

VOCÊ DEVERIA FICAR (15 min) – Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai) UMBIGO DO SONHO (23 min) – Fábio Costa (Brumadinho/MG)

COREOGRAFIA criada para profissionais de Vitória e Vila Velha/ES (10 min) – Mário Nascimento (Manaus/AM)

 

Programação completa, mais informações e inscrições residências e oficinas pelo site oficial do festival www.dancaemtransito.com.br

 

DANÇA EM TRÂNSITO 2023 – 21ª EDIÇÃO

PATROCÍNIO MASTER

INSTITUTO CULTURAL VALE

PATROCÍNIO

VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS | ENGIE BRASIL ENERGIA

PARCERIA:

Embaixada da Espanha em Brasília | Embaixada da França em Brasília | Instituto Frances | Instituto Italiano de Cultura | Consulado Geral da Suíça no Rio de Janeiro | Embaixada da Eslovênia em Brasília | Memorial Minas VALE | Centro Cultural SESC Glória | Prefeitura de Coronel Fabriciano | Prefeitura de Baixo Guandú | Secretaria de Cultura de Baixo Guandú

APOIO:

Biblio Maison | EspaçoThaylon Vieira Estúdio de Dança | Espaço de Dança Duetto

REALIZAÇÃO

Espaço Tápias

Lei de Incentivo à Cultura Ministério da Cultura

Governo Federal BRASIL união e reconstrução “VAMOS PRESERVAR O MEIO AMBIENTE”.

Classificação: LIVRE

 

GRUPO TÁPIAS – CIA ASSOCIADA

O Grupo Tápias é a companhia de dança associada ao Dança em Trânsito desde suas primeiras edições. Mantém um quadro estável de bailarinos estrangeiros e brasileiros e, ao longo dos anos, vem criando uma sólida base técnica, além de incessante pesquisa de linguagem própria. Com direção artística de Flávia Tápias, o Grupo Tápias traz para a 21ª edição do Dança em Trânsito obras plurais para diversos públicos como Café não é só uma xícara, Solo, On ne se connait pas encore e o espetáculo infanto-juvenil Creme do Céu. Irá circular pelas cinco regiões do país reforçando o compromisso de levar a dança contemporânea a espaços diversos.

 

Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso e fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Em 2021, são mais de 150 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados pela Vale via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Visite o site do Instituto Cultural Vale para saber mais sobre sua atuação: institutoculturalvale.org.

 

Sobre a ENGIE

No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no país, operando uma capacidade instalada de 10.290 MW em 32 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. O Grupo possui 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no nordeste do país e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira e que foi inaugurada em dezembro de 2016. O Grupo também atua na área de geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 3.000 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2016 um faturamento de R$ 6 bilhões.

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Shows

Festival Primavera Teresense 2026: premiação de R$ 7 mil e shows de atrações nacionais com entrada gratuita em Santa Teresa

A grande final do festival autoral acontece no dia 4 de setembro, abrindo uma programação ininterrupta de shows com Paralamas do Sucesso, Samuel Rosa e Nenhum de Nós

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Paralamas no Festival BigStep em Vila Velha

A quinta edição do Festival de Música Primavera Teresense chega à sua etapa decisiva movimentando o Parque de Exposições de Santa Teresa neste fim de semana. No dia 4 de setembro, os três artistas selecionados disputam mais de R$ 7 mil em premiações e incentivos de carreira. A decisão abre um fim de semana recheado de atrações nacionais como Paralamas do Sucesso, Samuel Rosa, Nenhum de Nós e Rádio Táxi. A programação é gratuita.

Disputam o pódio as composições “Filhos da Terra” (Jr Bocca), “Indagações” (Elisa Alves) e “Em Cada Canto” (Pedro Hoisel e Cris Diniz). As premiações do festival estão divididas entre o 1º lugar, que recebe o Troféu Beija-flor (R$ 2.500,00, uma guitarra Backstage e dois shows no valor de até R$ 3.000,00); o 2º lugar, contemplado com o Troféu Orquídea (R$ 2.000,00); o 3º lugar, que leva o Troféu Quaresmeira (R$ 1.500,00); e a categoria de aclamação popular, premiada com o Troféu Ipê Amarelo (R$ 1.000,00).

Samuel Rosa é atração do domingo

“O Primavera Teresense nasceu para valorizar a nova produção autoral e dar palco ao talento da nossa terra. Entregar mais de R$ 7 mil em prêmios, além de oportunidades reais de shows e instrumentos, é a nossa forma de impulsionar essas carreiras. Unir essa competição a um line-up com os maiores nomes do rock e da música nacional transforma o festival em um encontro inesquecível de gerações para o público”, destaca Alessandro Eller, presidente do Instituto Panela de Barro.

Paralelamente aos shows, a Praça da Cultura recebe a Expo Flores entre os dias 5 e 7 de setembro, reunindo produtos da agricultura familiar e atrações culturais no Centro da cidade.

Confira a programação musical completa:

Programação de Shows – Parque de Exposições

Sexta-feira (04/09)

18h: Final do Festival (Apresentações de Jr Bocca, Elisa Alves, Pedro Hoisel e Cris Diniz)

20h: Cadu Caruzo (Especial Cazuza)

Nenhum de Nós se apresenta na sexta

22h: Nenhum de Nós

Sábado (05/09)

17h: Abertura dos portões

18h: Jackson Lima

20h: Rádio Táxi

22h: Os Paralamas do Sucesso

Domingo (06/09)

17h: Abertura dos portões

17h30: Carro Velho

19h30: Casaca

22h: Samuel Rosa

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Cultura

Brasilina: Exposição reúne arte e design autoral na Galeria do Centro Cultural SESI

Em cartaz de 1º a 30 de setembro, a mostra reúne artistas e designers para refletir sobre identidade, natureza e sociedade brasileira

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O Brasil, com sua diversidade de territórios, culturas, povos, paisagens e modos de existir, é o ponto de partida da exposição Brasilina – Poéticas de uma Nação Mátria, em cartaz entre os dias 1º e 30 de setembro, na Galeria do Centro Cultural SESI, em Vitória. A mostra reúne artistas e designers brasileiros em torno de uma reflexão sobre a riqueza e a complexidade do país, por meio de diferentes linguagens, técnicas, materiais e expressões criativas.

Idealizada por Isabela Castello e Fernando Nicolau, com curadoria de Isabela Castello e Isabel Portella, a exposição parte de uma imagem simbólica: a brasilina, pigmento vermelho associado ao pau-brasil, árvore que deu nome ao país. A substância que colore o cerne da madeira torna-se, na exposição, metáfora para a própria identidade brasileira — diversa, intensa, contraditória e em constante transformação.

“A brasileína é uma tinta vermelha intensa, cor de brasa, que se forma naturalmente pela reação química da brasilina – substância encontrada no interior da árvore pau-brasil – em contato com o ar e a luz. Reagir ao encontro, como descrito acima, é sintoma de morte por podas drásticas e cortes violentos na espécie. Deste modo, o Brasil, único país com nome de árvore no mundo, é forjado. É possível falar de história sem falar de corte, de trauma? E falar de corte, de trauma é regenerá-lo? Quem és tu, cidadã brasileira? Quem és tu, cidadã latino-americana?”, instiga o idealizador, Fernando Nicolau.

Isabel Portella

Também à frente do projeto, Isabela Castello diz que Brasilina fala da potência criativa do nosso país, da nossa essência. “Precisamos olhar para nossas raízes, nossas belezas e nossa história para compreender o país que somos e, principalmente, o país que queremos construir coletivamente. E nada melhor do que a arte para nos ajudar nessa tarefa, porque a arte reflete quem somos e como nos percebemos. Nesta exposição, reunimos 32 artistas brasileiros para, por meio de diferentes linguagens e olhares, refletir sobre o Brasil e sobre a nação que queremos construir. Um convite para olhar para nós mesmos, reconhecer nossa diversidade e nossa potência e imaginar, juntos, novos caminhos para o nosso país”.

A proposta da Brasilina nasce do desejo de olhar para o Brasil além dos estereótipos e das narrativas únicas, reconhecendo sua potência natural e cultural, mas também suas contradições. Um país de dimensões continentais, biodiverso, multicultural e miscigenado, marcado por profundas desigualdades, mas também por criatividade, resistência, afetos e capacidade de reinvenção.

A exposição está estruturada em três eixos curatoriais: Identidade, Natureza e Sociedade. Juntos, eles propõem diferentes perspectivas sobre o país. Identidade aborda as múltiplas formas de ser e pertencer ao Brasil; Natureza contempla a biodiversidade, os territórios e as relações entre ser humano e meio ambiente; e Sociedade reflete sobre as relações, desafios, contrastes e transformações que constituem a vida brasileira.

Um dos conceitos centrais da mostra é a ideia de nação mátria, uma visão do país como terra-mãe, que gera, nutre e protege. A expressão propõe uma perspectiva mais afetiva e inclusiva de nação, relacionada à terra, à natureza, às ancestralidades e ao papel das mulheres na construção da vida social e cultural brasileira.

A exposição também parte de uma reflexão simbólica sobre a bandeira nacional. O lema “Ordem e Progresso”, inspirado no pensamento de Auguste Comte, originalmente fazia parte de uma formulação mais extensa que incluía a palavra “amor”. Ao trazer essa ausência para o campo da reflexão artística, Brasilina propõe uma regeneração simbólica: amor como princípio, ordem como base e progresso como fim. Terra como corpo, cultura como cura, arte como fala. Mais do que apresentar obras sobre o Brasil, Brasilina busca criar um espaço de encontro e reflexão, e para isso contará com um programa educativo desenvolvido pela arte-educadora Tatiana Rosa. A diversidade de artistas, linguagens e perspectivas permite que diferentes Brasis coexistam na mesma exposição, revelando que não existe uma única maneira de representar ou compreender o país.

Brasilina – Poéticas de uma Nação Mátria
Realização: Decoranea e 1COMUM Coletivo
Idealização: Isabela Castello e Fernando Nicolau
Curadoria: Isabela Castello e Isabel Portella
Local: Galeria do Centro Cultural SESI – Jardim da Penha, Vitória
Abertura: 1º de setembro, das 18h às 21h
Período de visitação: 1º a 30 de setembro de 2026
Horários: terça a sábado, das 10h às 20h
Entrada: Gratuita

Classificação: Livre

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Cultura

Museu da História da Moto reúne modelos raros e clássicos em Cariacica

Mostra gratuita, que acontece de 1º a 30 de setembro no Shopping Moxuara, apresenta motocicletas históricas, incluindo modelos da Segunda Guerra Mundial, clássicos da Honda e exemplares customizados

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Essa é para os apaixonados pelo mundo das motocicletas! De 1º a 30 de setembro, o Shopping Moxuara recebe a exposição itinerante Museu da História da Moto, com entrada gratuita e visitação durante o horário de funcionamento do empreendimento.

Intitulada “Venda de Garagem – Dia do Motociclista”, a ação reúne cerca de 20 motocicletas, além de obras de arte, peças decorativas e artefatos relacionados ao universo motociclístico. A proposta é aproximar o público da história das motos por meio de exemplares que ajudam a contar a evolução da indústria e da cultura das duas rodas. Entre os destaques estão 15 motocicletas da coleção Honda, com modelos que atravessaram diferentes gerações, como CG Bolinha, CG Quadrada, CG ML, CG Turuna, CB 400, CB 450, CB 400 Four, além de modelos 750 e 1000, entre outros.

A exposição também apresenta cinco motocicletas que representam diferentes momentos e estilos da customização: Café Racer, Scrambler, Bobber, Chopper e uma motocicleta utilizada no período da Segunda Guerra Mundial. 

Outro destaque é uma Royal Enfield com sidecar, que estará disponível para que os visitantes possam subir na motocicleta e fazer seus registros fotográficos. Além dessa, terá moto empregada pelo campeão de motovelocidade de Minas Gerais. Aos finais de semana, de sexta a domingo, o piloto estará presente para conversar com o público e tirar fotos.

A exposição itinerante faz parte do projeto Museu da História da Moto, criado com a proposta de preservar e difundir a memória do motociclismo no Espírito Santo. O formato permite levar o acervo a diferentes espaços e aproximar o público de um patrimônio que reúne história, mecânica, design, arte e cultura.

Museu da História da Moto – “Venda de Garagem – Dia do Motociclista”
Período de visitação: 1º a 30 de setembro, durante o horário de funcionamento do shopping
Local: Piso L3 do Shopping Moxuara, em Cariacica
Entrada gratuita

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Vai Pocar