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Cultura

Espírito Santo recebe Festival Internacional ‘Dança em Trânsito’ que passará por 4 cidades capixabas

A ampla programação gratuita acontece entre os dias 26 e 30 de julho e inclui espetáculos, oficinas que envolvem diversas companhias nacionais e internacionais, em teatros e espaços públicos nas cidades de Colatina, Baixo Guandu, Vitória e Vila Velha

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SOLO Rami Levi, do Grupo Tápias (RJ)
SOLO Rami Levi, do Grupo Tápias (RJ)

Em sua 21ª edição, o Dança em Trânsito, um dos maiores e mais abrangentes festivais internacionais de dança contemporânea do país, chega no Espírito Santo entre os dias 26 e 30 julho com uma programação gratuita e especial em quatro cidades capixabas: Baixo Guandu, Colatina, Vitória e Vila Velha.

O festival teve uma primeira etapa inédita entre fevereiro e abril, no Rio de Janeiro, e, em junho, seguiu para a República Tcheca. E neste mês de julho, deu início a sua já tradicional itinerância nacional, que este ano passa por 33 cidades, divididas em três circuitos espalhados pelas cinco regiões do país, até 14 de outubro.

Neste intercâmbio são convidados artistas das mais diversas danças populares e do folclore brasileiro para se apresentarem junto aos artistas do Dança em Trânsito na sua cidade ou fora de sua cidade de origem e, assim, serão costuradas as culturas e incentivada a difusão de nosso rico folclore e cultura para além de seus estados.

No Espírito Santo, a suíça Nicole Seiler, a belga Loraine Dambermont, e os brasileiros Fábio da Costa, Mário Nascimento são algumas das atrações que desembarcam por aqui com espetáculos e uma série de ações para a difusão e democratização da dança, que incluem três tipos de residências artísticas – para profissionais com circulação e para amadores para apresentações nas cidades; intercâmbios e valorização do folclore e cultura brasileira; formação e geração de emprego para professores multiplicadores; rodas de conversa e oficinas pontuais.

Bailarino Fábio Costa em Vitória - Créditos Inaiá Braghini

Bailarino Fábio Costa em Vitória – Créditos Inaiá Braghini

O 21º Dança em Trânsito é apresentado pelo Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, e conta com patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio da Volkswagen Caminhões e Ônibus e Engie Brasil Energia.

Há 21 anos, o projeto Dança em Trânsito reúne apresentações artísticas, formação, capacitação, reflexão e intercâmbio entre grupos de dança de diversas cidades do Brasil e do mundo. O festival possibilita trocas de experiências entre artistas e companhias nacionais e internacionais convidadas, e incentiva o desenvolvimento das linguagens da dança. Com a característica marcante da apresentação de trabalhos em destaque no cenário atual e a ocupação, além de diversos teatros, também de espaços urbanos, a cada nova edição estende o acesso a novos públicos, prezando pela democratização da cultura, e reforçando o compromisso assumido para o fortalecimento e a divulgação da dança contemporânea em consonância com outras culturas e segmentos da dança, e com a cultura popular brasileira.

O Dança em Trânsito 2023 também incentiva e viabiliza residências artísticas de criação sob orientação de artistas e coreógrafos convidados de diferentes regiões do Brasil, e também do exterior. Tais profissionais criarão coreografias para os artistas das cidades onde forem realizadas as oficinas de criação, e essas novas coreografias seguirão para outra(s) cidade(s) com o festival. A ideia é fortalecer as trocas de experiências, e ampliar o conhecimento de novas formas de criação utilizadas por outros coreógrafos, brasileiros e estrangeiros.

RESIDÊNCIAS E OFICINAS: FORMAÇÃO E MULTIPLICAÇÃO

No DANÇA EM TRÂNSITO 2023 os projetos formativos deste ano incluem os Workshops com criação em cidades distantes das metrópoles e oficinas em todos os estados selecionados para a edição, que receberão artistas nacionais e/ou estrangeiros para ministrar as oficinas, promovendo ampla discussão da dança contemporânea, com sua enorme gama de possibilidades, e propiciando a aquisição de novas aprendizagens de naturezas tanto conceitual como prática.

Coreógrafa Larissa Ramalho

Coreógrafa Larissa Ramalho

Entre os dias 21 e 25 acontece em Colatina, Workshop com Criação com a coreógrafa do Amapá Larissa Ramalho. Com vagas limitadas, as inscrições podem ser feitas pelo site https://www.dancaemtransito.com.br/. Larissa, que é mestra em Dança pela Université Paris 8 (Saint-Denis, França) e trabalhou por anos em Paris e junto também a outros grandes artistas internacionais, conduzirá os participantes deste Workshop na criação de uma obra coreográfica centrada na ideia de Trajetórias. A partir da realização de jogos corporais e da partilha de um vocabulário de movimentos previamente construído pela coreógrafa, será criado um trabalho coreográfico, cuja inspiração principal serão as experiências pessoais de deslocamento cotidiano dos participantes.

Já no dia 28 de julho, acontece em Vitória a Oficina de “Dança Contemporânea Urbana” com o bailarino mineiro Fábio Costa. A oficina é gratuita e terá duas horas de duração e será realizada no Espaço de Dança Duetto, em Santa Lúcia, Vitória. As vagas são limitadas e as inscrições também devem ser feitas pelo site do festival, o www.dancaemtransito.com.br.

A oficina de Fábio Costa tem como foco principal sua pesquisa de movimento pelo chão. É uma mescla de Dança Contemporânea, Danças Urbanas e Improvisação. O artista busca compartilhar um pouco das técnicas que adquiriu percorrendo diferentes Companhias e Diretores do Brasil e do Mundo.

O objetivo do Festival com as oficinas é criar um espaço de troca, oferecendo aos participantes a possibilidade de reflexão sobre as próprias práticas, ao mesmo tempo em que promovem um intercâmbio de culturas e diversidades entre os artistas. “Os participantes são orientados por profissionais convidados, que propõem e conduzem as atividades de modo a desenvolver habilidades, exercitar a criatividade e aprimorar talentos. Além disso, é uma forma de promovermos a ampla discussão da dança contemporânea, propiciando a aquisição de novas aprendizagens de naturezas tanto conceitual como prática”, explica Giselle Tápias, diretora artística e curadora do festival, ao lado de Flávia Tápias.

ESPETÁCULOS GRATUITOS

VOCÊ DEVERIA FICAR - CHRISTIAN MOYANO

Você Deveria Ficar – Christian Moyano

Um dos espetáculos da programação do festival Dança em Trânsito no Espírito Santo é com Christian Moyano de Montevidéu, Uruguai, que passará pelas quatro cidades capixabas apresentando seu solo ‘Você deveria Ficar’ (15 minutos). ‘Você Deveria Ficar’ é uma obra de dança contemporânea que lembra onde estamos, que vive a precisão, o abraço e o adeus. É uma peça que propõe eliminar os limites entre a arte e a vida. Colocando assim os lugares presentes como tesouros. Despedir-se nunca foi simples. Pensar que partir faz parte de nós e que de alguma forma, devemos sempre ficar. Nós somos o contraste no movimento certo. Você está onde deveria. Onde você está?

Outro espetáculo que também passará pelas 4 cidades capixabas é com o bailarino Fábio Costa de Brumadinho, Minas Gerais. Em seu solo ‘Umbigo do Sonho’ (23 minutos) ele encena a realidade de jovens negros por meio do encontro entre dança e psicanálise. Fabio Costa, quando criança, acompanhava a mãe, empregada doméstica, e trabalhava nos jardins das casas. Na adolescência, trabalhou na construção civil e viveu as brigas e tretas das quebradas, perdendo amigos no tráfico, até ser convidado, aos 20 anos, dançando na rua, a fazer parte de um grupo de dança. O psicanalista Musso Greco teceu a trama a partir dos sonhos e da história de Fábio.

E especialmente no dia 30 de julho, no Parque Cultural Casa do Governador, o coreógrafo Rami Levi, do Grupo Tápias, do Rio de Janeiro, também apresentará seu solo, criado especialmente para a intérprete Flávia Tápias. Rami Levi inspirou nos movimentos de animais para traduzir, para o corpo da intérprete, toda sua experiência, ao longo de seus trabalhos com Jean Christoph Mailot, Mats Ek, Nacho Duacho e Ohad Naharin.

Dança em Trânsito em números

Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil, em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação, e workshops, abrindo canais para novos talentos da dança, e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, em 2002, o Dança em Trânsito já apresentou mais de

1.100 apresentações, com cerca de 100 companhias de 18 países, envolvendo mais de 30 cidades das cinco regiões do Brasil e exterior, para um público de mais de 70 mil pessoas. Em 2020, durante a pandemia, realizou uma versão online, indicada ao Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), na categoria “Difusão”, e, em 2021, a primeira edição híbrida, que envolveu 25 cidades.

 

Festival Internacional Dança em Trânsito 2023 – 21ª edição Confira programação completa e gratuita no Espírito Santo

De 26 a 30 de julho: Colatina, Baixo Guandu, Vitória e Vila Velha 26 DE JULHO – QUARTA-FEIRA – COLATINA

A partir das 18h | Área Verde – Av. Senador Moacyr Dalla-Centro/Colatina

VOCÊ DEVERIA FICAR (15 min) – Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai)

COREOGRAFIA criada para profissionais de Belo Horizonte/MG (10 min) -Nicole Seiler (Lausanne, Suíça)

COREOGRAFIA criada para profissionais de Vitória e Vila Velha/ES (10 min) – Mário Nascimento (Manaus/AM)

UMBIGO DO SONHO (23 min) – Fábio Costa (Brumadinho/MG)

COREOGRAFIA criada para participantes de Colatina/ES (10 min) – Larissa Ramalho (Macapá/AP)

 

27  DE JULHO – QUINTA-FEIRA – BAIXO GUANDU

 A partir das 19h | Praça São Pedro

 Endereço: Av. Carlos Medeiros, 1-91 – Baixo Guandu/ES, 29730-000

VOCÊ DEVERIA FICAR (15 min) – Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai)

COREOGRAFIA criada para profissionais de Belo Horizonte/MG (10 min) -Nicole Seiler (Lausanne, Suíça)

COREOGRAFIA criada para profissionais de Vitória e Vila Velha/ES (10 min) – Mário Nascimento (Manaus/AM)

UMBIGO DO SONHO (23 min) – Fábio Costa (Brumadinho/MG)

COREOGRAFIA criada para participantes de Colatina/ES (10 min) Larissa Ramalho (Macapá/AP)

 

28  DE JULHO – SEXTA-FEIRA – VITÓRIA

 A partir das 18h | SESC Glória

 Endereço: Av. Jerônimo Monteiro, 428 – Centro, Vitória/ES, 29010-002 18h | Teatro Superior

COREOGRAFIA criada para profissionais de Vitória e Vila Velha/ES (10 min) – Mário

Nascimento (Manaus/AM) 18h30 | hall

VOCÊ DEVERIA FICAR (15 min) – Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai) 19h | Teatro

COREOGRAFIA criada para profissionais de Belo Horizonte/MG (10 min) -Nicole Seiler (Lausanne, Suíça)

UMBIGO DO SONHO (23 min) – Fábio Costa (Brumadinho/MG)

 

30 DE JULHO – DOMINGO – VILA VELHA

A partir das 10h30 | Parque Cultural Casa do Governador

Endereço: R. Santa Luzia – Praia da Costa, Vila Velha/ES.

SOLO (8 min) – Rami Levi – Grupo Tápias (Rio de Janeiro/RJ)

VOCÊ DEVERIA FICAR (15 min) – Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai) UMBIGO DO SONHO (23 min) – Fábio Costa (Brumadinho/MG)

COREOGRAFIA criada para profissionais de Vitória e Vila Velha/ES (10 min) – Mário Nascimento (Manaus/AM)

 

Programação completa, mais informações e inscrições residências e oficinas pelo site oficial do festival www.dancaemtransito.com.br

 

DANÇA EM TRÂNSITO 2023 – 21ª EDIÇÃO

PATROCÍNIO MASTER

INSTITUTO CULTURAL VALE

PATROCÍNIO

VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS | ENGIE BRASIL ENERGIA

PARCERIA:

Embaixada da Espanha em Brasília | Embaixada da França em Brasília | Instituto Frances | Instituto Italiano de Cultura | Consulado Geral da Suíça no Rio de Janeiro | Embaixada da Eslovênia em Brasília | Memorial Minas VALE | Centro Cultural SESC Glória | Prefeitura de Coronel Fabriciano | Prefeitura de Baixo Guandú | Secretaria de Cultura de Baixo Guandú

APOIO:

Biblio Maison | EspaçoThaylon Vieira Estúdio de Dança | Espaço de Dança Duetto

REALIZAÇÃO

Espaço Tápias

Lei de Incentivo à Cultura Ministério da Cultura

Governo Federal BRASIL união e reconstrução “VAMOS PRESERVAR O MEIO AMBIENTE”.

Classificação: LIVRE

 

GRUPO TÁPIAS – CIA ASSOCIADA

O Grupo Tápias é a companhia de dança associada ao Dança em Trânsito desde suas primeiras edições. Mantém um quadro estável de bailarinos estrangeiros e brasileiros e, ao longo dos anos, vem criando uma sólida base técnica, além de incessante pesquisa de linguagem própria. Com direção artística de Flávia Tápias, o Grupo Tápias traz para a 21ª edição do Dança em Trânsito obras plurais para diversos públicos como Café não é só uma xícara, Solo, On ne se connait pas encore e o espetáculo infanto-juvenil Creme do Céu. Irá circular pelas cinco regiões do país reforçando o compromisso de levar a dança contemporânea a espaços diversos.

 

Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso e fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Em 2021, são mais de 150 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados pela Vale via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Visite o site do Instituto Cultural Vale para saber mais sobre sua atuação: institutoculturalvale.org.

 

Sobre a ENGIE

No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no país, operando uma capacidade instalada de 10.290 MW em 32 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. O Grupo possui 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no nordeste do país e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira e que foi inaugurada em dezembro de 2016. O Grupo também atua na área de geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 3.000 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2016 um faturamento de R$ 6 bilhões.

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Kids

Espetáculo leva repertório de sucesso dos Beatles para crianças em Vitória

O espetáculo “Meu Primeiro Show de Rock” transforma os sucessos dos Beatles em uma experiência musical interativa para crianças e toda a família, nos dias 5 e 6 de setembro, no Teatro Universitário da Ufes

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O projeto Beatles para Crianças chega a Vitória nos dias 5 e 6 de setembro como uma das atrações do 3º Festival de Teatro Seguros Unimed. Com o espetáculo “Meu Primeiro Show de Rock”, o grupo sobe ao palco do Teatro Universitário da Ufes para apresentar uma experiência musical interativa que apresenta às novas gerações os grandes sucessos da banda mais influente da história do rock. Os ingressos custam a partir de R$ 25 (mezanino/meia) e estão à venda aqui.

Foto de Rafael Strabelli

Criado em 2014 por Gabriel Manetti e Fábio Freire, o projeto nasceu com a missão de aproximar crianças e famílias da obra dos Beatles de forma divertida, lúdica e participativa. Ao longo do espetáculo, música, teatro, contação de histórias, projeções e muita interação transformam o show em uma verdadeira celebração da infância e da música.

No palco, clássicos como I Want To Hold Your HandAll My Loving e Yellow Submarine ganham novos arranjos e são apresentados em uma linguagem acessível aos pequenos, incentivando a participação do público em brincadeiras, movimentos e momentos de interação durante toda a apresentação.

Muito mais do que um show, “Meu Primeiro Show de Rock” proporciona uma experiência capaz de reunir diferentes gerações em torno de músicas que atravessam décadas e continuam emocionando públicos de todas as idades. O espetáculo já conquistou milhares de famílias pelo Brasil e é reconhecido por transformar o primeiro contato das crianças com o rock em um momento inesquecível.

Beatles para Crianças – Meu Primeiro Show de Rock

Quando: 5 e 6 de setembro de 2026

Horário: sábado e domingo, às 15h

Local: Teatro Universitário (Avenida Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras, Vitória).

Ingressos:

Setor A: R$ 100 (inteira) | R$ 50 (meia)

Setor B: R$ 80 (inteira) | R$ 40 (meia)

Mezanino: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia) – preço popular

Vendas – https://bileto.sympla.com.br/event/124223/d/401373

Clientes Seguros Unimed tem 50% de desconto

Clientes Clube UOL tem 35% de desconto

Classificação: Livre

Informações: www.festivalsegurosunimed.com.br

Instagram: @festivalsegurosunimed

Foto principal: Andréia Machado

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Cultura

Com entrada gratuita, exposição “Picasso, a construção de um gênio” desembarca em Vitória

A exposição, que entra em cartaz no dia 26 de agosto, no Espaço Cultural do Palácio Anchieta, apresenta algumas obras inéditas no país de coleções particulares italianas

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Os capixabas apaixonados por obras de arte já podem comemorar, pois o Espírito Santo entrou na rota da exposição “Picasso, a construção de um gênio — A arte de nunca ser o mesmo”. Entre os dias 26 de agosto e 16 de outubro, 80 obras do artista Pablo Picasso estarão para apreciação o Espaço Cultural do Palácio Anchieta, no Centro de Vitória. 

Promovida pelo Sesc Espírito Santo em celebração aos seus 80 anos, a mostra conecta a história octogenária da instituição à trajetória de um dos maiores nomes da arte do século XX. Parte desse acervo é inédita no Brasil, colocando Vitória mais uma vez na rota das grandes exposições de arte internacionais. 

Além das 80 obras de Picasso, a exposição apresenta um conjunto de trabalhos que amplia o olhar sobre a trajetória e o universo artístico do mestre espanhol, incluindo fotografias, gravuras, cerâmicas e obras de artistas que fizeram parte de seu percurso e de seu círculo de criação. Ao todo, são 120 obras que permitem ao público conhecer diferentes aspectos da sua produção e de artistas que fizeram parte da sua trajetória, como Dora Maar e Françoise Gilot

Para o presidente do Sistema Fecomércio-ES – Sesc e Senac, Idalberto Moro, trazer ao Espírito Santo a exposição do artista Pablo Picasso representa um momento histórico para a cultura capixaba. “É uma honra para o nosso Estado abrir o Circuito Nacional em celebração aos 80 anos do Sesc-ES com uma exposição dessa relevância, que projeta o Espírito Santo no cenário cultural brasileiro e reafirma o compromisso do Sesc de promover a cultura como instrumento de desenvolvimento humano, educação e qualidade de vida”, diz Idalberto Moro.  

Obras do Mestre Espanhol 

O acervo veio de duas coleções privadas italianas administradas pela The Art Company. As gravuras, fotografias e obras de Dora Maar e Françoise Gilot pertencem a uma coleção particular, enquanto as cerâmicas fazem parte de outro importante acervo, também sediado na Itália. Grande parte dessas peças está depositada no MARV – Museo d’Arte Rubini Vesin, na cidade de Gradara. Mais do que reunir obras raras, a exposição propõe apresentar Picasso sob uma nova perspectiva: não apenas como um gênio da pintura, mas como o centro de um universo criativo que ajudou a transformar a arte do século XX. 

A exposição percorre diferentes fases da vida de Pablo Picasso. Nascido em Málaga, na Espanha, em 1881, ele demonstrou talento ainda criança e, ao longo de mais de sete décadas de carreira, produziu milhares de pinturas, esculturas, gravuras, desenhos e cerâmicas. Ao lado do francês Georges Braque, criou o Cubismo, movimento artístico que revolucionou a pintura ao apresentar diferentes perspectivas de um mesmo objeto em uma única imagem e influenciou gerações de artistas em todo o mundo. 

O público poderá conhecer algumas das séries mais importantes produzidas por Picasso. Entre elas está Le Repas Frugal (1904), considerada sua primeira grande gravura e uma das mais importantes do século XX. Produzida quando o artista tinha apenas 22 anos e enfrentava dificuldades financeiras em Paris, a obra retrata um casal diante de uma mesa quase vazia e traduz a sensibilidade do jovem pintor diante da pobreza e da solidão. 

A exposição também reúne gravuras da série Suite des Saltimbanques, inspiradas no universo dos artistas mambembes de circo, com quem Picasso se identificava no início da carreira; a coleção completa de Tauromaquia, produzida entre 1957 e 1959 e dedicada às tradicionais touradas espanholas; e as gravuras de A Obra-Prima Ignorada, inspiradas no conto de Honoré de Balzac sobre a busca incessante pela obra perfeita. 

Na exposição, o público poderá contemplar ainda 12 cerâmicas produzidas entre 1948 e 1959 no ateliê Madoura, em Vallauris, quando Picasso transformava pratos, vasos e travessas em obras de arte, demonstrando que a criatividade também podia nascer de objetos do cotidiano. 

A Construção de um Gênio 

Outro diferencial da exposição é apresentar Picasso além do mito. Em vez de retratá-lo como um artista isolado, será destacado o universo criativo que o cercava por meio de 31 obras de duas mulheres fundamentais em sua trajetória: Dora Maar e Françoise Gilot. 

De Dora Maar estarão expostas 15 obras, entre pinturas, desenhos, aquarelas e dez fotografias da série Le Temps Déborde, além do histórico registro fotográfico da criação de Guernica — documento produzido por ela enquanto Picasso pintava aquele que se tornaria seu trabalho mais famoso e um dos maiores símbolos mundiais contra a guerra. O visitante poderá acompanhar, por meio dessas imagens, como nasceu uma das obras mais importantes da história da arte. 

Já Françoise Gilot participa da exposição com as 16 litografias – um método de impressão criado em 1796 que usa uma pedra especial ou placa de metal – da série Pages d’Amour (1951). Pintora e escritora reconhecida internacionalmente, ela construiu uma carreira própria e tornou-se a única companheira de Picasso a deixá-lo por decisão própria. Sua presença reforça a proposta da exposição de valorizar também os artistas que fizeram parte da vida do pintor espanhol. 

As fotografias de Robert Capa, um dos maiores fotojornalistas do século XX, completam o percurso revelando um lado pouco conhecido de Picasso. Os registros mostram momentos descontraídos do artista na França, já consagrado mundialmente, aproximando o visitante da pessoa por trás do gênio. 

Pensada para receber desde quem nunca entrou em um museu até especialistas em arte, a exposição reúne textos em linguagem acessível, recursos digitais, materiais educativos e ferramentas de acessibilidade para pessoas com deficiência visual. Também serão oferecidas visitas mediadas para estudantes de escolas públicas e privadas, mediante agendamento. 

Exposição: Picasso, a construção de um gênio — A arte de nunca ser o mesmo 

Visitação: de 26 de agosto a 6 de outubro

Horários: Terça a sexta: 9h às 17h – Sábados, domingos e feriados: 9h às 16h

Local: Espaço Cultural do Palácio Anchieta, Centro de Vitória 

Entrada gratuita 

Agendamento de grupos: (27) 3636-1031 | (27) 3636-1032 | agendamento.palacio@gmail.com

Informações: https://www.instagram.com/picassonobrasil/

Fotos:

Lançamento da exposição – Crédito: Jonatan Michel / Sesc-ES

Obras de Picasso – Crédito: Succession Picasso

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Cultura

Sesc Guarapari recebe a exposição “Você Já Escutou a Terra?”, encerrando itinerância no Espírito Santo

Mostra com curadoria de Ailton Krenak e Karen Worcman, chega à Cidade Saúde nesta terça-feira, dia 18 de agosto, com entrada gratuita, e completa percurso que passou por Aracruz e Cachoeiro de Itapemirim

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Com curadoria do líder indígena Ailton Krenak e da fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, a exposição “Você Já Escutou a Terra?” propõe um olhar sobre a emergência climática a partir de saberes tradicionais, histórias de vida e modos de viver em comunidade. Em vez de falar apenas sobre os desafios ambientais, a mostra convida o público a escutar diferentes formas de se relacionar com a terra e com a natureza. E nesta terça-feira, dia 18 de agosto, ela chega ao Sesc Guarapari.

A visitação estará aberta de 19 de agosto a 26 de setembro, de terça a quinta-feira, das 9h às 19h; sexta-feira, das 9h às 20h; e aos sábados, das 12h às 20h. A classificação é livre e a entrada é gratuita. Os ingressos podem ser retirados aqui. Para grupos e escolas, é necessário realizar o agendamento neste link.

A itinerância da mostra começou em Praia Formosa, em Aracruz, passou por Cachoeiro de Itapemirim e agora chega a Guarapari, onde completa seu percurso pelo território capixaba.

“Levar esta exposição a Guarapari, um dos principais destinos turísticos do Estado, é também uma forma de aproximar a cultura dos diferentes públicos que vivem e circulam pelo município. A itinerância traduz um propósito que está no centro da atuação do Sesc: fazer com que a arte esteja presente em diferentes territórios, criando oportunidades de encontro, reflexão e formação de público. Neste ano em que celebramos 80 anos de história, chegar a Guarapari com uma exposição que dialoga com a relação entre as pessoas e a natureza que nos cerca e constitui, reafirma a nossa missão de contribuir para um Espírito Santo cada vez mais conectado com a cultura e com a diversidade de seus territórios”, explica o diretor de Programas Sociais do Sesc-ES, Romulo Gomes.

A mostra integra a programação “Vidas, Vozes e Saberes em um Mundo em Chamas”, do Museu, projeto que propõe uma reflexão sobre as relações entre memória, humanidade e o planeta em tempos de desafios ambientais.

Segundo a curadora da exposição e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, a mostra foi desenhada para provocar uma mudança de perspectiva. “Construída a partir do conceito de biocentrismo, ela propõe uma reflexão sobre a necessidade de deslocar o ser humano do centro das atenções e reconhecer a conexão entre todas as formas de vida, os territórios e as memórias que compartilhamos”, pontua.

Por dentro da exposição

A exposição é composta por quatro módulos que convidam à escuta e à sensibilização. Na Cabine Manto, os visitantes respondem à pergunta “Você Já Escutou a Terra?”, transformando experiências individuais em reflexão coletiva. Em O Manto, uma grande instalação produzida com resíduos e tecidos de diferentes regiões do Brasil simboliza interdependência, reaproveitamento e conexão entre pessoas e territórios.

Já em Rios de Memória, narrativas registradas nos seis biomas brasileiros apresentam histórias de resistência, pertencimento e modos de vida ligados à preservação ambiental. O percurso se completa com Fala Museu, espaço que revela o processo de escuta e registro dessas histórias, destacando a memória e a cultura como ferramentas de mobilização social.

Com instalações interativas, registros audiovisuais e histórias coletadas em diferentes regiões do país, a mostra valoriza saberes populares, memórias coletivas e experiências de resistência, reforçando a cultura como ferramenta de conscientização e mobilização social diante da emergência climática.

A exposição do Museu da Pessoa chega ao Espírito Santo após temporada em Belém, onde estreou durante a COP30 e recebeu mais de 14 mil visitantes. A versão digital da mostra, disponível gratuitamente online, já soma mais de 310 mil acessos e está disponível em http://escuteaterra.museudapessoa.org.

Exposição “Você Já Escutou a Terra?” no Sesc Guarapari

Abertura: 18 de agosto (terça-feira), às 19h
Visitação: 19 de agosto a 26 de setembro | Terça a quinta-feira:  9h às 19h | Sexta-feira: 9h às 20h | Sábado: 12h às 20h
Classificação: Livre
Entrada: Gratuita
Ingressos: lets.events/organizer/sescgloria ou no local
Agendamento de grupos e escolas: eagenda.com.br/sescculturaes
Endereço: Sesc Guarapari | Av. João Ricardo Haddad, 1760 – Lagoa Funda, Guarapari

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