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Cultura

Primeira semana de Delírio Tropical traz rock, cultura capixaba e brasilidades para a Praia de Itapuã

O festival com entrada gratuita irá trazer uma agenda de apresentações musicais que vai reunir Casaca, Amaro Lima, Dead Fish, Mukeka di Rato e Regional da Nair

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Dona Fran - crédito João Victor Lima

Foi dada a largada para o maior evento cultural que o verão de Vila Velha já recebeu: o Festival Delírio Tropical, que começa nesta quarta-feira, 17, vai oferecer muita cultura, diversão e gastronomia para toda a família em uma arena montada na Praia de Itapuã, com dois palcos, vila gastronômica, praça de alimentação e dois bares.

A programação, inteiramente gratuita, irá privilegiar nomes capixabas da música e do stand up comedy. Nesta semana, serão mais de 28 atrações musicais até o domingo, com nomes como Amaro Lima, Casaca, Xá da Índia, Mukeka di Rato, Dead Fish, Regional da Nair, André Prando, Gavi, Rastaclone, e Chorou Bebel, para mencionar alguns. Rafael Oliveira e Diogo Rosa serão as duas atrações que irão levar bom humor para os palcos do festival, com shows de stand up comedy. Para aproveitar também o período de férias escolares, a criançada vai curtir o Grupo Estripolia e Macakids no primeiro dia de evento.

Confira a agenda completa da primeira semana, que vai desta quarta, 17, até o domingo, 21 de janeiro:

17/1 (Quarta-feira) – Kids

17h – Grupo Estripolia; 

18h30 – Macakids;

18/1 (Quinta-feira) – Cultura Capixaba

16h – Rafael Oliveira – STAND UP COMEDY;

17h30 – Diogo Rosa – STAND UP COMEDY;

19h – Casaca convida Tambor de Jacaranema;

21h – Amaro Lima Noite Manimal;

DJ Zappie (DJ Residente)

19/1 (Sexta-feira) – Rock

13h – Intoxicos;

14h – Gastação Infinita convida Maré Tardia;

16h – Zé Maholics;

17h30 – Dona Fran;

19h – Mukeka di Rato convida Roberta de Razão;

21h – Dead Fish;

DJ Comanche Bota Som (DJ Residente)

20/1 (Sábado) – Brasilidades

9h30 – 522;

12h – Eloá Puri;

14h – Fabriccio; 

15h30 – Lane;

17h – Samba Soul;

19h – Gavi convida Dan Abranches & Ada Kofi;

21h – Xá da Índia convida Tamy;

DJ Maholic (DJ Residente)

21/1 (Domingo) – Forró e Samba

9h – Regional da Nair (9h)

12h30 – Rodrigo CX convida Anderson Ventura;

14h30 – Barbara Grecco convida Amanda Requião;

16h30 – Chorou Bebel convida Lore Dalvi;

18h30 – Rastaclone convida Metteoro;

DJ Jader Mansano (DJ Residente);

Gastronomia ganha destaque no evento com nomes conhecidos do grande público

Já na parte de gastronomia a arena estará dividida em Praça de Alimentação, Vila Gastronômica e Bar Central. O principal restaurante da praça de alimentação é o Outback Steakhouse, que leva seu cardápio ao Delírio. A Vila Gastronômica terá a presença do restaurante Regina Mares, da hamburgueria Cavendish Burger, da pastelaria Casal Raiz e da Cabana do Açaí. No cardápio de bebidas o festival irá contar com os chopes Bigos e Else Beer.

Praça de Alimentação

Outback Steakhouse

Vila Gastronômica

Regina Mares – O Regina Maris traz seu famoso acarajé, o prato mais famoso da casa, além de cardápio com frutos do mar e pratos com o tempero nordestino do restaurante;

Cavendish Burger – Famoso pelo hambúrguer artesanal, vai oferecer opções de hambúrgueres com fritas rústicas;

Casal Raiz – A combinação clássica de pastel com caldo de cana. Recheios variados, opções vegetariana e pastel doce;

Cabana do Açaí – Com mais de 13 anos de mercado canela-verde, a Cabana do Açaí vai levar o tradicional açaí de Vila Velha, com diversas opções de tamanhos e complementos.

Bar Central

Cervejaria Bigstep

Bar Delírio.

O Festival Delírio Tropical tem patrocínio do Banestes e Garoto, apoio do Grupo Opportunity por meio do Residencial Costa Nova e Shopping Vila Velha, e apoio institucional da Prefeitura de Vila Velha. A produção é da A Selva. Realização da Puri Produções e Ministério da Cultura – Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

FESTIVAL DELÍRIO TROPICAL.

Entrada Gratuita. Dias 17, 18, 19, 20, 21, 24, 25, 26, 27 e 28 de janeiro, na Praia de Itapuã, em Vila Velha. Classificação livre.

Alimentação

Outback Steakhouse

Regina Maris

Cavendish Burger

Casal Raiz

Cabana do Açaí

Cervejaria Bigstep

E mais.

Patrocínio

Garoto

Banestes – Banco do Estado do Espírito Santo

Apoio

Grupo Opportunity por meio do Residencial Costa Nova

Shopping Vila Velha

Apoio Institucional

Prefeitura de Vila Velha

Produção

A Selva

Realização

Puri Produções Ministério da Cultura – Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura

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Cultura

SOMA: Dança, tecnologia e maternidade marcam retorno de Gabriela Moriondo aos palcos

Dirigido pela bailarina e coreógrafa capixaba em parceria com Glauber Vianna, espetáculo de dança contemporânea estreia em Vitória entre os dias 28 e 31 de maio, no Theatro Carlos Gomes

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O retorno da bailarina e coreógrafa capixaba Gabriela Moriondo aos palcos, após dois anos afastada desde o nascimento da filha, é o ponto de partida de SOMA, espetáculo de dança contemporânea e arte multimídia que tem pré-estreia confirmada e entrada gratuita no dia 28 maio, no Theatro Carlos Gomes, no Centro de Vitória. A obra traz à cena uma investigação poética sobre maternidade, transformação e identidade, em parceria com o artista multilinguagem Glauber Vianna.

Para as sessões de estreia, que acontecem entre os dias 29 e 31 de maio, os ingressos estão à venda aqui, com valores a partir de R$ 22 (meia entrada).

O espetáculo

Partindo da experiência pessoal de Gabriela, SOMA transforma a maternidade em um campo de reflexão sobre as mudanças que atravessam o corpo e a vida ao longo do tempo. “O maior desafio não foi necessariamente técnico, mas conciliar a criação de um espetáculo com a criação de uma criança. Esse processo acabou se incorporando ao trabalho e trouxe novas camadas para a cena, ligadas à metamorfose e ao redescobrimento de mim mesma como mãe, mulher e artista”, explica a bailarina e coreógrafa Gabriela, formada em Dança Contemporânea pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil (2014), especializada em Estudos de Dança no Trinity Laban Conservatoire of Music and dance/UK (2016), e graduada em Artes Plásticas pela Universidade do Espírito Santo (UFES).

Sem conduzir a uma interpretação única, o espetáculo propõe que diferentes sensações e reflexões podem emergir a partir da experiência individual de cada espectador. O público é convidado a uma relação mais atenta com o tempo, o corpo e a própria percepção.

Ao integrar dança e linguagem tecnológica de forma orgânica, SOMA também dialoga com a maneira como nos relacionamos hoje com a presença e com as imagens, criando um ambiente de experiência sensorial que se conecta ao contexto contemporâneo de grandes produções. Mais do que um recurso técnico, esses elementos compõem a própria estrutura dramatúrgica do espetáculo.

Tecnologia como meio, não como fim

Em SOMA, a tecnologia está integrada à linguagem da cena, atuando na construção do espaço, da luz e do som. Elementos como um sistema de espelhos móveis, desenvolvido em parceria com alunos e professores da Escola Estadual de Ensino Médio Arnulpho Mattos, em Vitória, e uma grande tela translúcida de projeção criam camadas visuais que transitam entre o físico e o virtual.

“O trabalho não busca contar uma história de forma linear, ele cria estados e atmosferas. A tecnologia está presente para potencializar a experiência, nunca como fim em si mesma”, destaca Glauber, diretor artístico que investiga as relações entre imagem, espaço e narrativa. Na música e no audiovisual, criou visuais de cena para turnês de artistas como Tribalistas, Los Hermanos, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Roberto Carlos, além de projetos para televisão, como o Prêmio Multishow, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Canal Brasil e TV Globo.

Glauber Vianna e Gabriela Moriondo – Crédito: Divulgação

Idealizado no Espírito Santo, o espetáculo reforça sua relação com o território ao envolver artistas e profissionais locais e estabelecer diálogo com a comunidade. Contemplado pelo Edital de Artes Cênicas – Funcultura PNAB 2024, da Secult-ES, SOMA dá continuidade à pesquisa iniciada em Inconstante (2024), marcada pelo encontro entre Gabriela e Glauber, aprofundando a relação entre dança contemporânea, artes visuais e criação em tecnologia aplicada à cena.

O trabalho se constrói a partir de um campo de referências artísticas. Na dança, dialoga com o coreógrafo norte-americano Alwin Nikolais, especialmente em Noumenon Mobilus (1953), ao pensar o corpo como matéria visual, além das investigações da bailarina coreana Haeni Kim.

Na imagem, aproxima-se de fotógrafos como a norte-americana Francesca Woodman, o francês Denis Darzacq e o australiano Bill Henson, enquanto a luz se estrutura sob influência do pintor italiano Caravaggio. Há ainda ressonâncias com artistas como o britânico Anthony McCall, o norte-americano James Turrell e o ilsnadês-dinamarquês Olafur Eliasson, além de práticas contemporâneas como teamLab e Random International. A obra também se inspira na improvisação presente nas coreografias do israelense Ohad Naharin e do britânico Wayne McGregor.

Espetáculo SOMA
Quando:

28 de maio (quinta-feira), às 20h— Pré-estreia — apresentação gratuita

29 de maio (sexta-feira), às 20h

30 de maio (sábado), às 17h30 à 19h30 — sessões às 17h30 e 19h30

31 de maio (domingo), às 17h30

Local: Theatro Carlos Gomes (Rua Barão de Itapemirim, 232, Centro, Vitória, ES)

Classificação indicativa: LIVRE+

Ingressos: R$35 (promocional), R$22 (meia), R$44 (inteira) 

Vendas: https://www.sympla.com.br/evento/soma/3394058?share_id=copiarlink

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Cultura

Para todas as idades: Festival Tortinha Black reforça cultura afro-capixaba em Vitória

Evento gratuito acontece nos dias 21 e 23 de maio, unindo arte, educação antirracista e protagonismo negro em programação para todas as idades

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Vitória começa a entrar no ritmo de um dos eventos mais simbólicos do calendário cultural capixaba. O Festival Tortinha Black retorna nos dias 21 e 23 de maio, com uma proposta que mistura formação, lazer e valorização da cultura afro-brasileira em programação gratuita e aberta ao público. Criado por Fábio Carvalho, o festival aposta na cultura como ferramenta de transformação social. A edição de 2026 amplia seu alcance ao integrar um seminário voltado à educação antirracista com um grande encontro multicultural no Parque Baleia Jubarte, na Enseada do Suá.

Programação

O seminário “Quando a Palavra Vira Quilombo”, marcado para o dia 21 de maio, no Teatro Sesi, em Jardim da Penha, traz ao centro do debate a escrita negra como expressão de resistência e construção de narrativas. O encontro reúne pesquisadores e educadores que atuam diretamente na promoção da equidade racial.

Já no dia 23, o festival promete uma verdadeira imersão cultural ao longo de 10 horas de programação. Música, teatro, dança, oficinas e gastronomia compõem um mosaico de experiências que dialogam com ancestralidade e contemporaneidade.

Além das atividades culturais, o evento também impulsiona a economia local com uma feira de empreendedores, fortalecendo iniciativas criativas e comunitárias.

Programe-se e participe!

SEMINÁRIO TORTINHA BLACK: “Quando a Palavra Vira Quilombo”

Quando: 21 de maio (quinta-feira)
Local: Teatro Sesi (Jardim da Penha)

18h30: Credenciamento
19h: Recepção e boas-vindas
19h30: Mesa-redonda
20h30: Debate com o público

FESTIVAL TORTINHA BLACK

Quando: 23 de maio (sábado)
Local: Parque Baleia Jubarte (Praça do Papa, Enseada do Suá)

Programação ao longo do dia (10h às 19h):

●      Shows musicais

●      Teatro e dança

●      Oficinas (pipa, turbantes, malabares, dança e gastronomia)

●      Festival de pipas

●      Feira de Economia Solidária e Criativa com 20 empreendedores

Evento gratuito e classificação livre.

Fotos: Bárbara Bueno

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Cultura

Disco Voador leva experiência retrô ao Shopping Montserrat neste sábado (02)

A viagem sonora guiada por discos de vinil acontece neste sábado, dia 02 de maio, a partir das 16h

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O charme das vitrolas e a atmosfera nostálgica do vinil que atravessa gerações estão de volta em uma experiência que celebra a música popular brasileira. É nesse clima retrô que o Shopping Montserrat recebe o projeto Disco Voador, neste sábado, dia 02 de maio, a partir das 16h. A Varanda Montserrat, localizada no Piso L3, será palco de uma edição do evento, que reúne música, cultura e entretenimento em um ambiente pensado para toda a família. Os ingressos são gratuitos e limitados, com retirada exclusiva pelo Sá App.

O Disco Voador é um coletivo de DJs dedicado às brasilidades em vinil, conduzindo o público por uma experiência musical que mistura groove, nostalgia e pista de dança. Organizado pelo DJ Fabrício Bravim, o projeto nasceu da paixão pelos discos e pela riqueza da música brasileira, valorizando o formato analógico e a experiência única de ouvir música diretamente dos LPs.

Durante a apresentação, o público pode desfrutar de um repertório que passeia por clássicos e raridades da MPB, samba, soul brasileiro, funk, disco e tropicalismo, em sets cuidadosamente selecionados e mixados exclusivamente em vinil. Mais do que uma festa, o evento se consolida como um encontro cultural que conecta gerações e promove a valorização da música nacional.

Disco Voador – coletivo de DJs apresenta brasilidades em vinil em uma experiência musical retrô na Varanda Montserrat.

Quando: 02 de maio (sábado), das 16h às 22h

Local: Piso L3 do Shopping Montserrat

Ingressos: gratuitos e limitados com retirada pelo Sá App.

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