Vem aí o Festivalzinho de Cinema de Vitória! A 24ª edição da mostra acontece de 24 a 28 de junho, no Cine Metrópolis, localizado na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). São dez sessões gratuitas, divididas em duas exibições diárias, sempre às 09 e 14 horas, com a exibição de filmes voltados para o público infantojuvenil. As sessões são destinadas para estudantes de escolas públicas da rede municipal e estadual de ensino.
“O Festivalzinho de Cinema de Vitória é uma das janelas de exibição mais especiais realizadas na programação do Festival de Cinema de Vitória. As sessões são um importante espaço para a formação de plateia, além promover o intercâmbio entre a cultura e a educação, ao promover o encontro dos estudantes com o universo do audiovisual”, explicou Lucia Caus, diretora do Festival de Cinema de Vitória.
O evento faz parte da programação do 31º Festival Cinema de Vitória, que acontece de 20 a 25 de julho, e conta com o patrocínio master do Instituto Cultural Vale através da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura.
PROGRAMAÇÃO
A programação apresenta sete curtas-metragens que fortalecem a produção audiovisual contemporânea com temática voltada para o público infantojuvenil. Os filmes que serão exibidos são: Fios, de Ranny Vidal; Juzé, de Raquel Garcia; Menino Monstro, de Guilherme Alvernaz; Osmose, de Camilla Martinez; Para Que Eu Não Esqueça, de Marcos Oliveira, Pororoca, de Fernanda Roque e Francis Frank; e Sacis, de Bruno Bennec. A coordenação e curadoria da mostra são de Rosemeri Barbosa.
ESCOLAS
O público principal desta janela de exibição são os estudantes da rede pública municipal e estadual de ensino. Participarão desta edição do projeto as Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) Francisco Lacerda de Aguiar, Aristóbulo Barbosa Leão, Eliane Rodrigues dos Santos, Octacílio Lomba e Experimental de Vitória, localizadas no município de Vitória; e Olivina Siqueira, localizada na cidade de Serra. E o Centro Estadual de Ensino Médio em Tempo Integral (CEEMTI) São Pedro Dr. Agesandro da Costa Pereira, em Vitória. Ao todo serão atendidos um público de aproximadamente 2500 alunos.
FESTIVALZINHO
O Festivalzinho de Cinema de Vitória é uma janela audiovisual que tem a proposta de promover o encontro entre estudantes da rede pública e o universo do cinema, além de estimular a formação de plateia e desenvolver a sensibilidade do público infantojuvenil para o mundo das artes.
A janela audiovisual faz parte da programação do 31º Festival de Cinema de Vitória, que acontece de 20 a 25 de julho, e apresentará a safra atual e inédita do cinema brasileiro. Além das exibições nas mostras competitivas, o evento contará com lançamentos de filmes, debates, formações e homenagens que transformarão a cidade de Vitória na capital do cinema brasileiro. Toda programação é gratuita.
O 24º Festivalzinho de Cinemade Vitória faz parte da programação do 31º Festival de Cinema de Vitória e conta com o patrocínio master do Instituto Cultural Vale através da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura. Conta também com o apoio da Universidade Federal do Espírito Santo, Rede Gazeta e do Canal Brasil. A realização é da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte (IBCA).
Juzé (Raquel Garcia)
24º FESTIVALZINHO DE CINEMA DE VITÓRIA
FILMES
Fios (Ranny Vidal, ANI, 5’, RJ)
Elenco: Ranny Vidal
Sinopse: Numa manhã qualquer, nosso herói se vê perdendo todo seu cabelo de uma só vez. Por mais que lute, ele acaba tendo que enfrentar a realidade dos fatos e sendo obrigado a mudar seus paradigmas.
Juzé (Raquel Garcia, ANI, 11’, CE)
Elenco: Cleyton Santos
Sinopse: Depois de dias à deriva no oceano, uma criancinha surda pode ouvir pela primeira vez. Surpreso e intrigado com o som que vem do oceano profundo, Juzé fica desesperado para descobrir o que aconteceu.
Menino Monstro (Guilherme Alvernaz, ANI, 9’, SP)
Elenco: Luiza Porto e André Abujamra
Sinopse: Já imaginou ter um irmão que é um verdadeiro monstrinho? Em “Menino Monstro”, Clarice compartilha exatamente essa experiência única. Através de suas histórias, descobrimos um mundo onde as travessuras e peculiaridades de Nico, seu irmão mais novo, transformam cada dia em uma aventura inesperada.
Osmose (Camilla Martinez, FIC, 16’, SP)
Elenco: Marisa de Sá, Vera Luz, Greg Bakari, Haggi Andrade e Maísa de Sá
Sinopse: Tati é uma pré-adolescente que, após a escola, passa as tardes na casa de sua avó, Nena. Com o sonho de se tornar uma grande cientista, ela está prestes a participar do concurso de ciências de seu colégio e precisa encontrar um tema para realizar um experimento. No entanto, esse desafio faz Tati questionar sua capacidade de criar algo tão interessante quanto seus amigos. Ela conta com o apoio da avó para atravessar esse momento nebuloso, buscando auxílio para reconhecer seus pontos fortes e habilidades. As duas formam uma dupla poderosa, unindo o pensamento científico e os saberes populares.
Para Que Eu Não Esqueça (Marcos Oliveira, FIC, 12’, RS)
Elenco: Helder Machado e Henrique Avila
Sinopse: “Para Que Eu Não Esqueça” conta a história de um jovem que, perambulando pelos campos onde cresceu, encontra a si mesmo enquanto criança. Que lição aquela memória em particular tem para lhe ensinar sobre a vida?
Pororoca (Fernanda Roque e Francis Frank, ANI, 6’, MG)
Elenco: Jomir Gomes
Sinopse: Adaptado do texto A Inacreditável História do Pescador, de T. Dalpra Jr, “Pororoca” é fruto do amor entre a Baleia e o Peixe-Boi; uma metáfora do agitado e caudaloso encontro da água do mar com a água do rio.
Sacis (Bruno Bennec, FIC, 24’, MG)
Elenco: Luiza Pereira, Ryan Campbell, Kaik Pereira, Ivanildo Campos, Jandiara Macedo, Andréa do Valle, Naddo Pontes, Thalita Reis, André Rodrigues, Euler Luz, Luisa Paes e Renatta Barbosa
Sinopse: Rodolfo é um menino de doze anos que vive armando confusão e um dia resolve pegar um saci. Nessa aventura, sua irmã caçula é enfeitiçada pela Cuca, e, para salvar sua irmãzinha do perigo, Rodolfo precisa da ajuda de seu novo amigo. O filme é uma homenagem ao cineasta Rodolfo Nanni, que completa 100 anos de vida em 2024 e filmou o primeiro infantojuvenil brasileiro em 1950, O Saci.
SERVIÇO
24º Festivalzinho de Cinema de Vitória Quando: de 24 a 28 de junho Horário: 09 e 14 horas Local: Cine Metrópolis (Ufes) Sessões exclusivas para alunos das escolas públicas
Diante da forte adesão do público e da alta demanda por visitas, o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, anunciou a prorrogação da exposição “Rembrandt – O mestre da luz e da sombra” por mais um mês no Palácio Anchieta, em Vitória. A decisão atende a uma recomendação técnica do próprio espaço cultural, que registra filas de espera para visitas guiadas e procura crescente desde a abertura, em 25 de fevereiro de 2026. Com a extensão, a mostra seguirá em cartaz até 17 de maio de 2026.
A prorrogação ocorre em um cenário de resultados expressivos. Até o momento, a exposição já recebeu mais de 29 mil visitantes. Além disso, mobilizou o público escolar, com uma centena de instituições atendidas, envolvendo estudantes e professores, enquanto outras milhares de pessoas participaram de ações educativas, como oficinas. Ainda assim, a procura segue superior à capacidade atual: há dezenas de instituições na lista de espera, somando cerca de 800 alunos e 80 professores aguardando agendamento.
Para o governador Ricardo Ferraço, a decisão reforça o compromisso do Estado com a democratização da cultura. “A resposta do público foi extraordinária. Estamos falando de milhares de visitantes, de escolas mobilizadas e de uma experiência que conecta o Espírito Santo a um circuito internacional de arte. Prorrogar essa exposição é garantir que mais capixabas tenham acesso a uma obra de valor histórico e artístico incomparável”, destaca.
Antes de chegar ao Espírito Santo, a mostra passou por Rio de Janeiro e Belo Horizonte, somando mais de 120 mil visitantes nas duas capitais. Ela reúne 69 gravuras originais de Rembrandt van Rijn (1606–1669), um dos maiores nomes da história da arte e referência da chamada Era de Ouro holandesa. Reconhecido pelo domínio do claro-escuro, técnica que explora o contraste entre luz e sombra, o artista influenciou gerações e movimentos, do Impressionismo ao cinema contemporâneo. Sua produção percorre temas religiosos, cenas do cotidiano e autorretratos, sempre marcada por profundidade psicológica e olhar humanista.
Além do impacto artístico, a exposição também se destaca pelo caráter educativo. A atividade de isogravura, oferecida como parte da mediação, permite ao público experimentar técnicas relacionadas ao processo criativo de Rembrandt, tornando a experiência mais acessível e participativa. O público tem acesso a lupas para observar traços minuciosos das gravuras, além de ambiente imersivo que amplia imagens e recria efeitos de claro-escuro característicos do artista. A estrutura inclui recursos de acessibilidade, como sala sensorial, peças táteis, audioguia, braile e Libras.
Embora o humor corra nas veias de Bruno Mazzeo e Lucio Mauro Filho, carregar o DNA de dois ícones da comédia brasileira e ainda seguir a mesma profissão não é algo trivial. Esse é o fio condutor do espetáculo “Gostava mais dos pais”, que desembarca em Vitória para apenas três apresentações no Teatro Universitário da UFES, nos dias 10, 11 e 12 de abril. Os ingressos estão à venda com valor a partir de R$ 30 (meia/mezanino).
Com mais de 85 mil expectadores em São Paulo, Belo Horizonte, Rio, Belém, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Florianópolis e Salvador, o espetáculo lotou todos os teatros por onde passou. Na peça, os atores celebram a amizade de longa data e as dores e delícias de sucederem a Chico Anysio (1931 – 2012) e Lucio Mauro (1927 – 2019). Além da divertida homenagem a Chico Anysio e Lucio Mauro, o espetáculo propõe uma reflexão bem-humorada sobre a adaptação à era digital e a preservação da identidade diante da pressão da herança paterna.
“Esse espetáculo é, antes de tudo, a celebração da grande amizade que nossos pais passaram para nós. Nossas trajetórias se entrelaçaram por conta própria, repetindo uma feliz parceria deles, mas do nosso jeito, no nosso tempo”, resume Lucio. “Na peça nós os usamos para falar sobre a passagem do tempo e a tentativa de entender o nosso lugar nesse mundo novo”, completa Bruno.
O embrião do projeto nasceu antes da pandemia, quando estavam em turnê com “5x Comédia”, espetáculo que rodou o país. Debora Lamm foi convidada para assinar a direção, enquanto Aloísio de Abreu e Rosana Ferrão respondem pelo texto, escrito a partir de questionamentos levantados pela dupla de protagonistas.
Os atores interpretam cerca de dez personagens e várias versões de si mesmos numa série de esquetes que entrecruzam as suas histórias de vida com temas contemporâneos, como as barreiras impostas ao humor e a dificuldade de encontrar os seus lugares na era digital, a cultura do cancelamento, a instantaneidade das viralizações e as fake news.
“Uma das finalidades do humor é fazer as pessoas olharem para coisas que estão acontecendo na sociedade sob outra perspectiva. E a nossa peça faz uma reflexão sobre a linha tênue que define os limites da comédia e da nossa responsabilidade de estar em sintonia com o nosso tempo. O humor também envelhece”, pondera Lucio. “Rir de si mesmo é humor esperto. Numa mistura de autoficção e variados personagens, os meninos fazem um divertido panorama de suas próprias trajetórias, abraçam a crise da maturidade em meio ao declínio do patriarcado e, simultaneamente, emocionam ao falarem da importância da amizade e parceria que perpassam os anos”, observa Debora Lamm.
“É uma reflexão também sobre o desejo de não remar contra a maré e ao mesmo tempo entender os novos tempos. Ou seja, nós não somos youtubers, nós não sabemos fazer um TikTok. Então, o que a gente faz? Será que ainda vai ter espaço para o que a gente sabe fazer”, questiona Bruno. “Enxergar o novo é a chave. E também buscar um equilíbrio entre a bagagem que acumulamos e podemos oferecer aos projetos, sempre mantendo as portas abertas para as novidades”, complementa Lucio.
O título faz alusão a uma situação que os atores vivenciaram inúmeras vezes quando interpelados na rua. Ela tece mil elogios, mas finaliza o encontro com a frase: “Gostava mais do seu pai”. Ainda assim, nenhum dos dois se furta em fazer piada dessa “herança”. Uma das cenas brinca com o aposto “filho do Chico Anysio”, frequentemente associado a Bruno em entrevistas na TV, enquanto o minimalista e sofisticado cenário concebido por Daniela Thomas exibe uma sequência de imagens de arquivo que ilustram o episódio. Lucio, por sua vez, diverte-se com o fato de que não consegue escapar de seu próprio sobrenome.
Espetáculo ‘Gostava Mais dos Pais’ com Lucio Mauro Filho e Bruno Mazzeo
Quando: 10, 11 e 12 de abril
Horários: Sexta e sábado, às 20h, Domingo, às 17h
Local: Teatro Universitário da UFES (Av. Fernando Ferrari, 514 – Goiabeiras, Vitória)
Classificação etária: 14 anos. Entrada e permanência de crianças/adolescentes menores de 16 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis.
Venda sem taxa: presencial no Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo) a partir das 15h
Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco desembarcam em Vitória pela primeira vez, com o espetáculo “Agora É Que São Elas!”, comédia de esquetes escrita e dirigida por Fábio Porchat, sucesso pelo Brasil e Europa. A montagem será apresentada entre os dias 24 a 26 de abril, no Teatro Universitário da UFES, com sessões na sexta e sábado, às 20h, e no domingo, às 17h.
Os ingressos estão à venda no Sympla.com.br e na bilheteria do Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo) a partir das 15h.
“É um humor de identificação. As pessoas se reconhecem nos personagens ou conhecem alguém que se parece com eles. São encenações do dia a dia, situações que a gente vive. Um comentário que achei divertido”, explica Fábio Porchat.
Na época em que escreveu parte dos textos, Porchat era estudante da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), no Rio de Janeiro, e chegou a encenar alguns esquetes ao lado do saudoso colega Paulo Gustavo.
“Foi muito lindo revisitar esses textos escritos há 20 anos, que eu fiz na escola pro meu colega Paulo Gustavo. E foi bom ver que esse material ainda é atual, funciona e é engraçado. Se estivermos conectados ao que acontece ao nosso redor, vamos entender o Brasil, os costumes e as pessoas que estão à nossa volta”, afirma.
Entre os esquetes apresentados está “Superstição”, que mostra o reencontro de duas amigas que não se viam há anos — uma extremamente supersticiosa e a outra totalmente cética — interpretadas por Maria Clara Gueiros e Júlia Rabello. Em “Selfie”, Priscila Castello Branco e Maria Clara vivem uma situação desconfortável quando um fã aborda uma atriz famosa em um restaurante e, enquanto tenta tirar uma foto, passa a listar defeitos da artista que diz admirar. Já o esquete mais recente, “Meu Bebê”, traz Júlia e Priscila como um casal que compara obsessivamente o próprio filho de oito meses com os filhos das amigas, morrendo de medo que o bebê não seja o mais inteligente de todos.
Diferentes gerações da comédia no mesmo palco
O espetáculo reúne três atrizes de gerações distintas da comédia brasileira, que despontaram para o público em diferentes plataformas. A carioca Maria Clara Gueiros, bailarina de formação, estreou no teatro em 1987 e ganhou popularidade nacional no humorístico Zorra Total. Também carioca, Júlia Rabello se tornou conhecida como um dos principais nomes do Porta dos Fundos e participou de novelas como A Regra do Jogo e Rock Story. Já a paulistana Priscila Castello Branco transitou pelo drama no teatro e por novelas da TV Globo, mas se consolidou no stand-up, com destaque para o solo Tô Quase Lá.
A primeira temporada do espetáculo foi um grande sucesso de público. A peça estreou com casa cheia no Festival de Curitiba, em março de 2024, lotou por quatro meses o Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro — com sessões extras aos sábados — e ainda passou por temporada com ingressos esgotados em Niterói.
Foto de Yan Carpenter
Para Porchat, o sucesso da montagem está diretamente ligado ao trabalho coletivo. “A peça é despretensiosa. Tem três grandes comediantes no palco, que dominam e têm consciência do potencial delas. Um texto de comédia só funciona quando é feito por comediantes que acreditam nele. Essas mulheres melhoram o meu texto e as piadas, e eu acho isso incrível”, destaca.
A relação de Júlia Rabello com a peça também atravessa duas décadas. “Quando ele me convidou anos atrás para produzir a peça, eu jamais imaginaria que hoje ele seria o idealizador, diretor e produtor, me chamando para atuar. São voltas muito interessantes que a vida dá. Ouvi esses textos pela primeira vez há 20 anos. Agora, fazer parte como atriz é uma grande responsabilidade”, conta.
Rapidez e precisão de timing são essenciais para o humor funcionar, segundo Júlia. “Colocamos toda a nossa energia em manter esse ritmo muito afiado”, afirma.
Para Maria Clara Gueiros, o texto é o grande motor do espetáculo. “Eles são engraçadíssimos e vão ficando ainda melhores à medida que a gente se apropria deles. O texto já é tão bem escrito que o desafio é só dar musicalidade e vida aos personagens”, diz.
Priscila Castello Branco destaca o desafio técnico da montagem. “Não usamos figurino de caracterização nem troca de roupa. A virada de personagem acontece em cena. O teatro é vivo, e a improvisação nasce da reação da plateia. É uma delícia viver isso com minhas companheiras”, afirma.
Espetáculo “Agora É Que São Elas!” comJúlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco
Quando: 24, 25 e 26 de abril
Horários: Sexta e sábado, às 20h, Domingo, às 17h
Local: Teatro Universitário da UFES (Av. Fernando Ferrari, 514 – Goiabeiras, Vitória)
Venda sem taxa: presencial no Teatro Universitário da UFES, de terça a sexta-feira, das 14h às 19h, e nos dias de espetáculo (sábados e domingo) a partir das 15h