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Galeria de arte capixaba Matias Brotas anuncia sua presença na ArtRio 2023

Na feira, que acontece entre os dias 13 e 17 de setembro, na Marina da Glória, Rio de Janeiro, a galeria apresenta obras inéditas de artistas em destaque na cena nacional e internacional, além de lançar Clube do Colecionador de Arte e realizar programação paralela aos ateliês de artistas para colecionadores

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Rubiane_Maia_Performance_SPEIREIN_2021

Acontece entre os dias 13 e 17 de setembro, na Marina da Glória, Rio de Janeiro, a 13ª edição da ArtRio, uma das maiores feiras de arte da América Latina. A Matias Brotas arte contemporânea confirmou mais uma vez sua presença no evento e estará no stand D11 apresentando um conjunto inédito de obras de artistas em destaque na cena da arte contemporânea nacional e internacional como a artista Rubiana Maia, que também estará na Bienal de São Paulo e no Sesc Pompéia.

A galeria apresentará no seu stand dois projetos: o de obras inéditas produzidas pelos artistas representados pela galeria e selecionados para participar da feira, como Rubiane Maia, José Bechara, Arthur Arnold, Mai-Britt Wolthers, Cabelo, Thainan Castro, Adrianna EU; e o projeto Séries MBac|Clube do Colecionador, criado há 10 anos, e que cumpre um importante papel na formação e estímulo do colecionismo de arte contemporânea.

Um dos destaques no stand será a obra inédita da artista Rubiane Maia, uma imagem de performance Sperein, realizada em Londres.  Nesta performance, a artista trabalhou por 10 horas reproduzindo a forma de seus pés. Uma ação repetitiva de longa duração dividida em quatro fases. Rubiane, que atualmente vive no Reino Unido, também foi selecionada para a 35ª Bienal Internacional de São Paulo, que começa dia 06 de setembro, e também apresentará uma performance na mostra coletiva ‘Terra abrecaminhos” com curadoria Daniela Labra, no Sesc Pompéia, em São Paulo, a partir do dia 12 de setembro.

O artista Arthur Arnold apresentará trabalhos inéditos como ‘Domingo’ e ‘Fim de Festa’ da sua série ‘Argamassa sobre tela’ que trata da relação que o indivíduo estabelece com o grupo: a transição entre grandes massas e grupos menores, como um grupo de amigos ou família, e a influência que essas pessoas têm na identidade dos indivíduos. A série a ser apresentada no stand da Matias Brotas foi feita a partir de fotos comuns que o artista coleciona, fotos que revelam as influências que esses grupos exercem entre si e assim, o artista desloca seu olhar das massas urbanas para adentrar o universo doméstico.

Arthur Arnold - Domingo - 2023 - Argamassa sobre tela - 175 x 175 cm
Arthur Arnold – Domingo – 2023 – Argamassa sobre tela – 175 x 175 cm

Mai-Britt Wolthers, artista dinamarquesa estabelecida no Brasil desde 1986, com uma produção que explora a relação entre cor e forma, com muitas inspirações nas belezas naturais do Brasil, apresentará uma obra inédita que traz essa interface entre o figurativo e abstrato, através de formas e cores capturadas in loco, sem perder a memória da sua origem.

Já o artista José Bechara, representado pela Matias Brotas desde a abertura da galeria em 2006, apresentará um trabalho inédito de sua pesquisa que convoca materialidades que a curadora Clarissa Diniz nomeia como “presenças/fenômenos oscilantes”. As lonas de caminhões e os processos de oxidação que o artista experimenta sobre elas mantêm viva a atenção aos acidentes e falhas que o conduzem para o próximo trabalho.

A artista carioca Adrianna EU apresentará a obra inédita ‘A Carne do Tempo’, que traz uma reflexão da relação paradoxal que estabelecemos com a passagem do tempo. Quando crianças, cultivamos o desejo de acelerá-lo, e quando adultos, refletimos sobre o tempo que tivemos quando criança e como o queríamos novamente, um certo desejo de frear o tempo. Adrianna EU já apresentou seu trabalho em diversas exposições pelo Brasil e também no exterior, e mais recentemente participou da Bienal do Mercosul. Suas obras integram coleções importantes como da Galeria Real – Amman/Jordânia, do Museu Romulo Maiorana e do MAR – Museu de Arte do Rio.

Projeto Clube do Colecionador

No projeto das Séries MBac | Clube do Colecionador, que será lançado na abertura da feira, dia 13 de setembro, às 18h, a Matias Brotas traz séries criadas por um conjunto de artistas de expressiva produção na cena nacional e internacional da arte contemporânea, com obras em suportes e pesquisas singulares, firmando o compromisso da galeria em fortalecer o colecionismo de arte. Dentre eles, nomes como Adrianna EU, Hugo Mendes, Fernando Velazquez, Claudio Alvarez, José Spaniol, Ivan Grilo, Raul Morão, Matias Mesquita, Ana Costa e Silva, entre outros.

A proposição do projeto é que o colecionador tenha autonomia nas escolhas das obras e seja o curador de sua própria coleção. Na aquisição de três ou mais trabalhos, o colecionador passa a fazer parte do Clube do Colecionador, uma lista seleta de participantes que recebe convites para as feiras, visitas a ateliês de artistas, além da condição de pagamento diferenciada nas obras e benefícios em estabelecimentos parceiros.

Mai-Britt Wolthers - Sem Título 2023 - Acrilica e grafite sobre papel
Mai-Britt Wolthers – Sem Título 2023 – Acrilica e grafite sobre papel

Programação paralela

Ao buscar a conexão dos colecionadores com a arte e os artistas, a galeria prepara uma programação paralela especial e promove no seu stand visitas guiadas com artistas e curadores, além de visitas a ateliês de artistas representados.

No dia 14 de setembro, às 10h30, será feita uma visita guiada pelo ateliê do artista Antônio Bokel, que ao longo de duas décadas tem apresentado seu trabalho no Brasil e no exterior, ganhando destaque em revistas como Zupi, Vizoo e Santa, e na espanhola Rojo. Algumas de suas obras estão nas maiores coleções brasileiras, como as de Gilberto Chateubriand e da BGA Investimentos, além de ter alguns trabalhos no acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio). Bokel transita entre a pintura, a escultura, a literatura e a estética das intervenções gráficas urbanas.

Já no dia 15 de setembro, às 17h, a galeria promove no seu stand uma visita guiada com o artista carioca Thainan Castro. Além de designer e ilustrador, a meticulosidade de seu traço vem do processo do resgate da memória, de reaprender a desenhar, da readaptação aos materiais, após perder parte dos movimentos em um acidente que paralisou seu corpo por meses. A adaptação a esse novo processo de desenhar fez com que o artista procurasse novas maneiras de explorar o desenho e a pintura, trazendo sutileza para seu trabalho autoral, hoje reconhecido e presente em diversas exposições nacionais e no exterior.

Além de ações presenciais, a galeria convidou a artista Rubiane Maia para uma live no dia 16 de setembro, às 10h30, no qual ela falará sobre sua obra inédita ‘Speirein’, bem como sobre outros trabalhos, processos criativos, exposições nacionais e internacionais. Rubiane Maia é uma artista transdisciplinar brasileira que vive em Folkestone, Reino Unido. Possui graduação em Artes Visuais e mestrado em Psicologia Institucional pela Universidade Federal do Espírito Santo. Seu trabalho é um híbrido entre a performance, a instalação e outros modos de expressão, como a escrita, a fotografia, o vídeo e a pintura. Em geral, interessa-se pelo corpo, linguagem, memória, fenômenos e matérias orgânicas, sendo especialmente atraída por estados diferenciados de percepção e sinergia que englobam relações de interdependência e cuidado entre seres humanos e não humanos, como minerais e plantas.

Adrianna Eu - A carne do tempo - 2023
Adrianna Eu – A carne do tempo – 2023

Matias Brotas arte contemporânea

Programação ArtRio 2023 – stand D11

13/09 – 18h – Lançamento no stand da Séries MBac | Clube do Colecionador

14/09 – 10h30 – visita ao ateliê do artista Antônio Bokel

15/09 – 17h – visita guiada no stand com o artista Thainan Castro. 16/09 – 10h30- Live com a artista Rubiane Maia pelo instagram da galeria @matiasbrotasarte (https://www.instagram.com/matiasbrotasarte/)

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Cultura

SOMA: Dança, tecnologia e maternidade marcam retorno de Gabriela Moriondo aos palcos

Dirigido pela bailarina e coreógrafa capixaba em parceria com Glauber Vianna, espetáculo de dança contemporânea estreia em Vitória entre os dias 28 e 31 de maio, no Theatro Carlos Gomes

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O retorno da bailarina e coreógrafa capixaba Gabriela Moriondo aos palcos, após dois anos afastada desde o nascimento da filha, é o ponto de partida de SOMA, espetáculo de dança contemporânea e arte multimídia que tem pré-estreia confirmada e entrada gratuita no dia 28 maio, no Theatro Carlos Gomes, no Centro de Vitória. A obra traz à cena uma investigação poética sobre maternidade, transformação e identidade, em parceria com o artista multilinguagem Glauber Vianna.

Para as sessões de estreia, que acontecem entre os dias 29 e 31 de maio, os ingressos estão à venda aqui, com valores a partir de R$ 22 (meia entrada).

O espetáculo

Partindo da experiência pessoal de Gabriela, SOMA transforma a maternidade em um campo de reflexão sobre as mudanças que atravessam o corpo e a vida ao longo do tempo. “O maior desafio não foi necessariamente técnico, mas conciliar a criação de um espetáculo com a criação de uma criança. Esse processo acabou se incorporando ao trabalho e trouxe novas camadas para a cena, ligadas à metamorfose e ao redescobrimento de mim mesma como mãe, mulher e artista”, explica a bailarina e coreógrafa Gabriela, formada em Dança Contemporânea pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil (2014), especializada em Estudos de Dança no Trinity Laban Conservatoire of Music and dance/UK (2016), e graduada em Artes Plásticas pela Universidade do Espírito Santo (UFES).

Sem conduzir a uma interpretação única, o espetáculo propõe que diferentes sensações e reflexões podem emergir a partir da experiência individual de cada espectador. O público é convidado a uma relação mais atenta com o tempo, o corpo e a própria percepção.

Ao integrar dança e linguagem tecnológica de forma orgânica, SOMA também dialoga com a maneira como nos relacionamos hoje com a presença e com as imagens, criando um ambiente de experiência sensorial que se conecta ao contexto contemporâneo de grandes produções. Mais do que um recurso técnico, esses elementos compõem a própria estrutura dramatúrgica do espetáculo.

Tecnologia como meio, não como fim

Em SOMA, a tecnologia está integrada à linguagem da cena, atuando na construção do espaço, da luz e do som. Elementos como um sistema de espelhos móveis, desenvolvido em parceria com alunos e professores da Escola Estadual de Ensino Médio Arnulpho Mattos, em Vitória, e uma grande tela translúcida de projeção criam camadas visuais que transitam entre o físico e o virtual.

“O trabalho não busca contar uma história de forma linear, ele cria estados e atmosferas. A tecnologia está presente para potencializar a experiência, nunca como fim em si mesma”, destaca Glauber, diretor artístico que investiga as relações entre imagem, espaço e narrativa. Na música e no audiovisual, criou visuais de cena para turnês de artistas como Tribalistas, Los Hermanos, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Roberto Carlos, além de projetos para televisão, como o Prêmio Multishow, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Canal Brasil e TV Globo.

Glauber Vianna e Gabriela Moriondo – Crédito: Divulgação

Idealizado no Espírito Santo, o espetáculo reforça sua relação com o território ao envolver artistas e profissionais locais e estabelecer diálogo com a comunidade. Contemplado pelo Edital de Artes Cênicas – Funcultura PNAB 2024, da Secult-ES, SOMA dá continuidade à pesquisa iniciada em Inconstante (2024), marcada pelo encontro entre Gabriela e Glauber, aprofundando a relação entre dança contemporânea, artes visuais e criação em tecnologia aplicada à cena.

O trabalho se constrói a partir de um campo de referências artísticas. Na dança, dialoga com o coreógrafo norte-americano Alwin Nikolais, especialmente em Noumenon Mobilus (1953), ao pensar o corpo como matéria visual, além das investigações da bailarina coreana Haeni Kim.

Na imagem, aproxima-se de fotógrafos como a norte-americana Francesca Woodman, o francês Denis Darzacq e o australiano Bill Henson, enquanto a luz se estrutura sob influência do pintor italiano Caravaggio. Há ainda ressonâncias com artistas como o britânico Anthony McCall, o norte-americano James Turrell e o ilsnadês-dinamarquês Olafur Eliasson, além de práticas contemporâneas como teamLab e Random International. A obra também se inspira na improvisação presente nas coreografias do israelense Ohad Naharin e do britânico Wayne McGregor.

Espetáculo SOMA
Quando:

28 de maio (quinta-feira), às 20h— Pré-estreia — apresentação gratuita

29 de maio (sexta-feira), às 20h

30 de maio (sábado), às 17h30 à 19h30 — sessões às 17h30 e 19h30

31 de maio (domingo), às 17h30

Local: Theatro Carlos Gomes (Rua Barão de Itapemirim, 232, Centro, Vitória, ES)

Classificação indicativa: LIVRE+

Ingressos: R$35 (promocional), R$22 (meia), R$44 (inteira) 

Vendas: https://www.sympla.com.br/evento/soma/3394058?share_id=copiarlink

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Cultura

Para todas as idades: Festival Tortinha Black reforça cultura afro-capixaba em Vitória

Evento gratuito acontece nos dias 21 e 23 de maio, unindo arte, educação antirracista e protagonismo negro em programação para todas as idades

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Vitória começa a entrar no ritmo de um dos eventos mais simbólicos do calendário cultural capixaba. O Festival Tortinha Black retorna nos dias 21 e 23 de maio, com uma proposta que mistura formação, lazer e valorização da cultura afro-brasileira em programação gratuita e aberta ao público. Criado por Fábio Carvalho, o festival aposta na cultura como ferramenta de transformação social. A edição de 2026 amplia seu alcance ao integrar um seminário voltado à educação antirracista com um grande encontro multicultural no Parque Baleia Jubarte, na Enseada do Suá.

Programação

O seminário “Quando a Palavra Vira Quilombo”, marcado para o dia 21 de maio, no Teatro Sesi, em Jardim da Penha, traz ao centro do debate a escrita negra como expressão de resistência e construção de narrativas. O encontro reúne pesquisadores e educadores que atuam diretamente na promoção da equidade racial.

Já no dia 23, o festival promete uma verdadeira imersão cultural ao longo de 10 horas de programação. Música, teatro, dança, oficinas e gastronomia compõem um mosaico de experiências que dialogam com ancestralidade e contemporaneidade.

Além das atividades culturais, o evento também impulsiona a economia local com uma feira de empreendedores, fortalecendo iniciativas criativas e comunitárias.

Programe-se e participe!

SEMINÁRIO TORTINHA BLACK: “Quando a Palavra Vira Quilombo”

Quando: 21 de maio (quinta-feira)
Local: Teatro Sesi (Jardim da Penha)

18h30: Credenciamento
19h: Recepção e boas-vindas
19h30: Mesa-redonda
20h30: Debate com o público

FESTIVAL TORTINHA BLACK

Quando: 23 de maio (sábado)
Local: Parque Baleia Jubarte (Praça do Papa, Enseada do Suá)

Programação ao longo do dia (10h às 19h):

●      Shows musicais

●      Teatro e dança

●      Oficinas (pipa, turbantes, malabares, dança e gastronomia)

●      Festival de pipas

●      Feira de Economia Solidária e Criativa com 20 empreendedores

Evento gratuito e classificação livre.

Fotos: Bárbara Bueno

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Cultura

Disco Voador leva experiência retrô ao Shopping Montserrat neste sábado (02)

A viagem sonora guiada por discos de vinil acontece neste sábado, dia 02 de maio, a partir das 16h

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O charme das vitrolas e a atmosfera nostálgica do vinil que atravessa gerações estão de volta em uma experiência que celebra a música popular brasileira. É nesse clima retrô que o Shopping Montserrat recebe o projeto Disco Voador, neste sábado, dia 02 de maio, a partir das 16h. A Varanda Montserrat, localizada no Piso L3, será palco de uma edição do evento, que reúne música, cultura e entretenimento em um ambiente pensado para toda a família. Os ingressos são gratuitos e limitados, com retirada exclusiva pelo Sá App.

O Disco Voador é um coletivo de DJs dedicado às brasilidades em vinil, conduzindo o público por uma experiência musical que mistura groove, nostalgia e pista de dança. Organizado pelo DJ Fabrício Bravim, o projeto nasceu da paixão pelos discos e pela riqueza da música brasileira, valorizando o formato analógico e a experiência única de ouvir música diretamente dos LPs.

Durante a apresentação, o público pode desfrutar de um repertório que passeia por clássicos e raridades da MPB, samba, soul brasileiro, funk, disco e tropicalismo, em sets cuidadosamente selecionados e mixados exclusivamente em vinil. Mais do que uma festa, o evento se consolida como um encontro cultural que conecta gerações e promove a valorização da música nacional.

Disco Voador – coletivo de DJs apresenta brasilidades em vinil em uma experiência musical retrô na Varanda Montserrat.

Quando: 02 de maio (sábado), das 16h às 22h

Local: Piso L3 do Shopping Montserrat

Ingressos: gratuitos e limitados com retirada pelo Sá App.

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