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Cultura

Ney Matogrosso: o artista que diz sim à arte e à autenticidade da vida

Homenageado nacional da 32ª edição do Festival de Cinema de Vitória, Ney Matogrosso participou de uma coletiva de imprensa marcada por reflexões sobre liberdade, arte e existência. O Fica a Dica ES esteve presente e compartilha os destaques desse encontro

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Por onde passa, Ney Matogrosso não apenas caminha: ele se destaca e reverbera. Aos 83 anos, homenageado nacional da 32ª edição do Festival de Cinema de Vitória, Ney concedeu entrevista coletiva a veículos locais e nacionais, na tarde da última quinta-feira (24), antes de receber sua homenagem em cerimônia no Teatro Sesc Glória. O Fica a Dica ES marcou presença e conta agora sobre os trechos mais importantes da ocasião.

Já adiantamos: Ney falou sobre a homenagem recebida no festival, refletiu sobre a repercussão do filme Homem com H, dirigido por Esmir Filho, compartilhou memórias, pensamentos e posturas que reafirmam quem ele é: um corpo livre, uma alma inquieta, uma voz que nunca se dobra, independente do tempo e do contexto político-social.

Homem com H

A entrevista não poderia deixar de começar falando sobre o estrondo da produção cinematográfica que retrata sua trajetória. Sobre isso, Ney disparou: “Minha única condição para que o filme pudesse existir é que não tivesse nada que não fosse a verdade”. Em tempo: para quem não teve a oportunidade de assistir o filme Homem com H nos cinemas, ele está disponível na plataforma de streaming Netflix.

Mas, e o impacto da produção? “Virou um turbilhão! Se eu trabalhava 10, agora estou trabalhando 30”, contou. Ele ainda completa: “Recebo muitas mensagens de pessoas que, depois de verem o filme, começaram a viver com mais liberdade. Isso me emociona profundamente. Fico feliz por estimular as pessoas a assumirem a própria verdade”.

Liberdade, aliás, é a palavra que costura cada fase de sua vida artística e pessoal. Seja no palco ou fora dele, Ney sempre foi resistência com um quê de acolhimento. “Somos, cada um, um universo, e precisamos manifestar isso”, afirma de forma firme, mas com sorriso de quem sabe bem como se posicionar perante a vida.  

Ney Matogrosso com o Caderno do Homenageado na Coletiva de Imprensa do 32º FCV. Crédito: Melina Furlan/Acervo Galpão IBCA

Censura, desejo e carnaval

Durante a conversa com jornalistas, Ney relembrou os tempos da censura, especialmente nas cenas retratadas no filme Homem com H. Momentos em que a repressão tentava calar a arte, mas, quando se tratava dele, era em vão.

“Era tudo propositalmente pensado. Eu queria fazer um teatro de revista (gênero teatral que surgiu na França na segunda metade do século XVII e é marcado por esquetes de caráter crítico e números musicais com figurinos extravagantes), que era libidinoso”, revelou, reforçando que o erotismo em cena era escolha estética, política e existencial.

Ele ainda relembrou os inúmeros recados que recebia, especialmente do exército, sobre estar “se excedendo” em suas apresentações nos palcos. “Quanto mais diziam que eu não podia me exceder, mais eu me excedia, porque, afinal, esta não é a minha maneira de me expressar? Me ‘excedia’ (entre aspas) para a época, porque hoje em dia isso já não significa tanto”.

Questionado sobre o inédito enredo da Imperatriz Leopoldinense que o terá como tema no carnaval de 2026, ele contou que – após alguns convites e declinações – enfim decidiu aceitar. “Estou dizendo tantos ‘sim’ pra vida, que decidi dizer ‘sim’ para a escola de samba. Não pretendo ir além de mim, vestido de mim mesmo. Mas o contato foi muito positivo. Fui visitar o barracão, aquilo lá é uma loucura. Tudo exorbitante! Não sou um homem do carnaval, mas a festa é de uma disciplina e organização admiráveis”, declarou.

Trecho do caderno do homenageado da 32ª edição do Festival de Cinema de Vitória

Tempo, morte e permanência

Ney completa 83 anos no dia 1º de agosto. Leonino, mas que contraria todo e qualquer estereótipo, rejeita rótulos e as vaidades do mundo artístico. Com o aniversário batendo à porta, foi questionado sobre como será a comemoração, mas revelou: não é adepto de festa. Para ele, esta é só mais uma data. No entanto, não há espaço para melancolia ou saudosismo. Mas há, sim, espaço para uma profunda reflexão sobre o tempo. A morte, para Ney, é uma etapa natural do percurso.

“Não ter aceitação da única certeza que temos? Eu tenho aceitação e penso tranquilamente. Espero que eu chegue lá com calma e serenidade. Vamos viver enquanto podemos”.

O Ney ator e a relação com o Espírito Santo

Perguntado se considera estar no seu auge como ator, foi enfático ao dizer que não tem feito tantas coisas mais regularmente, mas que é satisfeito com o que já fez. “Se houver convites que me interessem, eu faço sim”, completou.

Mas, e o Espírito Santo? O filme Homem com H, por exemplo, retrata que o primeiro amor de Ney era capixaba. A relação com o Estado, porém, sempre foi mais profunda. “Já vim muitas vezes aqui. Conheci muitas pessoas daqui e me tornei amigo delas, principalmente quando saí de Brasília e fui ao Festival de Inverno de Ouro Preto”.

Ele relembrou ainda uma visita ao Mosteiro Zen Budista, em Ibiraçu. “Vim visitar amigos e fiquei lá entre uns 5 e 6 dias. Só que eles não exigiam de mim as formalidades que eles exigem pra quem tá lá. Eu dormia até tarde, não precisava acordar às 5h da manhã”, conta aos risos.

A homenagem no Sesc Glória

À noite, na Cerimônia de Homenagem, comandada por Sarah Oliveira e Simone Zuccolotto, o artista recebeu o Troféu Vitória, símbolo do festival, e o Caderno do Homenageado, além de uma joia exclusiva. A dupla de apresentadoras contou para o público um pouco da trajetória vitoriosa de Ney Matogrosso, que em 2025 comemora 50 anos de carreira solo.

Ney Matogrosso com o Troféu Vitória e a plateia mascarada em sua homenagem. Crédito: Melina Furlan e Vikki Dessaune/Acervo Galpão IBCA

Na sequência, Ney Matogrosso subiu ao palco e recebeu os calorosos aplausos do público. “Estou feliz! Vamos seguir a história, não é isso? Para mim é uma felicidade fazer parte do cinema. Desde criança sempre fui ao cinema, e ficava muito impressionado com as pessoas naquela tela. Lá dentro desejava isso. Foi para mim uma felicidade mesmo. Sou da música, mas sou do cinema também. E estou disponível para ser do cinema, desde que tenha tempo livre”, disse ele, que complementou: “Fico meio envergonhado, meio travado. Mas aceito sim, muito obrigado”.

Outro momento emocionante da noite, foi quando toda a plateia colocou no rosto uma máscara que fazia alusão à maquiagem usada pelo artista na época do Secos & Molhados. Todos vibraram com a energia de Ney Matogrosso. 

Na sequência, o público conferiu dentro da Sessão Especial de Encerramento, o longa-metragem Luz nas Trevas: a Volta do Bandido da Luz Vermelha, que tem roteiro original de Rogério Sganzerla adaptado por Helena Ignez, é a continuação do clássico O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Sganzerla. A diretora estava presente na homenagem e subiu ao palco para falar sobre a produção e sua parceria com Ney Matogrosso. 

Texto: Thaís Tomazelli

Foto principal: Ney Matogrosso na coletiva do 32º Festival de Cinema de Vitória. Crédito: Melina Furlan e Vikki Dessaune/Acervo Galpão IBCA.

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Kids

Musin 2026: Grupo Triii, Tiquequê e “Show da Luna!” se apresentam de graça na Pedra da Cebola, em Vitória

Evento acontece nos dias 19 e 20 de junho, e além de shows, haverá ainda espaço de experimentação musical, atividades lúdicas, brincadeiras e concurso de fantasias

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Vitória se prepara para receber mais uma edição de um dos eventos mais queridos pelas famílias capixabas. Neste fim de semana, nos dias 19 e 20 de junho, o Parque da Pedra da Cebola sedia a 5ª edição do Musin – Festival Música na Infância, único festival exclusivamente voltado para o público infantil no Espírito Santo. Com entrada gratuita, o acesso será liberado por ordem de chegada e sujeito à lotação. Na programação estão nomes como o Grupo Triii, Tiquequê e “O Show da Luna!”, além do aguardado Concurso de Fantasias, realizado exclusivamente no sábado (20) com inscrições no local.

Além de grandes nomes da música infantil brasileira, a programação também envolve atividades interativas, experiências artísticas, brincadeiras ao ar livre e ações de solidariedade. Desde sua criação, em 2022, o evento é um espaço no qual a infância é celebrada com respeito, sensibilidade e acesso à cultura de qualidade. “O Musin é, para muitas crianças, o primeiro festival de suas vidas. Hoje elas têm a oportunidade de crescer cercadas por música, arte e cultura desde cedo. Ao longo dessas cinco edições, o festival vem construindo um legado afetivo e cultural que já marca toda uma geração”, destaca Daniel Morelo, diretor do festival.

Atrações musicais

A programação deste ano traz atrações nacionais consagradas. Entre elas está o Grupo Triii, referência da música infantil brasileira, que apresenta o espetáculo “Miudinho”, reunindo canções conhecidas como “Viro, Vira, Virou”, “A E I O U” e “Pão Pão Pão”, além de brincadeiras e momentos de interação com o público.

O sábado será marcado por duas grandes atrações. O Tiquequê, dupla formada por Diana Tatit e Wem, sobe ao palco com o espetáculo “Coleções”, uma experiência musical, visual e sensorial inspirada no universo infantil. E encerrando a programação artística, o fenômeno “O Show da Luna!” promete transformar o parque em um grande laboratório de descobertas, ciência, música e imaginação, levando ao palco os personagens Luna, Júpiter e Cláudio em um espetáculo repleto de interação, dança e aprendizado.

Concurso de Fantasias

Além dos shows, o público poderá participar do tradicional Espaço de Experimentação Musical, de atividades lúdicas espalhadas pelo parque, brincadeiras ao ar livre, gincanas e do já aguardado Concurso de Fantasias.

As inscrições para o Concurso de Fantasias serão realizadas exclusivamente no sábado, até as 13 horas, na Tenda de Identificação instalada no próprio parque.

Democratização da cultura

Foto: Claudio Postay

O Musin também reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura. Na sexta-feira, cerca de 5 mil estudantes da rede municipal de Vitória participarão das atividades do festival em uma ação realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Escolas e secretarias de outros municípios também são convidadas a participar da programação.

“O Musin nasceu da compreensão de que a infância merece experiências culturais pensadas com qualidade, sensibilidade e respeito. Realizar a quinta edição é reafirmar que Vitória precisa seguir investindo em ações que unam formação, arte e convivência familiar. Quando uma criança vive a música de forma intensa desde cedo, amplia seu repertório, sua imaginação e seu vínculo com a cidade”, afirma Simone Marçal, diretora do festival.

Ação solidária

O festival também promove uma importante ação solidária em apoio à causa animal. Durante os dois dias de evento, o público será convidado a doar 2 quilos de ração para cães ou gatos ou contribuir com R$ 20. Em troca, receberá um brinde oficial do Musin.

As doações serão destinadas à ONG Gatinhos Pedra da Cebola, que atua no cuidado dos animais que vivem no parque e em seu entorno.

Musin – Festival Música na Infância 2026

Quando: 19 e 20 de junho de 2026

Local: Parque da Pedra da Cebola – Vitória (ES)

Entrada gratuita. Não haverá retirada de ingressos. O acesso será liberado por ordem de chegada e sujeito à lotação.

Doações: 2 kg de ração para cães ou gatos ou contribuição de R$ 20 em apoio à ONG Gatinhos Pedra da Cebola.

Informações: https://www.instagram.com/musinfestival/

Programação completa do 5º Musin

Sexta-feira (19 de junho)

13h30 – Abertura dos portões

14h30 – Malê Kids

15h – Grupo Triii

17h – Encerramento

Sábado (20 de junho)

10h – Abertura dos portões

11h – Pés na Lua

12h30 – Gincana da Família

13h30 – Concurso de Fantasias

15h – Tiquequê

16h15 – O Show da Luna!

18h – Encerramento

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Gastronomia

Na Ilha das Caieiras: Festival São Pedro Gourmet reúne grandes nomes da música capixaba

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O fim de semana será animado na tradicional região da Ilha das Caieiras. De 19 a 21 de junho, acontece o Festival São Pedro Gourmet – Edição Mulheres Empreendedoras. Com entrada gratuita, o evento vai reunir artistas de diferentes estilos e valorizar a produção cultural capixaba em um dos cenários mais tradicionais da capital.

A abertura do festival acontece na sexta-feira (19), a partir das 16h, ao som da DJ Negana. À noite, a cantora Flávia Mendonça, uma das principais vozes da música capixaba, sobe ao palco para um show repleto de sucessos. Ela vai apresentar o show “Arraiá da Lôra”, uma mistura de forró, piseiro, arrocha e sertanejo com uma pitada de arrasta pé. 

Ainda na sexta-feira, o público vai poder acompanhar as emoções da Copa do Mundo através de um telão instalado na área do festival.

No sábado (20), a programação musical começa às 12h com a apresentação voz e violão de Pamela Moreira. Na sequência, Felipe Rodrigues sobe ao palco para animar o público. Encerrando a noite, a Banda Casaca, um dos maiores símbolos da música capixaba, promete um espetáculo repleto de energia, misturando o tradicional congo do Espírito Santo com influências do rock e da música popular brasileira. 

O encerramento acontece no domingo (21) com uma sequência de atrações, com o melhor do samba e do pagode. O tradicional “Almoço com Samba” será comandado pelo Grupo Olhar de Sedução, com participação especial de Aline Martins. Na sequência, a Escola de Samba Pega no Samba leva toda a energia do carnaval capixaba para a Ilha das Caieiras. A cantora Monique Rocha também integra a programação, seguida pelo grupo Leq Samba, responsável por fechar o festival com chave de ouro.

Gastronomia, cultura e empreendedorismo

Além da programação musical, o Festival São Pedro Gourmet celebra a riqueza cultural e gastronômica da Ilha das Caieiras, um dos principais cartões-postais de Vitória. Durante os três dias de evento,o público vai saborear pratos típicos da culinária capixaba preparados por empreendedoras locais, valorizando tradições que atravessam gerações e ajudam a movimentar a economia da comunidade.

A edição especial tem como destaque o protagonismo feminino, evidenciando histórias de trabalho, dedicação e superação de mulheres que fazem da gastronomia uma importante fonte de renda e preservação da identidade cultural da região. Manifestações da cultura popular, como a apresentação da Quadrilha Arraiá Estrela Cadente, também marcam presença no agito.

O público que visitar o Festival São Pedro Gourmet – Edição Mulheres Empreendedoras também terá a oportunidade de conhecer de perto o trabalho da chef e empresária Cláudia Rocha, campeã do reality gastronômico “Na Brasa 2023” (TV Vitória). Referência no segmento de churrasco e gastronomia no Espírito Santo, ela marca presença no evento levando sua experiência, talento e sabores que conquistaram o paladar dos capixabas. 

Festival São Pedro Gourmet – Edição Mulheres Empreendedoras

Quando: 19 a 21 de junho

Local: Orla da Ilha das Caieiras, Vitória

Entrada gratuita

Informações: https://www.instagram.com/saopedrogourmet

Programação completa!

19 de junho (sexta-feira) – das 16 às 22h

 16h: DJ Negana

 18h: Abertura (Solenidade)

 18h às 19h30: Resenha do Pagode / DJ Negana

 20h às 21h30: Show com Flávia Mendonça

 Atração especial: Transmissão do Jogo do Brasil em Super Telão

20 de junho (sábado) – das 11 às 20h

11h: Abertura e DJ Negana

12h às 14h: Voz e Violão com Pamela Moreira

14h: DJ Negana

15h às 17h: Felipe Rodrigues / DJ Negana

17h30 às 19h: Show Banda Casaca

19h às 20h: Quadrilha – Arraiá Estrela Cadente

21 de junho (domingo) – das 11 às 20h

11h: Abertura e DJ Negana

12h: Almoço com Samba: Grupo Olhar de Sedução convida Aline Martins

14h: DJ Negana

15h às 16h: Escola de Samba: Pega no Samba

16h: DJ Negana

16h15 às 17h30: Monique Rocha

17h30: DJ Negana

18h: Leq Samba

20h: Encerramento

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Cultura

Fim de semana com entrada gratuita: Coral ArcelorMittal se apresenta em Cachoeiro de Itapemirim

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O Coral ArcelorMittal é uma das atrações do 26º Encontro Cachoeirense de Corais, que acontece neste sábado (20), às 20h, na Catedral de São Pedro, em Cachoeiro de Itapemirim. Com entrada gratuita, o evento integra a programação da Festa de São Pedro, promovida pela Paróquia de São Pedro, e reúne grupos de diferentes regiões do Espírito Santo em uma celebração da música coral. A apresentação ganha um significado especial para o coral que, neste ano, celebra 40 anos de trajetória. Fundado em março de 1986, ele é referência cultural no Espírito Santo reunindo diferentes gerações, promovendo convivência, inclusão e valorização da diversidade.

Atualmente com cerca de 40 integrantes, o coral reúne vozes de pessoas entre 30 e 90 anos, formando um coletivo que traduz, na prática, o encontro entre experiências, histórias de vida e diferentes perspectivas. Tudo sob a regência da maestra Ângela Volpato e do maestro Adolfo Alves, fundador do grupo.

Para a apresentação em Cachoeiro de Itapemirim, o coral preparou um repertório que combina diferentes estilos e épocas da música. O público vai apreciar desde a grandiosidade do clássico “Aleluia”, de G. F. Haendel, até sucessos da música popular brasileira, como “Eu Sei Que Vou Te Amar”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, “Sinônimos”, de Paulo Sérgio, Cláudio Noam e César Augusto, e “Anunciação”, de Alceu Valença. As canções ganham interpretações especiais em arranjos assinados pelos maestros Adolfo Alves e Ângela Volpato, refletindo a versatilidade e a identidade musical do grupo.

A presidente do Instituto Parceiros do Bem, Simone Marçal, destaca que participar de eventos como o Encontro Cachoeirense de Corais reforça o papel transformador da cultura. “O Coral ArcelorMittal representa muito mais do que uma atividade artística. Ele cria vínculos, promove bem-estar, fortalece o sentimento de pertencimento e aproxima pessoas por meio da música. Estar em um evento tão tradicional como este é uma oportunidade de compartilhar essa trajetória e celebrar a força da cultura como instrumento de conexão entre as comunidades”, destaca.

Além do Coral ArcelorMittal, participam do encontro o Coral Cameria (Ifes), Coral Musicar Brasil, Coral Viva Você (Sedu), Coral Vozes de Cachoeiro e o Coro São Pedro.

26º Encontro Cachoeirense de Corais

Quando: 20 de junho (sábado)

Horário: 20 horas

Local: Catedral de São Pedro – Rua Barão de Itapemirim, 36 – Centro, Cachoeiro de Itapemirim

Entrada gratuita

Fotos: Bruno Leão

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