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Festival PcD: voltado para pessoas com deficiência, evento promove oficinas gratuitas no Palácio Sônia Cabral; saiba como participar

O Festival é um projeto do Movimento Cidade que tem como objetivo levar arte e inclusão para as cidades, além de incentivar o diálogo e a troca de ideias

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Já pensou em um festival inteiro voltado para pessoas com deficiência, com programação de música, dança e filme? Esse é o Festival PcD – Pinta, Canta e Dança -, o primeiro festival de oficinas artísticas do Espírito Santo que conta com uma programação especialmente voltada e pensada para pessoas com deficiência. Com data marcada para acontecer durante os dias 15, 16, 17 e 18 de abril, no Palácio da Cultura Sônia Cabral, no Centro de Vitória -, ele funciona de forma gratuita.

O festival vai oferecer três oficinas artísticas monitoradas por artistas referência nas áreas de música, dança e artes visuais para PcD´s. As aulas serão sobre prática de artes visuais, expressão corporal e composição musical. Todo o ambiente de aprendizagem será seguro e inclusivo. Haverá conexão, troca de conhecimentos e produções artísticas, que serão exibidas em uma celebração final que será aberta ao público no dia 18 de abril. Cada turma contará com no máximo 20 participantes e não é necessária experiência anterior nos temas para participação. Para participar das oficinas basta se inscrever pelo link: bit.ly/oficinaspcd.

O Palácio da Cultura Sônia Cabral, onde acontecem as oficinas, possui acessibilidade para o público. Além disso, o local possui banheiros adaptados em todos os andares e elevador com acesso aos três pavimentos. A iniciativa busca incentivar a participação ativa das pessoas com deficiência, sendo uma plataforma que revela as potências e talentos apresentados durante as oficinas. O festival também conta com consultoria especializada de três ativistas da causa dos direitos das pessoas com deficiências. Suzana Lima, mulher negra com deficiência física, graduada em Gestão de Recursos Humanos pela UVV; Suely Lima, mulher parda com deficiência física, graduada em Pedagogia, empreendedora, artesã e coordenadora do projeto Empreendedoras Inclusivas; e Elienne Baptista, mulher com deficiência física e roteirista, produtora e locutora.

Fica a Dica ES

Conheça as oficinas

Oficina de Música: mentorada pelo músico Luiz Amorim, pessoa com baixa visão congênita, a oficina é voltada para pessoas com deficiência visual e os inscritos terão uma vivência musical que resultará na composição de uma trilha original coletiva, a ser apresentada como resultado final do curso. A oficina está marcada para acontecer dos dias 15 a 17 de Abril, das 9h às 12h.

Oficina de Expressão Corporal: mentorada pelo diretor e bailarino Marcelo Ferreira, a oficina é voltada para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e idosos. Nela, os inscritos irão trabalhar movimentos e expressões com o intuito de criar uma performance original coletiva. A oficina está marcada para acontecer dos dias 15 a 17 de Abril, das 14h às 16h.

Oficina de Artes Visuais: mentorada pelo primeiro grafiteiro surdo da América Latina, o Rafael Odrus, a oficina é voltada para pessoas surdas e com perda auditiva. Os inscritos irão ter vivências artísticas e técnicas como grafite (ou outras variações da pintura urbana), que resultará na criação de um mural de pintura produzido de forma coletiva. A oficina está marcada para acontecer dos dias 15 a 17 de Abril, das 13h às 16h.

Para participar os interessados devem ser maiores de 18 anos e ter disponibilidade para participar das aulas e do evento de encerramento. Em cada oficina, serão disponibilizadas as acessibilidades específicas para o público alvo previsto em cada atividade. Em caso das vagas não serem preenchidas exclusivamente pelos públicos previstos, serão selecionados demais candidatos que cumpram os requisitos obrigatórios.

O festival é um projeto do Movimento Cidade, que tem como objetivo levar arte, cor e inclusão para as cidades, além de incentivar o diálogo e a troca de ideias. A marca MC é capixaba e possui outros projetos como MC.Mulheres, MC.Favela, Festival Movimento Cidade, MC.Metaverso e o MC.Arte. Em 2023, por meio de suas ações e projetos, quase 40 mil pessoas foram impactadas pelos programas que ocorreram em cinco territórios brasileiros, nove cidades, com direito a três festivais, 20 oficinas e cerca de 50 shows.

O projeto Festival PcD – Pinta, Canta e Dança, é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do edital de Artes Integradas da Secretaria da Cultura (Secult).

SERVIÇO

Dias: 15, 16, 17 e 18 de abril

Local: Palácio da Cultura Sônia Cabral – R. São Gonçalo – Centro, Vitória – ES, 29015-210

Inscrições pelo link: bit.ly/oficinaspcd

Contato: dúvidas podem ser enviadas para o e-mail contato@movimentocidade.com, com o título: DÚVIDAS OFICINAS Festival PcD ou ligue para (27) 992948328 (Paula Parú).

Instagram: @festival.pcd

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Cultura

Revista Traços anuncia chegada ao Espírito Santo

A primeira edição capixaba será lançada no dia 27 de março, com evento no Theatro Carlos Gomes

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A Revista Traços, um projeto cultural e social que une jornalismo, arte e geração de renda, chega ao Espírito Santo no mês de março. Realizado pela Secretaria da Cultura (Secult), em parceria com a Associação Traços de Comunicação e Cultura, a publicação será lançada no dia 27 de março, às 19 horas, no Theatro Carlos Gomes, Centro de Vitória, com a presença da artista Elisa Lucinda, capa da primeira edição.

Inspirada no modelo internacional das publicações de rua, a Traços é vendida por pessoas em situação de vulnerabilidade social, os chamados porta-vozes da cultura, que encontram na venda da revista uma oportunidade de trabalho, autonomia e reinserção social. Ao longo de sua trajetória, o projeto já promoveu o trabalho de mais de 4 mil artistas e recebeu mais de 16 prêmios, nacionais e internacionais.

Com circulação há mais de dez anos em Brasília e cinco anos no Rio de Janeiro, a Traços se tornou uma referência no jornalismo cultural independente no país. A revista publica reportagens, perfis, ensaios fotográficos, entrevistas, crônicas e poesias, sempre com foco na produção artística e na valorização de criadores locais.

A expansão para o Espírito Santo prevê a produção de edições dedicadas exclusivamente à cena cultural capixaba, além da formação de uma nova rede de porta-vozes da cultura no Estado. A iniciativa conta com o fomento da Secretaria da Cultura, que vai atuar na articulação com artistas, coletivos e instituições locais, buscando ampliando a visibilidade do projeto no contexto da economia criativa. Na primeira edição, a publicação terá na capa a atriz e poetisa capixaba Elisa Lucinda, além de reunir uma série de reportagens e ensaios fotográficos com artistas e agentes culturais do Espírito Santo.

Atualmente, a publicação mantém tiragem média de 3 mil exemplares por edição e já ultrapassou a marca de 100 números publicados nas cidades de atuação. Para além das páginas impressas, a iniciativa também consolidou presença no ambiente digital, com publicação diária de conteúdos no portal, ampliando o alcance das pautas culturais.

O projeto também mantém parcerias com instituições como Organização das Nações Unidas (ONU), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), universidades e diversas organizações ligadas à cultura e à economia criativa.

Vale a pena ficar de olho e conferir mais sobre a Revista Traços através do site e instagram.

Fotos: Thais Mallon

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Cultura

Roda de conversa com escritoras capixabas aborda o livro “Fogo de Palha”, de Carla Guerson

Programação reúne as escritoras Carla Guerson e Junia Zaidan, a produtora cultural Fabíola Mozine e a influenciadora literária Camilla Dias neste fim de semana

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Neste fim de semana, o projeto “Livro por Elas” promove uma programação inteiramente
dedicada à literatura produzida por mulheres, com bate-papo online, roda de conversa e
oficina com foco no livro de poesia “Fogo de Palha”, da escritora capixaba Carla Guerson.
No sábado, 14 de março, às 19h, acontece a Roda de Conversa com Carla Guerson, autora de quatro livros e mediadora de clubes literários, com mediação da escritora e professora universitária, Junia Zaidan. O encontro é gratuito, aberto ao público e acontece na Biblioteca Cine Por Elas, na Casa Cultural 155, no centro de Vila Velha, integrando a programação do festival Rua das Palavras, que reúne diversas atividades literárias no espaço.

Além da roda de conversa, a programação inclui ainda um Bate-papo online na sexta-feira,
13 de março, às 19h, no Instagram de Cine por Elas: instagram.com/cineporelas/. A live
contará com a influenciadora literária Camilla Dias e a escritora capixaba Carla Guerson,
contando com mediação da produtora cultural e idealizadora do projeto, Fabiola Mozine. E
no domingo, 15 de março, das 15h às 18h, Carla Guerson ministra a Oficina de Escrita
Criativa – Memória Inventada, que aborda os limites entre realidade e ficção na criação
literária A formação acontece na Biblioteca Cine Por Elas e já conta com todas as vagas
preenchidas.

Carla Guerson

Na roda de conversa, a obra debatida será “Fogo de Palha” (2023), segundo livro publicado por Carla Guerson e seu primeiro de poesia. No livro, a escrita intensa e afiada da autora contempla os desconfortos, as rupturas e as imperfeições da vida. Na obra e na roda de conversa, a reflexão gira em torno da experiência de ser mulher em questões como morte e vida, amores e desamores, autodescoberta, maternidade, aceitação, solidão e transformação.

O Livro por Elas carrega o propósito de potencializar a criação literária de mulheres e fortalecer a literatura como forma de expressão e resistência feminina, por meio da difusão de obras de autoras capixabas e das trocas de experiências nas oficinas e rodas de conversas, incentivando a leitura e a escrita voltada para o protagonismo das experiências vividas por mulheres. O projeto é uma iniciativa do Instituto Cine Por Elas, que atua há mais de 5 anos na difusão da arte e cultura produzida por mulheres, com foco na defesa de direitos e no combate à violência contra a mulher.

Sexta-feira (13/03) – às 19h
Live / Bate-papo online | Carla Guerson e Camilla Dias
Local: instagram.com/cineporelas/

Junia Zaidan

Sábado (14/03) – às 19h
Roda de conversa | Carla Guerson e Júnia Zaidan
Local: Biblioteca Cine Por Elas | Casa Cultural 155
Av. Jerônimo Monteiro, 155 – Centro de Vila Velha, Vila Velha – ES, 29100-400
Entrada: gratuita e aberta ao público

Domingo (15/03) – às 15h
Oficina de Escrita Criativa – Memória Inventada | Carla Guerson
Local: Biblioteca Cine Por Elas | Casa Cultural 155
Av. Jerônimo Monteiro, 155 – Centro de Vila Velha, Vila Velha – ES, 29100-400
Entrada: inscrições esgotadas.

Foto principal: Demétrius Júlice

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Cultura

Procuradora aposentada lança livro de crônicas contando trajetória no ES

Lançamento da obra Vários Mundos de uma Vida terá tarde de autógrafos em Vitória no dia 17 de março

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A procuradora do Estado aposentada Clarita Carvalho de Mendonça lança, no dia 17 de março, o livro Os Vários Mundos de uma Vida, obra que reúne crônicas marcadas por sensibilidade, memória e imaginação. O lançamento será celebrado com uma tarde de autógrafos aberta ao público, das 16h às 20h, no Restaurante Taurus, na Praia do Canto, em Vitória.

Vinda de uma família de grandes leitores, Clarita conta que a escrita sempre fez parte de sua essência. Incentivada pelo pai, Luiz Borges de Mendonça, ela relembra que gostava das aulas de Português “mais do que de todas as outras” na escola. O pai, grande estudioso, foi secretário da Fazenda do ES e presidente do Banestes, onde ingressou como contínuo e progrediu ao maior cargo da instituição. É lembrado pelo caráter, bom trato com as pessoas e dedicação ao serviço público. Fez questão de passar à filha a paixão pelo conhecimento.

Clarita conta que, embora tenha construído uma sólida carreira na advocacia pública, a vontade de escrever permaneceu viva ao longo dos anos. Foi após a aposentadoria que encontrou o tempo necessário para se dedicar com mais profundidade às palavras. Ao revisitar arquivos antigos guardados no computador, descobriu textos que decidiu ressignificar. “A escrita sempre morou em mim”, afirma. Muitas dessas produções ganharam nova forma e passaram a compor o livro, revelando um percurso literário que atravessa diferentes fases da vida.

As crônicas não seguem uma ordem rígida nem se prendem a temas específicos. São construídas a partir de emoções, sensações e experiências do cotidiano. “As minhas crônicas são moldadas em termos de emoções, sentimentos que impregnam o nosso cotidiano”, explica. A autora define a obra como uma miscelânea homogênea que mistura lembranças pessoais com ficção, imaginação e criatividade.

O processo de criação também reflete essa liberdade. Clarita escreve à mão quando tem papel por perto, utiliza o notebook sempre que possível e, não raras vezes, grava áudios no celular quando a inspiração surge no meio do caminho. Depois, transforma essas ideias em texto, lapidando o que chama de “meu escrito”.

Com 50 anos de formada em Direito em 2026 e uma trajetória que inclui atuação na Defensoria Pública e na Procuradoria Geral do Estado, instituição que considera sua casa, Clarita inicia agora um novo capítulo. Em Os Vários Mundos de uma Vida, compartilha com leitores diferentes dimensões de sua história, provando que cada fase da vida pode revelar um mundo inteiro a ser contado.

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Vai Pocar