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Cultura

Festival de Cinema de Vitória 2024: conheça os filmes premiados na 31ª edição do evento

Os filmes vencedores do Troféu Vitória, incluindo pela primeira vez os Prêmios da Crítica e do Licenciamento do Sesc, foram anunciados na noite da última quinta-feira (25). Um dos grandes premiados do festival foi o capixaba Erly Vieira Jr

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31º Festival de Cinema de Vitória anunciou na noite da última quinta-feira (25) os filmes vencedores do Troféu Vitória, incluindo pela primeira vez o Prêmio da Crítica, e do Prêmio Licenciamento do Sesc. Durante o evento, foram exibidos 78 filmes selecionados pela Comissão de Seleção, sendo 73 curtas e cinco longas-metragens distribuídos em 12 mostras competitivas, que apresentaram um recorte da produção contemporânea do audiovisual brasileiro, com produções realizadas entre os anos de 2023 e 2024. 

Na 14ª Mostra Competitiva Nacional de Longas, os grandes vencedores foram os filmes Presença, produção capixaba dirigida por Erly Vieira Jr, e o cearense Quando eu me encontrar, de Amanda Pontes e Michelline Helena. Presença levou o Troféu Vitória de Melhor Filme, pelo Júri Técnico e Popular, além de Melhor Roteiro e Melhor Contribuição Artística. Quando eu me encontrar ficou com os troféus de Melhor Direção, Melhor Fotografia e Melhor Interpretação, para Pipa. O Júri Técnico da mostra foi composto pela diretora Gabriela Gastal, pela atriz e diretora Marcélia Cartaxo, e pela diretora e roteirista Sabrina Fidalgo.   

Erly Vieira Jr foi o grande premiado da noite. Foto: Gustavo Louzada/Galpão IBCA

O vencedor do Troféu Vitória de Melhor Filme pelo Júri Técnico na 28ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas foi Samuel foi trabalhar, de Janderson Felipe e Lucas Litrento, que também recebeu o prêmio de  Melhor Roteiro. Já o Troféu Vitória de Melhor Filme pelo Júri Popular foi para a produção Zagêro, de Victor de Marco e Márcio Picoli, que também ganhou na categoria Melhor Interpretação (para Victor Di Marco). Edileuza Penha de Souza e Santiago Dellape receberam o prêmio de Melhor Direção, por Vão das AlmasQuinze Quase Dezesseis, de Thais Fujinaga, recebeu o Troféu Vitória de Melhor FotografiaPássaro Memória, de Leonardo Martinelli, o prêmio de Melhor Contribuição Artística; e o Prêmio Especial do Júri foi para Se eu tô aqui é por mistério, de Clari Ribeiro. O Júri Técnico da mostra foi composto pelo pesquisador de cinema e audiovisual Gilberto Sobrinho, pelo ator, roteirista e diretor Heraldo de Deus, e pela diretora e roteirista Safira Moreira. 

Também foram entregues o Troféu Vitória de Melhor Filme (Júri Popular e Júri Técnico) para os filmes que participaram das seguintes mostras: 14ª Mostra Quatro Estações13ª Mostra Foco Capixaba13ª Mostra Corsária11ª Mostra Outros Olhares, 9ª Mostra Cinema e Negritude9ª Mostra Mulheres no Cinema8ª Mostra Nacional de Videoclipes7ª Mostra Nacional de Cinema Ambiental e 6ª Mostra Do Outro Lado.  Os curtas-metragens exibidos no 24º Festivalzinho de Cinema de Vitória, que aconteceu de 24 a 28 de junho, concorreram ao Troféu Vitória de Melhor Filme pelo Júri Popular. 

PRÊMIO DA CRÍTICA

Uma novidade desta edição foi o Prêmio da Crítica, que contou com um júri composto por 16 jornalistas e críticos de cinema que participaram da cobertura do 31º Festival de Cinema de Vitória. Eles elegeram o Melhor Filme da 28ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas e o Melhor Filme da 14ª Mostra Competitiva Nacional de Longas. O vencedor na categoria de curta-metragem foi Vollúpya, de Éri Sarmet e Jocimar Dias Júnior. Já entre os longas, o eleito foi Quando eu me encontrar, de Amanda Pontes e Michelline Helena.

O júri foi formado pelos seguintes profissionais: Ana Paula Barbosa, Ana Pessoa, Anne Braune, Barbara Demerov, Bruno Carmelo, Diego Olivares, Fred Maia, Ismaelino Pinto, Janda Montenegro, Liliana Bernartt, Luiz Carlos Merten, Luiz Zanin, Maria do Rosário Caetano, Neusa Barbosa, Sé Souza e Vitor Búrigo. 

PRÊMIO EXTRA SESC GLÓRIA 

O Prêmio Extra oferecido pelo Sesc Glória consiste no licenciamento para exibição do longa-metragem ganhador do Melhor Filme pelo Júri Técnico por dois anos nas salas de cinema do Centro Cultural Sesc Glória. O filme vencedor é o capixaba Presença, de Erly Vieira Jr. 

PRÊMIO LIKE 

O filme Presença, de Erly Vieira Jr, também ganha o Prêmio Like, com apoio no valor de R$50.000,00 em veiculação de mídia no canal.

31º Festival de Cinema de Vitória conta com o patrocínio master do Instituto Cultural Vale e Petrobras, através da Lei de Incentivo à CulturaMinistério da Cultura. Conta também com o patrocínio da ArcelorMittal através da Lei de Incentivo à Cultura CapixabaSecretaria da Cultura do Espírito Santo. Tem apoio da Rede Gazeta, do Canal Brasil, do Canal Like, do Sesc Glória, da Carla Buaiz Jóias e da TVE Espírito Santo. A realização é da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte (IBCA).

31º FESTIVAL DE CINEMA DE VITÓRIA 

TROFÉU VITÓRIA – PREMIADOS 

28ª MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE CURTAS

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico)

Samuel foi trabalhar, de Janderson Felipe e Lucas Litrento

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Popular)

Zâgero, de Victor Di Marco e Márcio Picoli

Troféu Vitória – Melhor Direção

Edileusa Penha de Souza e Santiago Dellape, por Vão das Almas

Troféu Vitória – Melhor Roteiro

Janderson Felipe e Lucas Litrento, por Samuel foi trabalhar 

Troféu Vitória – Melhor Fotografia

André Luiz de Luiz, por Quinze Quase Dezesseis, de Thais Fujinaga

Troféu Vitória – Melhor Contribuição Artística

Pássaro memória, de Leonardo Martinelli

Troféu Vitória – Melhor Interpretação

Victor Di Marco, por Zagêro

Troféu Vitória – Prêmio Especial do Júri

Se eu tô aqui é por mistério, de Clari Ribeiro  

14ª MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE LONGAS

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico)

Presença, de Erly Vieira Jr 

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Popular)

Presença, de Erly Vieira Jr

Troféu Vitória – Melhor Direção

Amanda Pontes e Michelline Helena, por Quando eu me encontrar 

Troféu Vitória – Melhor Roteiro

Erly Vieira Jr, por Presença 

Troféu Vitória – Melhor Fotografia

Victor de Melo, por Quando eu me encontrar 

Troféu Vitória – Melhor Contribuição Artística

Erly Vieira Jr, por Presença 

Troféu Vitória – Melhor Interpretação

Pipa, por Quando eu me encontrar, de Amanda Pontes e Michelline Helena

Menção Honrosa

Não existe almoço grátis, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel

Menção Honrosa – Prêmio Especial do Júri 

Graciela Guarani e Alice Gouveia – diretoras do filme Sekhdese 

14ª MOSTRA QUATRO ESTAÇÕES

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico)

Pirenopolynda, de Izzi Vitório, Bruno Victor e Tita Maravilha

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Popular)

Ficção suburbana, de Rossandra Leone

Menção Honrosa

Quando você vem me visitar, de Henrique Arruda

13ª MOSTRA FOCO CAPIXABA

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico)

O T-Rex e a pedra lascada, de Luã Ériclis

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Popular)

Fala, vô!, de Felipe Risallah

Menção Honrosa

Antônio Rodrigues, ator do filme O Caboclo Sapê, de Ricardo Sá

13ª MOSTRA CORSÁRIA

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico)

Dona Beatriz Ñsîmba Vita, de Catapreta

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Popular)

Prólogo, de Natália Dornelas

Menção Honrosa

Yãmî Yah-Pá | Fim da Noite, de Vladimir Seixas

11ª MOSTRA OUTROS OLHARES

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico)

Canto das Areias, de Maíra Tristão

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Popular)

Macaléia, de Rejane Zilles

Menção Honrosa

Macaléia, de Rejane Zilles

9ª MOSTRA MULHERES NO CINEMA

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico e Júri Popular)

A Velhice ilumina o Vento, de Juliana Segóvia

9ª MOSTRA CINEMA E NEGRITUDE

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico)

O Lado de Fora Fica Aqui Dentro, de Larissa Barbos

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Popular)

Pedagogias da Navalha | Se a Palavra é um Feitiço, Minha Língua é uma Encruzilhada, de Colle Christine, Alma Flora e Tiana Santos

Menção Honrosa

Baobab, de Bea Gerolin

8ª MOSTRA NACIONAL DE VIDEOCLIPES

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico)

Meredith Monk / Mete Dance, de Mooluscos

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Popular)

Água salgada, de Wyucler Rodrigues

Menção Honrosa

Boca do cais, de Luna Colazante

7ª MOSTRA NACIONAL DE CINEMA AMBIENTAL

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico)

Bauxita, de Thamara Pereira

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Popular)

Elizabeth, de Alceu Luís Castilho, Luís Indriunas e Vanessa Nicolav

Menção Honrosa

Antes que o porto venha, de Isabela Narde

6ª MOSTRA DO OUTRO LADO – CINEMA FANTÁSTICO

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Técnico e Júri Popular)

Curacanga, de Mateus Di Mambro

24º FESTIVALZINHO DE CINEMA DE VITÓRIA

Troféu Vitória – Melhor Filme (Júri Popular)

Sacis, de Bruno Brennec

PRÊMIO DA CRÍTICA 

Troféu Vitória – Melhor Longa-metragem 

Quando Eu Me Encontrar, de Amanda Pontes e Michelline Helena

Troféu Vitória – Melhor Curta-metragem 

Vollúpya, de Jocimar Dias Jr e Éri Sarmet 

PRÊMIO EXTRA SESC GLÓRIA 

Presença, de Erly Vieira Jr 

PRÊMIO LIKE 

Presença, de Erly Vieira Jr 

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Cultura

SOMA: Dança, tecnologia e maternidade marcam retorno de Gabriela Moriondo aos palcos

Dirigido pela bailarina e coreógrafa capixaba em parceria com Glauber Vianna, espetáculo de dança contemporânea estreia em Vitória entre os dias 28 e 31 de maio, no Theatro Carlos Gomes

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O retorno da bailarina e coreógrafa capixaba Gabriela Moriondo aos palcos, após dois anos afastada desde o nascimento da filha, é o ponto de partida de SOMA, espetáculo de dança contemporânea e arte multimídia que tem pré-estreia confirmada e entrada gratuita no dia 28 maio, no Theatro Carlos Gomes, no Centro de Vitória. A obra traz à cena uma investigação poética sobre maternidade, transformação e identidade, em parceria com o artista multilinguagem Glauber Vianna.

Para as sessões de estreia, que acontecem entre os dias 29 e 31 de maio, os ingressos estão à venda aqui, com valores a partir de R$ 22 (meia entrada).

O espetáculo

Partindo da experiência pessoal de Gabriela, SOMA transforma a maternidade em um campo de reflexão sobre as mudanças que atravessam o corpo e a vida ao longo do tempo. “O maior desafio não foi necessariamente técnico, mas conciliar a criação de um espetáculo com a criação de uma criança. Esse processo acabou se incorporando ao trabalho e trouxe novas camadas para a cena, ligadas à metamorfose e ao redescobrimento de mim mesma como mãe, mulher e artista”, explica a bailarina e coreógrafa Gabriela, formada em Dança Contemporânea pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil (2014), especializada em Estudos de Dança no Trinity Laban Conservatoire of Music and dance/UK (2016), e graduada em Artes Plásticas pela Universidade do Espírito Santo (UFES).

Sem conduzir a uma interpretação única, o espetáculo propõe que diferentes sensações e reflexões podem emergir a partir da experiência individual de cada espectador. O público é convidado a uma relação mais atenta com o tempo, o corpo e a própria percepção.

Ao integrar dança e linguagem tecnológica de forma orgânica, SOMA também dialoga com a maneira como nos relacionamos hoje com a presença e com as imagens, criando um ambiente de experiência sensorial que se conecta ao contexto contemporâneo de grandes produções. Mais do que um recurso técnico, esses elementos compõem a própria estrutura dramatúrgica do espetáculo.

Tecnologia como meio, não como fim

Em SOMA, a tecnologia está integrada à linguagem da cena, atuando na construção do espaço, da luz e do som. Elementos como um sistema de espelhos móveis, desenvolvido em parceria com alunos e professores da Escola Estadual de Ensino Médio Arnulpho Mattos, em Vitória, e uma grande tela translúcida de projeção criam camadas visuais que transitam entre o físico e o virtual.

“O trabalho não busca contar uma história de forma linear, ele cria estados e atmosferas. A tecnologia está presente para potencializar a experiência, nunca como fim em si mesma”, destaca Glauber, diretor artístico que investiga as relações entre imagem, espaço e narrativa. Na música e no audiovisual, criou visuais de cena para turnês de artistas como Tribalistas, Los Hermanos, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Roberto Carlos, além de projetos para televisão, como o Prêmio Multishow, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Canal Brasil e TV Globo.

Glauber Vianna e Gabriela Moriondo – Crédito: Divulgação

Idealizado no Espírito Santo, o espetáculo reforça sua relação com o território ao envolver artistas e profissionais locais e estabelecer diálogo com a comunidade. Contemplado pelo Edital de Artes Cênicas – Funcultura PNAB 2024, da Secult-ES, SOMA dá continuidade à pesquisa iniciada em Inconstante (2024), marcada pelo encontro entre Gabriela e Glauber, aprofundando a relação entre dança contemporânea, artes visuais e criação em tecnologia aplicada à cena.

O trabalho se constrói a partir de um campo de referências artísticas. Na dança, dialoga com o coreógrafo norte-americano Alwin Nikolais, especialmente em Noumenon Mobilus (1953), ao pensar o corpo como matéria visual, além das investigações da bailarina coreana Haeni Kim.

Na imagem, aproxima-se de fotógrafos como a norte-americana Francesca Woodman, o francês Denis Darzacq e o australiano Bill Henson, enquanto a luz se estrutura sob influência do pintor italiano Caravaggio. Há ainda ressonâncias com artistas como o britânico Anthony McCall, o norte-americano James Turrell e o ilsnadês-dinamarquês Olafur Eliasson, além de práticas contemporâneas como teamLab e Random International. A obra também se inspira na improvisação presente nas coreografias do israelense Ohad Naharin e do britânico Wayne McGregor.

Espetáculo SOMA
Quando:

28 de maio (quinta-feira), às 20h— Pré-estreia — apresentação gratuita

29 de maio (sexta-feira), às 20h

30 de maio (sábado), às 17h30 à 19h30 — sessões às 17h30 e 19h30

31 de maio (domingo), às 17h30

Local: Theatro Carlos Gomes (Rua Barão de Itapemirim, 232, Centro, Vitória, ES)

Classificação indicativa: LIVRE+

Ingressos: R$35 (promocional), R$22 (meia), R$44 (inteira) 

Vendas: https://www.sympla.com.br/evento/soma/3394058?share_id=copiarlink

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Cultura

Para todas as idades: Festival Tortinha Black reforça cultura afro-capixaba em Vitória

Evento gratuito acontece nos dias 21 e 23 de maio, unindo arte, educação antirracista e protagonismo negro em programação para todas as idades

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Vitória começa a entrar no ritmo de um dos eventos mais simbólicos do calendário cultural capixaba. O Festival Tortinha Black retorna nos dias 21 e 23 de maio, com uma proposta que mistura formação, lazer e valorização da cultura afro-brasileira em programação gratuita e aberta ao público. Criado por Fábio Carvalho, o festival aposta na cultura como ferramenta de transformação social. A edição de 2026 amplia seu alcance ao integrar um seminário voltado à educação antirracista com um grande encontro multicultural no Parque Baleia Jubarte, na Enseada do Suá.

Programação

O seminário “Quando a Palavra Vira Quilombo”, marcado para o dia 21 de maio, no Teatro Sesi, em Jardim da Penha, traz ao centro do debate a escrita negra como expressão de resistência e construção de narrativas. O encontro reúne pesquisadores e educadores que atuam diretamente na promoção da equidade racial.

Já no dia 23, o festival promete uma verdadeira imersão cultural ao longo de 10 horas de programação. Música, teatro, dança, oficinas e gastronomia compõem um mosaico de experiências que dialogam com ancestralidade e contemporaneidade.

Além das atividades culturais, o evento também impulsiona a economia local com uma feira de empreendedores, fortalecendo iniciativas criativas e comunitárias.

Programe-se e participe!

SEMINÁRIO TORTINHA BLACK: “Quando a Palavra Vira Quilombo”

Quando: 21 de maio (quinta-feira)
Local: Teatro Sesi (Jardim da Penha)

18h30: Credenciamento
19h: Recepção e boas-vindas
19h30: Mesa-redonda
20h30: Debate com o público

FESTIVAL TORTINHA BLACK

Quando: 23 de maio (sábado)
Local: Parque Baleia Jubarte (Praça do Papa, Enseada do Suá)

Programação ao longo do dia (10h às 19h):

●      Shows musicais

●      Teatro e dança

●      Oficinas (pipa, turbantes, malabares, dança e gastronomia)

●      Festival de pipas

●      Feira de Economia Solidária e Criativa com 20 empreendedores

Evento gratuito e classificação livre.

Fotos: Bárbara Bueno

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Cultura

Disco Voador leva experiência retrô ao Shopping Montserrat neste sábado (02)

A viagem sonora guiada por discos de vinil acontece neste sábado, dia 02 de maio, a partir das 16h

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O charme das vitrolas e a atmosfera nostálgica do vinil que atravessa gerações estão de volta em uma experiência que celebra a música popular brasileira. É nesse clima retrô que o Shopping Montserrat recebe o projeto Disco Voador, neste sábado, dia 02 de maio, a partir das 16h. A Varanda Montserrat, localizada no Piso L3, será palco de uma edição do evento, que reúne música, cultura e entretenimento em um ambiente pensado para toda a família. Os ingressos são gratuitos e limitados, com retirada exclusiva pelo Sá App.

O Disco Voador é um coletivo de DJs dedicado às brasilidades em vinil, conduzindo o público por uma experiência musical que mistura groove, nostalgia e pista de dança. Organizado pelo DJ Fabrício Bravim, o projeto nasceu da paixão pelos discos e pela riqueza da música brasileira, valorizando o formato analógico e a experiência única de ouvir música diretamente dos LPs.

Durante a apresentação, o público pode desfrutar de um repertório que passeia por clássicos e raridades da MPB, samba, soul brasileiro, funk, disco e tropicalismo, em sets cuidadosamente selecionados e mixados exclusivamente em vinil. Mais do que uma festa, o evento se consolida como um encontro cultural que conecta gerações e promove a valorização da música nacional.

Disco Voador – coletivo de DJs apresenta brasilidades em vinil em uma experiência musical retrô na Varanda Montserrat.

Quando: 02 de maio (sábado), das 16h às 22h

Local: Piso L3 do Shopping Montserrat

Ingressos: gratuitos e limitados com retirada pelo Sá App.

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