Matias Brotas leva obras inéditas de artistas que são destaque no cenário nacional e internacional para a ArPA 2025
Além do seu estande no evento com uma seleção de obras dos artistas Claudio Alvarez, Mai-Britt Wolthers, Thainan Castro e Suzana Queiroga, a galeria promove visitas guiadas, brunch sobre Arte, Moda e Arquitetura, bate-papo com artistas e muito mais!
Com 19 anos de trajetória dedicados à arte contemporânea e após estrear com grande repercussão na edição de 2024 da ArPA, a Matias Brotas marca presença novamente no evento, apresentando uma curadoria de obras inéditas de artistas que são destaque no cenário nacional e internacional como Cláudio Alvarez, Mai Britt Wolthers, Thainan Castro e Suzana Queiroga, consolidando seu posicionamento e compromisso com o mercado da arte contemporânea e na formação de colecionadores.
Com uma presença que articula uma agenda de exposições, programações que promovem o diálogo entre linguagens e a valorização do colecionismo, sempre com um olhar atento à diversidade, à inovação e à conexão entre arte e sociedade, a Matias Brotas é a única galeria do Espírito Santo que participa da 4ª edição da feira, reforçando seu crescimento nacional e ampliando o olhar para a produção da arte contemporânea fora do eixo Rio x São Paulo.
A ArPA, que acontece entre os dias 28 de maio a 1º de junho, na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo, é um dos eventos mais relevantes do circuito nacional e latino-americano. Reconhecida por sua curadoria criteriosa, a feira se destaca pela diversidade de perspectivas dos curadores convidados, que a cada ano, contribuem para expandir os diálogos e as experiências dentro do evento.
Obra do artista Thainan Castro
Além de apresentar obras inéditas dos artistas Mai-Britt Wolthers, Thainan Castro, Claudio Alvarez, Suzana Queiroga, a Matias Brotas promove, no dia 29 de maio, uma experiência de Arte, Moda e Arquitetura. A programação especial para convidados começa com visita ao atelier do artista Arthur Arnold, brunch na Aluf — marca de vestuário autoral que conecta arte, design e estilo de vida – com a presença da designer Ana Luísa Fernandes e visita guiada no estande da Matias Brotas com a artista dinamarquesa Mai-Britt Wolthers. A ação reforça o posicionamento da Matias Brotas como agente na expansão e qualificação do mercado de arte contemporânea.
O estande da Matias Brotas na ArPA celebra a pluralidade da arte contemporânea, colocando lado a lado artistas que transitam por diferentes frentes investigativas, mas que juntos criam diálogo e conexão reafirmando mais uma vez a diversidade da arte contemporânea brasileira.
Um dos destaques será uma série inédita do artista Thainan Castro, que atualmente vive em Londres, onde cursa Experimentações em Desenho na Royal Drawing School. Suas obras propõem um diálogo entre o cotidiano e o imaginário, ativando memórias individuais e coletivas. Ele constrói sua obra a partir da memória e do afeto, criando imagens que funcionam como pequenos fragmentos de vivências e histórias recontadas. Sua produção investiga o desenho como linguagem poética e terapêutica, resultado de um processo de reabilitação física após um acidente na juventude.
Obra da artista Suzana Queiroga
Para a ArPA, a Matias Brotas traz também obras inéditas da dinamarquesa Mai-Britt Wolthers, que reside no Brasil desde 1986. A produção da artista transita entre pintura, escultura, gravura, instalação e vídeo, explorando relações de cor e forma com forte carga poética e sensorial. Ela participou de bienais e exposições em instituições como o Centro Cultural São Paulo, Centro Cultural dos Correios, Lamb Arts (Londres) e Charlottenborg Kunsthal (Copenhague). Suas obras integram acervos como CCSP, MAC de Campo Grande e Instituto Figueiredo Ferraz.
Radicado no Brasil desde 1976, o argentino Cláudio Alvarez está produzindo obras inéditas para a feira, marcadas pela investigação do movimento, da percepção e da ilusão ótica. Com formação técnica em Mecânica Industrial e trajetória artística iniciada no Rio de Janeiro e consolidada em Curitiba, sua produção transita entre a arte cinética, o design e a escultura geométrica em equilíbrio dinâmico. Alvarez participou da mostra “Geração 80” no Parque Lage (RJ), da 6ª Bienal de Osaka (Japão) e de exposições em Portugal. Suas obras integram acervos como o do Museu Nacional (RJ) e do MAC de Curitiba.
Obra da artista Mai-Britt Wolthers
O estande também apresenta obras da artista visual, Suzana Queiroga, nascida no Rio de Janeiro, mas que atualmente reside em Portugal. Com uma trajetória marcada por experimentações entre pintura, escultura, instalação e vídeo, seu trabalho investiga temas como tempo, fluxo e cartografia. Ela participou de exposições em instituições no Brasil e no exterior e tem obras em acervos como o MAM-RJ, MAR e Museu Nacional de Belas Artes. É também doutora em artes visuais e desenvolve pesquisas que aproximam arte e ciência.
Sandra Matias e Lara Brotas
“Participar da ArPa é, para nós, mais do que marcar presença em uma das feiras mais relevantes do país. É reafirmar o compromisso da Matias Brotas com a formação de público, com a expansão territorial da nossa atuação para além do Espírito Santo e com o fortalecimento da arte contemporânea brasileira. Acreditamos no poder da conexão entre artistas e colecionadores como motor para o crescimento do mercado e do pensamento crítico em torno da arte”, explica Lara Brotas, co-fundadora e diretora de projetos da Matias Brotas.
A Revista Traços, um projeto cultural e social que une jornalismo, arte e geração de renda, chega ao Espírito Santo no mês de março. Realizado pela Secretaria da Cultura (Secult), em parceria com a Associação Traços de Comunicação e Cultura, a publicação será lançada no dia 27 de março, às 19 horas, no Theatro Carlos Gomes, Centro de Vitória, com a presença da artista Elisa Lucinda, capa da primeira edição.
Inspirada no modelo internacional das publicações de rua, a Traços é vendida por pessoas em situação de vulnerabilidade social, os chamados porta-vozes da cultura, que encontram na venda da revista uma oportunidade de trabalho, autonomia e reinserção social. Ao longo de sua trajetória, o projeto já promoveu o trabalho de mais de 4 mil artistas e recebeu mais de 16 prêmios, nacionais e internacionais.
Com circulação há mais de dez anos em Brasília e cinco anos no Rio de Janeiro, a Traços se tornou uma referência no jornalismo cultural independente no país. A revista publica reportagens, perfis, ensaios fotográficos, entrevistas, crônicas e poesias, sempre com foco na produção artística e na valorização de criadores locais.
A expansão para o Espírito Santo prevê a produção de edições dedicadas exclusivamente à cena cultural capixaba, além da formação de uma nova rede de porta-vozes da cultura no Estado. A iniciativa conta com o fomento da Secretaria da Cultura, que vai atuar na articulação com artistas, coletivos e instituições locais, buscando ampliando a visibilidade do projeto no contexto da economia criativa. Na primeira edição, a publicação terá na capa a atriz e poetisa capixaba Elisa Lucinda, além de reunir uma série de reportagens e ensaios fotográficos com artistas e agentes culturais do Espírito Santo.
Atualmente, a publicação mantém tiragem média de 3 mil exemplares por edição e já ultrapassou a marca de 100 números publicados nas cidades de atuação. Para além das páginas impressas, a iniciativa também consolidou presença no ambiente digital, com publicação diária de conteúdos no portal, ampliando o alcance das pautas culturais.
O projeto também mantém parcerias com instituições como Organização das Nações Unidas (ONU), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), universidades e diversas organizações ligadas à cultura e à economia criativa.
Vale a pena ficar de olho e conferir mais sobre a Revista Traços através do site e instagram.
Roda de conversa com escritoras capixabas aborda o livro “Fogo de Palha”, de Carla Guerson
Programação reúne as escritoras Carla Guerson e Junia Zaidan, a produtora cultural Fabíola Mozine e a influenciadora literária Camilla Dias neste fim de semana
Neste fim de semana, o projeto “Livro por Elas” promove uma programação inteiramente dedicada à literatura produzida por mulheres, com bate-papo online, roda de conversa e oficina com foco no livro de poesia “Fogo de Palha”, da escritora capixaba Carla Guerson. No sábado, 14 de março, às 19h, acontece a Roda de Conversa com Carla Guerson, autora de quatro livros e mediadora de clubes literários, com mediação da escritora e professora universitária, Junia Zaidan. O encontro é gratuito, aberto ao público e acontece na Biblioteca Cine Por Elas, na Casa Cultural 155, no centro de Vila Velha, integrando a programação do festival Rua das Palavras, que reúne diversas atividades literárias no espaço.
Além da roda de conversa, a programação inclui ainda um Bate-papo online na sexta-feira, 13 de março, às 19h, no Instagram de Cine por Elas: instagram.com/cineporelas/. A live contará com a influenciadora literária Camilla Dias e a escritora capixaba Carla Guerson, contando com mediação da produtora cultural e idealizadora do projeto, Fabiola Mozine. E no domingo, 15 de março, das 15h às 18h, Carla Guerson ministra a Oficina de Escrita Criativa – Memória Inventada, que aborda os limites entre realidade e ficção na criação literária A formação acontece na Biblioteca Cine Por Elas e já conta com todas as vagas preenchidas.
Carla Guerson
Na roda de conversa, a obra debatida será “Fogo de Palha” (2023), segundo livro publicado por Carla Guerson e seu primeiro de poesia. No livro, a escrita intensa e afiada da autora contempla os desconfortos, as rupturas e as imperfeições da vida. Na obra e na roda de conversa, a reflexão gira em torno da experiência de ser mulher em questões como morte e vida, amores e desamores, autodescoberta, maternidade, aceitação, solidão e transformação.
O Livro por Elas carrega o propósito de potencializar a criação literária de mulheres e fortalecer a literatura como forma de expressão e resistência feminina, por meio da difusão de obras de autoras capixabas e das trocas de experiências nas oficinas e rodas de conversas, incentivando a leitura e a escrita voltada para o protagonismo das experiências vividas por mulheres. O projeto é uma iniciativa do Instituto Cine Por Elas, que atua há mais de 5 anos na difusão da arte e cultura produzida por mulheres, com foco na defesa de direitos e no combate à violência contra a mulher.
Sexta-feira (13/03) – às 19h Live / Bate-papo online | Carla Guerson e Camilla Dias Local: instagram.com/cineporelas/
Junia Zaidan
Sábado (14/03) – às 19h Roda de conversa | Carla Guerson e Júnia Zaidan Local: Biblioteca Cine Por Elas | Casa Cultural 155 Av. Jerônimo Monteiro, 155 – Centro de Vila Velha, Vila Velha – ES, 29100-400 Entrada: gratuita e aberta ao público
Domingo (15/03) – às 15h Oficina de Escrita Criativa – Memória Inventada | Carla Guerson Local: Biblioteca Cine Por Elas | Casa Cultural 155 Av. Jerônimo Monteiro, 155 – Centro de Vila Velha, Vila Velha – ES, 29100-400 Entrada: inscrições esgotadas.
A procuradora do Estado aposentada Clarita Carvalho de Mendonça lança, no dia 17 de março, o livro Os Vários Mundos de uma Vida, obra que reúne crônicas marcadas por sensibilidade, memória e imaginação. O lançamento será celebrado com uma tarde de autógrafos aberta ao público, das 16h às 20h, no Restaurante Taurus, na Praia do Canto, em Vitória.
Vinda de uma família de grandes leitores, Clarita conta que a escrita sempre fez parte de sua essência. Incentivada pelo pai, Luiz Borges de Mendonça, ela relembra que gostava das aulas de Português “mais do que de todas as outras” na escola. O pai, grande estudioso, foi secretário da Fazenda do ES e presidente do Banestes, onde ingressou como contínuo e progrediu ao maior cargo da instituição. É lembrado pelo caráter, bom trato com as pessoas e dedicação ao serviço público. Fez questão de passar à filha a paixão pelo conhecimento.
Clarita conta que, embora tenha construído uma sólida carreira na advocacia pública, a vontade de escrever permaneceu viva ao longo dos anos. Foi após a aposentadoria que encontrou o tempo necessário para se dedicar com mais profundidade às palavras. Ao revisitar arquivos antigos guardados no computador, descobriu textos que decidiu ressignificar. “A escrita sempre morou em mim”, afirma. Muitas dessas produções ganharam nova forma e passaram a compor o livro, revelando um percurso literário que atravessa diferentes fases da vida.
As crônicas não seguem uma ordem rígida nem se prendem a temas específicos. São construídas a partir de emoções, sensações e experiências do cotidiano. “As minhas crônicas são moldadas em termos de emoções, sentimentos que impregnam o nosso cotidiano”, explica. A autora define a obra como uma miscelânea homogênea que mistura lembranças pessoais com ficção, imaginação e criatividade.
O processo de criação também reflete essa liberdade. Clarita escreve à mão quando tem papel por perto, utiliza o notebook sempre que possível e, não raras vezes, grava áudios no celular quando a inspiração surge no meio do caminho. Depois, transforma essas ideias em texto, lapidando o que chama de “meu escrito”.
Com 50 anos de formada em Direito em 2026 e uma trajetória que inclui atuação na Defensoria Pública e na Procuradoria Geral do Estado, instituição que considera sua casa, Clarita inicia agora um novo capítulo. Em Os Vários Mundos de uma Vida, compartilha com leitores diferentes dimensões de sua história, provando que cada fase da vida pode revelar um mundo inteiro a ser contado.